3 comentários:
De Izanagi a 11 de Janeiro de 2011 às 13:22
O ministro da justiça é indicado pelo primeiro-ministro. A criação de leis é da competência da Assembleia da República. Se nada disto foi alterado não se entende que a pergunta seja dirigida ao candidato que ocupou um cargo que não tem qualquer competência nessa matéria e àqueles que estiveram como deputados e por conseguinte com responsabilidades directas nessa área, Defensor de Moura e Manuel Alegre, nada perguntem. Pensava que fundamentalistas eram um exclusivo da religião mulçumana . quando se é fundamentalista perde-se a lucidez, a capacidade de raciocinar, perde-se quase sempre a razão. Não é aconselhável ir por aí. Seguramente que não é assim que se vai conseguir reerguer este país. Pelo contrário, é incentivar, apoiar a mediocridade.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 11 de Janeiro de 2011 às 10:38
Embora concorde em absoluto que o maior mal da nossa «democrcia» ser a ineficácia e o estado da Justiça em Portugal, não vejo que caiba nas funções do PR mudar essa situação.
Pode, com certeza, ajudar se houver uma válida iniciativa governamental... Mas não tem poderes, por si só, para efectuar quaisquer reformas ou mudanças... Mesmo até duvido que o próprio Governo tenha essa capacidade, dado as conivências existente, os poderes entretanto instituídos e a legislação vigente «feita à medida»... Penso que só um estado de excepção (revolucionário) poderia tentar essa mudança. Mas vou deixar isso para outras prosas...
Mas fica sempre bem tocar nesse podre da sociedade para parecer sério e que se está a tentar fazer a mudança...
Vejamos se no perazo de um ano o «pequeno» que a semana passada matou o cronista em NY não estará julgado e condenado. E se mesmo o recurso que se lhe seguirá, não o vai deixar em liberdade... Cá, no burgo, não teria confessado, estaria com termo de identidade e residência, daqui a 11 anos haveria a sentença do primeiro julgamento, a que se seguiriam os diversos recursos por mais 20 anos... Querem apostar?


De Um tema importante a 11 de Janeiro de 2011 às 10:11
Ora, aqui está um tema que os candidatos não têm agarrado e fazem mal, muito mal.
Deveriam assumir o compromisso de promover profundas alterações comportamentais por parte de todos os agentes da justiça em Portugal.
As perguntas, essas não vão ter resposta que seja dada pelo visado. O homem é impoluto , tanto quanto alguns dos amigos que tem na comissão de honra...


Comentar post