3 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 13 de Janeiro de 2011 às 15:45
Parecem-me preços adequados.
Não são o preço dos «privados» nem as «borlas» que eram...
Como se quereria justificar o preço de um acto médico (atestado) por 90 cêntimos?
Havia que trazer a realidade dos preços aos serviços públicos. E serviço público não quer dizer grátis, pois não?


De Tem, algumas, vantagens a 13 de Janeiro de 2011 às 21:55
Até pode ser que, a este preço, os atestados sejam menos utilizados para fugir a exames escolares, ao serviço nas repartições, nomedamente.


De SOS ao SNS (Saúde ou Seguros privados?!) a 14 de Dezembro de 2011 às 09:06
SNS – serviço nacional de seguros


Com o Serviço Nacional de Saúde a caminho de se tornar no Serviço de Saúde aos Indigentes diz-nos Passos Coelho que:
"o Governo está absolutamente confortado com a proposta feita pelo ministro da Saúde".

A palavra conforto é usada amiúde pelos nossos governantes, seja para mandar os deolindos fazerem a trouxa e zarpar, seja para transformar uma consulta hospitalar pública em algo tão ou mais caro do que uma privada. O conforto advém da ideia de que o SNS deixe de fazer sentido para quem pode pagar um seguro de saúde.

Passos Coelho e Paulo Portas dirigem um executivo confortável que se deixa confortar com propostas de um dos seus ministros. É como se o Conselho de Ministros não fosse um colectivo mas sim uma troika de negócios que recorre a consultores externos, a quem chama ministros.

Falta agora sair legislação na "óptica do pagador não-consumidor" que interdite o SNS a cidadãos com rendimentos superiores ao salário mínimo nacional.

Até lá adivinha-se que, nos hospitais particulares, as listas de espera cheguem à saturação para os utentes-segurados.

Chegaremos ao ponto de conforto total quando a saúde mínima for exclusiva da caridade, a saúde média for exclusiva dos seguros e a saúde máxima for exclusiva dos ricos, sendo que os utentes da saúde mínima nada contribuem, os utentes da saúde média contribuem a dobrar (impostos+seguros) e os utentes da saúde máxima contribuem somente para o seu bem-estar.
LNT, [0.590/2011], 13.12.02011


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