STRESS LABORAL - O grande desafio!

Ainda que não seja muito frequente, as situações de crise, desemprego e encerramento de estabelecimentos industriais ou de comércio são mais habituais, a verdade é que já se vão verificando algumas formas de combate ao stress nos locais de trabalho. Uma vez por outra, já ouvimos noticiar iniciativas de ginástica ou dança, duas ou três vezes semana, em locais de trabalho.

O stress laboral é um dos maiores desafios para a saúde e segurança dos trabalhadores europeus. Quase um cada quatro trabalhadores é afectado pelo stress, havendo estudos que o apontam como responsável por 50% dos dias de trabalho perdidos. Os custos humanos e económicos são imensos.

Contudo o mais incrível e frequente é que a maioria das técnicas de gestão consideradas modernas, ainda, apostam na pressão repressiva e em provocar o medo do despedimento ou do insucesso, gerando, entre outros fenómenos psicológicos, uma dinâmica terrível de stress. Os suicídios recentes em empresas emblemáticas em França como a Renault e a France Telecom estão ligados a estas técnicas e ao stress.

É de todo interesse a consulta do Relatório Europeu sobre o stress e informação sobre o stress em português.

Apoio de A. Brandão Guedes [Bem Estar no Trabalho]



Publicado por Otsirave às 21:26 de 22.01.11 | link do post | comentar |

1 comentário:
De STRESS a 23 de Janeiro de 2011 às 15:27
Desemprego é a única coisa sustentável que existe em Portugal
Os dados divulgados esta semana pelo IEFP revelam que o emprego de longa duração afecta já 226 mil portugueses, sendo o desemprego, portanto, a única coisa que cresce sólida e sustentadamente em Portugal. José Sócrates explicou mesmo que o Governo é responsável por este sucesso, pois "não anda à procura de um desemprego fugaz", que "desaparece em dois ou três meses", mas de "um desemprego que perdura no tempo", resultante de uma "estratégia bem pensada de fomento ao desemprego que, de forma estrutural, foi iniciada por Manuel Pinho e continuada por Vieira da Silva". Ao que o IP apurou, o desemprego em Portugal tem bases tão sólidas que conseguirá resistir às contingências da conjuntura internacional, como uma intervenção do FMI, melhor do que outros países menos preparados, como a Grécia e a Irlanda. VE


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