O Mário Crespo, através de um texto que escreveu e fez publicar algures em órgão de Comunicação Social, queixou-se que muita gente, especialmente o Ministro das Finanças, lhe devem muito dinheiro. A ele e a quase todos nós, honestos cidadãos deste país, pagantes das suas contas, de taxas e dos impostos que sem apelo nem agrado nos impõem.
Queixou-se porque lhe disseram que as contas publicas estavam sãs quando elas se encantavam (e encontram) mais doentes que nunca.
Queixou-se porque já tentou os homens do fraque e nem mesmo assim consegue reaver o dinheiro que lhe foi pilhado (e, continuarão a extorquir com sua própria benevolência).
Na minha modéstia opinião, acho que Crespo teria toda a razão se, como todos nós de uma forma ou de outra, não fosse conivente com as situações que tanto critica e não tivesse, também como e quando pode, beneficiado, directa ou indirectamente, dos dinheiros publicos. Não foi ele funcionário de RTP e não tem sido o canal publico um sorvedouro dos dinheiros publicos?
Contudo, a avaliar pelos investimentos, não tardará muito que os portugueses comessem a ser ressarcidos dos seus créditos. Deixaremos de importar petróleo e outras fontes de energias, dado que nos tornaremos autónomos, a avaliar pelos resultados do Parque Eólico de Terra Fria, Montalegre, um investimento de 126 milhões de euros, há dias inaugurado pelo primeiro-ministro, tendo "capacidade para fornecer energia a toda a região do Alto Tâmega". Que se multipliquem!
A menos que suceda como o que vem acontecendo com a ponte 25 de Abril, parque contentores de Alcântara, Estradas de Portugal, Aeroportos, etc.
Descansem os crespos deste país que se o governo e os portugueses não forem capazes de inverter tais situações cair-nos-á em cima a prensa chamada FMI e esmagar-nos-á até ao tutano, sobretudo, aos não crespos.
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