6 comentários:
De Militante descontente a 18 de Fevereiro de 2011 às 10:23
Com estes exemplos ... e ponderando os prós e contras,
se estas políticas/práticas do Sócrates e seus apoiantes continuarem ...
acho que vou anular a minha inscrição no PS (já sou abstencionista ou contra ...)
e vou passar a ser do BE ou dos Verdes.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Fevereiro de 2011 às 17:08
E entre um CRETINO e um «Reles A TUA TIA», mais vale um cretino...


De ---Nada a censurar ?! !! a 16 de Fevereiro de 2011 às 13:34
-------- PS, PSD & CDS: uma pseudo-estabilidade que não se censura

Nunca tivemos tantos desempregados.
A taxa de desemprego no 4.º trimestre de 2010 aumentou 1 ponto percentual em termos homólogos e 0,2 pontos percentuais em cadeia, para 11,1 por cento.

------- TudoBem Pictures presents: "Pedro, a pseudo-maravilha e o amigo Zé-o-Cumpridor"

Pedro Passos Coelho anunciou hoje a abstenção do PSD na “pseudo-moção de censura” do Bloco de Esquerda (BE) e avisou que este “ainda” é o tempo de o PS governar.

“Se algum dia chegarmos à evidência que o Governo não cumpre aquilo a que se comprometeu,
que há uma situação financeira de ruptura em Portugal,
que o país está num impasse, num beco sem saída, então nós arranjaremos uma saída”, afirmou aos jornalistas.

------ O paraíso do esquema: enriquecer por conta

A maior parte das empresas sedeadas na Zona Franca da Madeira não têm qualquer funcionário. Ao todo são 2435 das 2981 entidades com morada fiscal no offshore da Região Autónoma da Madeira - 81,6% - que não têm qualquer trabalhador a seu cargo e que não pagam impostos ou pagam impostos reduzidos, de acordo com dados do Ministério das Finanças .

----------- Mais corte, menos corte... e está tudo bem

Segundo números oficiais, o Campus de Justiça de Lisboa, inaugurado em Julho de 2009, custa ao Ministério da Justiça mais 10 milhões de euros em rendas e condomínio que as anteriores instalações, a maioria das quais alugadas. Nesse ano, estavam previstos para a locação de edifícios 5,6 milhões de euros, tendo a despesa real obrigado a uma correcção no orçamento. No final do ano, gastaram-se mais de 16,3 milhões, a maioria dos quais atribuídas a despesas com rendas. Hoje mesmo começa o debate instrutório de um dos mais mediáticos processos judiciais, o da Face Oculta, e o Tribunal Central de Instrução Criminal teve que se transferir para Monsanto, porque no campus não existe uma sala com capacidade para albergar os 36 arguidos do caso. Este ano o mesmo aconteceu com o caso BPN. (Público, hoje)
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Um relatório sobre o funcionamento das Varas Criminais de Lisboa no Campus da Justiça alerta para problemas de segurança no edifício e as reduzidas dimensões das salas de audiência, concluindo que a saída da Boa Hora foi "um erro".

Erro? Deve haver aqui um equívoco. Foi construído pelo consórcio Edifer/Mota-Engil. Mota-Engil não é erro. É destino. O edifício até ganhou prémios, apesar de ser um amontoado de escritórios sem janelas para a rua. E o Estado paga 1 milhão de euros pelo seu arrendamento, ratos incluídos à borla. Quanto à Boa Hora, um edifício com um valor histórico incalculável, foi apontado para hotel de charme pelo valor de 35 meses de renda do novo caixote de ratos. Confirma-se. Não foi erro. 35 milhões por um edifício daqueles é um negócio da China. Para quem compra. Eles nunca se enganam, ora Júdice. (O país do Burro, Julho de 2010)
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OPaisDoBurro, 16.2.2011


De Censura e crítica a 16 de Fevereiro de 2011 às 13:16
Censurável era ter capitulado
por Andrea Peniche, Arrastão 14.2.2011

A moção de censura apresentada pelo Bloco de Esquerda provocou uma tempestade. O copo de água transbordou porque a esquerda decidiu fazer oposição e se recusou a capitular.

As razões da censura parecem-me claras:
A moção critica e recusa a destruição do contrato social que deve proteger os desempregados.
E a direita juntou-se ao PS para reduzir o subsídio de desemprego.
A moção critica e recusa a vida sem vida que é imposta às gerações sacrificadas, aos trabalhadores que vivem a recibo verde e a trabalho temporário ou a prazo.
E a direita juntou-se ao PS para promover os recibos verdes e a precariedade. Dois milhões, quase um em cada dois trabalhadores, desemprecários. Sem futuro, sem vida.

E o tempo parece-me acertado:
Porque é agora que o governo concretiza medidas destruidoras do emprego porque facilitadoras do desemprego: a redução da indemnização pelo despedimento e o fundo para financiar o despedimento.
Queremos que elas sejam retiradas, que sejam recusadas e que sejam vencidas, porque vão criar mais desemprego.

Depois de três dias de intoxicação, Miguel Portas diz hoje num artigo que esta é uma moção táctica de alcance estratégico.
Recusa inevitáveis.
Se aprovada, trará eleições num tempo que não é o preferido pela direita e onde o socratismo terá reduzida margem para chantagear com o voto útil.
Se chumbada, acentua o compromisso do PSD com a decadência do governo.


De DD a 16 de Fevereiro de 2011 às 14:05
Mas alguém acredita que o BE faça aoarecer umas centenas de fábricas novas ou vá buscar aos bancos as provisões e percas por imparidades para aumentar os impostos em IRC.
Os bancos pagam menos IRC porque as provisões obrigatórias estão isentas desse imposto bem como as percas resultantes das quebras de ações e títulos desvalorizados pela crise.
As provisões são necessárias porque a banca tem o dinheiro dos trabalhadores e das empresas que pagam aos trabalhadores, pelo que não podem deixar de ter reservas para garantir os depósitos à ordem dos trabalhadores e a prazo dos que têm algum aforro.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Fevereiro de 2011 às 17:06
Mais uma justificação ranhosa de DD «O Ranhoso».
- Se o BE não fazia aparecer mais umaa fábricas tinha pelo menos o mérito de fazer «desaparecer» alguns destes «gulosos» mediocratas da actual vida nacional;
- Se os Bancos pagam menos IRC porque estão isentos, o BE podia acabar com essas isenções, dado que estes «artistas» sem curriculo profissional ou aacadémico, que são os nossos governantes, não o fizeram porque não quiseram;
- E se a CGD fizer verdadeiramente o seu «papel» no sector os outros Bancos têm de acompanhar a CGD, senão vão poarar às urtigas.
- Revolução social, económica e de políticas, precisa-se. Estes mediocratas é que não. Nunca mais!


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