Terça-feira, 1 de Março de 2011

"Geração à Rasca"

... há, por todo o mundo, uma geração à rasca!... quiseram reduzi-los à expressão de "imigrantes de 2ª geração" quando, em França, na Alemanha ou na Holanda vieram para a rua mostrar a sua revolta, recearam-lhes o protesto entre os povos do Magrebe e no mundo árabe... mas a geração mais qualificada que as sociedades conhecem, continua a gritar as razões do seu pensar e do seu sentir!
   Desta vez, por cá... de forma "apartidária, laica e pacífica", contra o desemprego, a precariedade, os recibos verdes e os "quinhentos euros"!
   Em Lisboa (e Porto Pr.Batalha), o protesto juntará as pessoas que se lhe quiserem associar no próximo dia 12 de Março, a partir das 15 horas, na Avenida da Liberdade...
   Por uma sociedade mais justa, apoiar a "geração à rasca" é apoiar todas as lutas cívicas pela democracia, a justiça social, a Constituição da República Portuguesa, a liberdade e o direito a uma vida digna!
(-
 


Publicado por Xa2 às 00:07 | link do post | comentar

20 comentários:
De Fora ''douradinhos'' do PSD e PS... a 1 de Março de 2011 às 08:59
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Vamos ''pôr a dançar'' os ''boys dourados''...das grandes empresas e partidos !

Já que eles nos dão música neoliberal ... vamos obrigar a dançar os ''douradinhos'' do PS e PSD...

Dia 12 Março
Participa na MANIF. da Geração Enrascada.

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Associados q. NADA fazem.

Parece que ''a coisa'' (partido e governação e país) não está bem...
mas, como em tudo, estas situações existem e mantêm-se por inércia dos ABÚLICOS e MANSOS associados ('militantes' e 'cidadãos') ...
que deixam a ''casa'' ser gerida por outros e NADA FAZEM para MUDAR os ''GERENTES/ administradores do condomínio''...
sempre à espera que outros façam o trabalho por eles...
e entretanto criticam, protestam, berram ...
mas baixinho e sem sairem da cadeira.

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! Manifes até à Revolução Partidária !

Os narizes dos portugas não sentem o ''cheiro a jasmim'' ... e de ''pólvora'' também não ... só o da ''Me......''


De ... venha o '' jasmim ''... a 1 de Março de 2011 às 09:14

De---- Cidadania e democracia -----a 25 de Fevereiro de 2011 às 14:02

Tudo isso deveria ser verdade e sê-lo-á se e quando os cidadãos o forem de verdade exercendo activamente essa cidadania .
Ser cidadão obriga a pensar, a agir com outros/as, a assumir direitos e, acima de tudo, assumir obrigações.
O exercício de cidadania obriga, primeiramente a ter uma atitude de consciência , a seguir impõem o assumir obrigações e depois, então sim, reclamar direitos.
Alguns/algumas são simultaneamente direitos e obrigações, uns e outras não podem ser separados nem deveriam ser separáveis .
Democracia sem cidadania nem sequer miragem, da dita, chega a ser mas, a maioria acredita que existe.

De-------- Centrão de interesses e ''golden boys'' -------a 25 de Fevereiro de 2011 às 11:51

'' Tirem as mãos dos nossos boys ''

Os projectos de lei do BE, do CDS e do PCP que propunham limitações nas remunerações dos gestores públicos foram chumbados no Parlamento com os votos contra do PS e PSD.

http://opaisdoburro.blogspot.com/ 18.2.2011


De Rendimentos extremos perigoso e aberrant a 1 de Março de 2011 às 09:19
De ----- E o escândalo do Leque Salarial ? -------a 25 de Fevereiro de 2011 às 14:10

Projectos demagógicos todos os que generalizem e não façam o enquadramento balizador de situações concretas.
Se calhar não queriam, mesmo, que fosse aprovado!

Meter no mesmo saco, tudo e todos, os chamados
gestores públicos é mais grave que querer misturar numa mesma empresa os que ganham 500€ com os que ganham cinco mil .

O chamado ''leque salarial'' (entre os que mais ganham e os que menos ganham, dentro da mesma empresa, ou na sociedade em geral) tornou-se escandaloso e
não conheço qualquer atitude para combater esse escândalo por parte dos referidos no comentário ou tão pouco dos "agitadores" sindicalistas.


De Moção de CENSURA do BE a 1 de Março de 2011 às 09:21

Queres mostrar a tua CENSURA ao governo e à Direita que nos desgoverna ?

(.por Francisco Louçã a Sábado, 19.2.2011, via http://www.facebook.com/notes/francisco-louca/queres-mostrar-a-tua-censura-ao-governo/10150096811188214 )

Então ajuda a divulgação deste texto, a Moção de Censura apresentada pelo Bloco de Esquerda.

Manda-a aos teus amigos e sobretudo aos teus inimigos, para que saibam que há gente - tanta gente de opiniões diferentes - que se preocupa com o desemprego e a precariedade, que responde pelos outros, que está na solidariedade e na responsabilidade.

MOÇÃO DE CENSURA (nº 2/XI) AO XVIII GOVERNO CONSTITUCIONAL

EM DEFESA DAS GERAÇÕES SACRIFICADAS

Ao longo do ano e meio do seu mandato, o XVIIIº Governo adoptou uma política económica e social que tem atingido essencialmente os trabalhadores sem emprego e os jovens da geração mais preparada que o país já formou, que são marginalizados das suas competências para se afundarem num trabalho sem futuro.
Existe hoje mais de um milhão de trabalhadores em situação totalmente precária, incluindo uma parte significativa sendo paga a troco de falso recibo verde, e promessas do Programa de Governo, como o fim dos recibos verdes no Estado, foram clamorosamente violadas.
Ora, uma economia de exploração de salários mínimos é um cemitério de talentos e uma democracia amputada das melhores qualificações.

Esta Moção de Censura recusa por isso o gigantesco embuste da distribuição equilibrada dos sacrifícios e sublinha que o emprego e o salário têm sido destruídos pela cruel insensibilidade social que corrói a economia em nome da ganância financeira,
e propõe uma ruptura democrática que evite a destruição implacável dos trabalhadores mais velhos pelo desemprego e dos mais novos no altar da precarização.

De facto, ao reduzir o apoio aos desempregados, o Governo deu um passo na sua estratégia agressiva quanto ao mercado de trabalho.
O subsídio de desemprego passou a ser apresentado como um custo e não como um direito que decorre do próprio desconto do trabalhador, como um prejuízo e não como um acto de justiça.
Agora, o Governo vai mais longe, procurando impor a redução da indemnização pelo despedimento, para o embaratecer e facilitar.

Deste modo, durante o seu mandato, apesar de ter perdido a sua maioria absoluta, o governo ignorou os sinais dos eleitores.
Promoveu o agravamento da crise social com o aumento dos impostos, a queda do investimento público, a redução de salários, a degradação dos apoios sociais com a retirada do abono de família e de outras prestações a centenas de milhares de famílias, o aumento dos preços de medicamentos e outros bens essenciais e o congelamento das pensões.

Esta orientação conduz o país para o abismo da recessão.
Agrava as dificuldades da economia em vez de lhes responder.
Condena uma parte da população ao desemprego estrutural permanente, em números que a democracia portuguesa jamais conheceu.
Reduz os rendimentos de trabalhadores e pensionistas.
Esta política condena o país ao império do abuso.

A chantagem dos mercados financeiros, incluindo da finança portuguesa, que impõem juros em redor dos 7% ao refinanciamento a dez anos da dívida soberana, aprofunda as dificuldades da economia.

Mas o governo respondeu a esta pressão favorecendo a finança ao agravar a transferência dos salários e dos impostos para os juros e, ainda, permitindo que os grandes bancos privados não paguem o IRC de lei.
Esta situação é portanto insuportável.
O país está endividado e a política orçamental precipita maiores custos de endividamento e restrições ao investimento, à produção e ao emprego.

Ora, um factor suplementar que agrava a crise actual é a forma como o governo tem desprezado os grandes combates democráticos pela qualidade dos serviços públicos do Estado Social, pela economia do emprego e contra a agiotagem financeira.

Esta insensibilidade social é a causa da falta de confiança numa governação desgastada, que foge à responsabilidade, cultiva o favorecimento e provoca o apodrecimento da decisão política.

Exige-se por isso ...
..


De Moção de CENSURA do BE a 1 de Março de 2011 às 09:22

...
Exige-se por isso um novo caminho, com uma viragem da política económica para o combate à recessão.
Exige-se a solução do défice fiscal para corrigir o défice orçamental,
a solução do investimento criador de emprego e promotor de exportações e de substituição de importações,
a solução da recuperação da agricultura para promover a soberania alimentar,
a recuperação da procura interna com a defesa dos salários,
a valorização das pensões e
o combate à precariedade em nome da vida das pessoas.

O Governo, apesar de ter sido suportado por uma grande maioria parlamentar nas mais importantes decisões económicas, não responde às grandes prioridades nacionais,
que são o combate ao desemprego, pobreza e precariedade,
antes agrava as condições do trabalho para facilitar os despedimentos e portanto os salários baixos,
seguindo a orientação do FMI que recomenda a desprotecção dos rendimentos e dos contratos dos trabalhadores.
Esta resposta agrava as desigualdades na sociedade portuguesa e é por isso imperativo,
em nome de uma política que se comprometa com a defesa das gerações sacrificadas,
derrotar as medidas que promovem o desemprego e a precariedade e convocar a democracia para que decida as soluções para o país.

Assim,

A Assembleia da República, ao abrigo do artigo 194º da Constituição da República Portuguesa, delibera censurar o XVIII Governo Constitucional.

As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
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em
http://www.facebook.com/notes/francisco-louca/queres-mostrar-a-tua-censura-ao-governo/10150096811188214


De Precaridade e Capitalismo selvagem. a 1 de Março de 2011 às 10:05
A PRECARIEDADE É A VELHA CULTURA DO CAPITALISMO!

No próximo dia 12 de Março vai realizar-se um protesto autónomo de jovens trabalhadores precários em Lisboa e no Porto.
Estão fartos de verem a idade avançar e não terem trabalho digno desse nome.
Trabalho com alguma segurança para deitarem contas á vida !
Uma vida com sentido, com alguma estabilidade financeira e com algum apoio no caso de fim do contrato ou despedimento !

Algum pensamento dominante tenta inculcar nesses jovens que a culpa é dos que têm trabalho permanente e com direitos !
Que hoje já não se pode ter emprego seguro, que o normal é mudar cada mês de trabalho, que o futuro é quase pagar para trabalhar...etc.etc.

De facto, o que se passa, e ainda recentemente foi visível na proposta do PSD para trabalho jovem, é que a actual ideologia económica passa ainda por ter trabalhadores tipo «usa e deita fora» em nome da competitividade e da realização de «um bom negócio para as empresas» como se dizia no preâmbulo do projecto lei daquele Partido.

Em primeiro lugar há que desmontar os argumentos puramente economicistas que falam apenas em competitividade e custos baixos do trabalho que, levado ao extremo, teríamos que pôr os jovens a comer uma malga de arroz como os chineses !
Mas a questão é outra.
Temos que colocar as seguintes questões de ordem económica, social e demográfica:
- quanto custa à sociedade a precariedade de trabalho e de vida?
- Nomeadamente os custos para a segurança social?
- Para a natalidade e rejuvenescimento do nosso tecido humano?
- Os custos de saúde física e mental destas gerações de trabalhadores?

Mais ainda, - quanto custará a impregnação da sociedade por uma cultura da precariedade e de flexibilidade, a verdadeira utopia deste capitalismo selvagem?
A família seria precária (já é!), as relações seriam precárias, as solidariedades vão sendo destruídas e remetidas ás associações caritativas que tratarão dos mais fracos, dos vencidos, dos que não entram na produção flexível !
Os mais lúcidos e menos resistentes entrarão facilmente na depressão e na exclusão.
Alguns serão bem pagos,mas em contrapartida será para estarem a mais de cem por cento ao serviço da empresa !
Sacrificam a família e a sua própria vida!

Ter emprego a qualquer preço sem pensar na qualidade desse emprego é caminhar para uma sociedade do desastre.
Há nececessidade de emprego qualificado e com alguma segurança para permitir a vida humana em condições de dignidade !
A actual lógica da competitividade não tem saída a curto prazo, mesmo sob ponto de vista da economia !

A luta contra a precariedade e pelo trabalho digno está hoje no coração da resistência ao capital !
Quem não quer ver.....

Publicada por A.Brandão Guedes , BemEstarNoTrabalho


De R.N.- OGrandeZoo - 25.fev.2011 a 1 de Março de 2011 às 10:42
GERAÇÕES PERDIDAS?

Escreve-se e fala-se sobre a geração sacrificada, uma geração que viu esfumarem-se sonhos. Sonhos simples de realização e dignidade, horizontes legítimos de humanidade. As emoções que guiam essa amargura são limpas e justas. A revolta por lhes ter sido confiscado o futuro que lhes pertencia é um acto vertical.

Mas há uma pequena sombra na luminosidade dessa revolta. A sombra de um esquecimento. O esquecimento de que há séculos e séculos, em cada geração, foram sempre mais os sacrificados do que os eleitos. Sob o mando de estadistas clarividentes e futurantes ou sob o peso de estadistas obtusos , foi isso o que sempre aconteceu. Não só em Portugal, mas seguramente em Portugal.

Os poderes fácticos que resultam de um domínio e que o sustentam e perpetuam, sabem que por mais fortes que sejam, não podem deixar de ser sedutores, sob pena de a sua força máxima deixar de ser suficiente para suster as pulsões de inconformismo e revolta, que reflectem naturalmente a recusa de uma subalternidade definitiva por parte dos dominados.

Por isso, especialmente quando falta um sinal estratégico, um objectivo colectivo claro, aos exércitos dos dominados, os poderes fácticos apostam na exacerbação do imediato, na cólera contra os poderes aparentes, na explosão desencontrada das emoções justas, seguros que por muito que muitos sofram por explosões sociais desgovernadas, pouco ou nada dessas marés de desgraça os atingirá algum dia.

De facto, nenhuma incompetência na gestão da coisa pública pode ser negligenciada, nenhuma ligeireza na afectação de meios públicos pode ser aceite, nenhuma corrupção que encha os bolsos de poucos à custa de todos pode ser consentida. Mas só isso nunca será suficiente. É verdadeiramente essencial ir mais longe, ir ao fundo das coisas, para que todos compreendam, para que todos os que se sentem como uma geração sacrificada compreendam, que se os poderes políticos fossem exercidos com a competência máxima, se a afectação de dinheiros públicos fosse feita com uma ponderação inultrapassável, se a corrupção fosse reduzida a zero, enquanto o modo como está organizada a sociedade, enquanto o tipo de sistema económico-social vigente, não forem substituídos, nada fará sair a geração perdida do buraco histórico em que está. E o futuro continuará a ser apenas a promessa triste de uma sucessão de gerações sacrificadas.

É realmente assim. Os erros de governação, as más escolhas, os tropeções conjunturais , as catástrofes ocasionais, quando existam ou ocorram, podem agravar episodicamente as coisas, mas não devem confundir-se com as dinâmicas socio-económicas mais fundas que estão a conduzir a humanidade para o abismo. De facto, em diversos planos, por vários acontecimentos, os sinais têm-se acumulado nos últimos anos, alertando-nos para a acumulação acelerada de bloqueios económicos, ecológicos, sociais e políticos, que tendo já conseguido extorquir ao futuro a tonalidade da esperança, começam a ameaçar cancelá-lo, pura e simplesmente, como mera sobrevivência.

E há um desafio cruel, agravado pelas conjunturas dramáticas que se têm sucedido, complicando mais e mais a escolha de caminhos: é o facto de a justiça de uma revolta não ser garantia segura do seu desenlace auspicioso. Por isso, é não só incompreensível que alguém se conforme com o que lhe parece injusto ou errado, mas também cada vez mais arriscadas as revoltas mal calibradas. Arriscadas por inadequação prática dos meios usados, por descaso pelo tipo de caminho seguido, por completa incapacidade de uma antecipação precisa dos resultados mais prováveis.

De facto, na época actual, porventura mais do que em todas as outras, a acção cívica e a intervenção política precipitadas e impulsivas podem transformar-se em inesperados e involuntários apoios ao que mais fortemente queriam combater.

Tudo isto diz, naturalmente, respeito a toda a sociedade e não apenas à geração sacrificada. Mas talvez esta possa abrir portas até hoje fechadas. Principalmente, se compreender que, estando longe de ser a primeira geração perdida, talvez possa vir a ser a primeira geração a, maioritariamente, não se conformar com isso; ou a primeira geração que, no seu todo, está em condições de poder acabar com a fábrica de gerações sacrificadas, em que o cap


De . Basta de VAMPIROS dourados ! a 1 de Março de 2011 às 09:40

BASTA de ''BOYADA DOURADA'' e de VAMPIROS ... ''Eles comem tudo e não deixam nada...''

BASTA!
NÃO FALTES ! NÃO ESPERES MAIS...
Vamos fazer a REVOLUÇÂO ''JASMIM'' em Portugal e na Europa !!

Assunto:

Manifestação na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a ''boyada dourada'' e pela JUSTIÇA SOCIAL !!

A guerra contra a chulice, está a começar.
Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!
Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para MUDAR o rumo e ACABAR com este ABUSO .

Todos os ''governantes'' [
a saber, os que se governam... e se governaram, nas Autarquias, no Estado, institutos e empresas públicas ou participadas e oligopolistas]
de Portugal (e da UE, dos globais Club da alta finança indústria e armas, thinktanks neo-cons e neo-liberais)
falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar pelo ''zé povo'', porque os grandes fogem sempre seja através de offshores ou de esquemas...

Nenhum governante (e seus lacaios comentadores e jornalistas) fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

16. .


De . Basta de VAMPIROS dourados e Banksters a 1 de Março de 2011 às 09:44

FORA os VAMPIROS !
FORA os BANKSTERS !!
FORA a ''BOYADA DOURADA'' !!!
BASTA !! BASTA !!

...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


REENCAMINHA POR TI, PELOS TEUS E PELO TEU PAÍS !


De Limitar vencimento dos gestores ! a 1 de Março de 2011 às 09:54
What's up, Doc?

Pedro Passos Coelho esteve em silêncio durante uns dias. Consequência: O PSD subiu nas sondagens. É sempre assim quando PPC fica calado.

Mas PPC, que segundo alguns comentadores políticos está em fase de aprendizagem (sem nunca dizerem de quê e para quê), detesta ver o seu Partido com pretensões a chegar ao poder com maioria absoluta e voltou a falar para reconhecer as suas limitações.

Dizia ele, se bem ouvi, que
limitar o vencimento dos gestores públicos ao ordenado do Presidente da República *, era promover o clientelismo e a incompetência
porque os melhores recusariam assumir lugares nas empresas públicas.

Estando ele na corrida para ser Primeiro-Ministro, que ganha menos que o Presidente da República, ficamos esclarecidos sobre a sua competência, não é?

* O actual Presidente da República, tendo sido obrigado a optar entre o vencimento do cargo ou as suas reformas, optou pelas reformas por elas serem superiores ao vencimento de Presidente da República.
Fica a lembrança só para se ter uma ideia do espólio feito aos contribuintes a favor do pagamento de pensões vitalícias superiores ao vencimento do mais elevado cargo do Estado.
Há que nascer duas vezes...

LNT, [0.072/2011], A Barbearia do sr.Luís


De Wikileaks: MAUS gestores/govern/generai a 1 de Março de 2011 às 10:25
Frases pouco abonatórias sobre as forças armadas

Dos relatórios e telegramas da WIKILEAKS ressaltam coisas várias como por exemplo:

"Há uma cultura nas forças armadas em que, quase sempre, a melhor decisão que se pode tomar é não tomar decisões, dizem os americanos"

"A necessidade de consenso na estrutura militar inviabiliza muitas vezes os planos do governo"

Duas frases que dizem muito sobre a imagem externa das nossa FA pelo menos nos EUA.

Duvido que muitos mais países não pensem isto de nós.

# posted by Joao Abel de Freitas
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Ainda o WIKILEAKS...

Também revela que sucessivos embaixadores americanos em Lisboa acusavam RUI Machete, o Presidente da FLAD - Fundação Luso-Americana - de má gestão e aproveitamento do cargo para fins pessoais e nesse sentido insistiam para que ele saisse.

Demorou muito a sua saída para os americanos.

Finalmente aconteceu.

Machete despediu-se com uma festa onde esteve presente Cavaco Silva, relata o Expresso.

# posted by Joao Abel de Freitas
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2011-02-27

Paulo Portas gosta de brinquedos muito caros e inúteis

Soubemos pelo WIKILEAKS que o ex- embaixador americano em Portugal, Thomas Stephenson considerava que muitos políticos portugueses gostavam de brinquedos muito caros e inúteis.

Por outro lado arrasou completamente o Ministério Português da Defesa, onde afirma que há mais generais por habitante que na maioria dos países.

Mas afinal onde está o porquê do título deste poste?

Exactamente porque o embaixador refere os submarinos como um desses brinquedos, dos mais caros mesmo e foi, como todos sabemos, o Dr. Paulo Portas quem decidiu a compra.

Etiquetas: Brinquedos caros, Paulo Portas, Submarinos
# posted by Joao Abel de Freitas , PuxaPalavra


De ''Like'' : juntar-se a outras pessoas. a 1 de Março de 2011 às 22:50
o poder do LIKE

José Vítor Malheiros, Público

Lemos jornais para sermos cidadãos. Quando usamos o Facebook, somos cidadãos.

Os especialistas da comunicação sabem há muito que não são os massmedia nem os "líderes de opinião" que geram a opinião pública, mas
sim a comunicação entre os cidadãos que se estabelece na sequência da acção desses media e desses líderes de opinião.
Os media funcionam como um motor de arranque, fornecendo informação que os cidadãos
digerem e comentam nos seus círculos de relações, em iterações constantes, até que uma opinião se começa a solidificar.
Essa opinião pública é influenciada pelos media, mas não é comandada pelos media, pois a discussão subsequente realiza um trabalho crítico sobre a
informação que lhe dá origem - e pode pô-la em causa.

Nunca acreditei que as pessoas liam jornais "para se informar" ou "para saber o que se passa no mundo" - como pretendia o paradigma clássico, contaminado por uma ideia escolar da informação.
Sempre acreditei que as pessoas querem saber o que se passa (no mundo, na sua rua) para poderem falar uns com os outros.
E o tema dessa conversa pode ser, no limite (como vemos acontecer com a televisão e com os tablóides, mestres na auto-referência), o que se passa nos próprios media.
É a conversa que conta. Sentirmo-nos ligados aos outros.
Comentar, confrontar opiniões, indignarmo-nos, congratularmo-nos e tomar decisões com os outros a partir dessa informação. É essa comunicação, lateral, horizontal, verdadeiramente social, inter pares,
que condiciona o nosso uso dos media.

Outra maneira de o dizer é que lemos jornais para sermos cidadãos, concidadãos, vizinhos.

No momento em que a tecnologia facilita de uma forma inesperada esta comunicação entre cidadãos através da Web e das redes sociais - e tendo os media, apesar de tudo, o papel privilegiado que têm nessa discussão -, é estranho constatar que tantos órgãos de comunicação continuam a não perceber este facto evidente e a queixar-se da sua crescente irrelevância.
A verdade é que, na prática, a maioria dos jornais ou televisões continua a considerar o jornalismo mais como uma conferência do que uma conversa (para usar a imagem que o guru dos media Dan Gillmor tornou famosa) e a negar-se à interacção com os seus leitores e espectadores.
É toda uma nova tecnologia de comunicação que
é preciso aprender - e não falo aqui de ferramentas, mas de práticas.

As recentes revoluções na Tunísia e no Egipto - e, em menor grau, a da Líbia - mostram-nos ao vivo o poder desta comunicação horizontal que é o coração daquilo a que chamamos a sociedade civil.
Uma comunicação que se transforma em participação e que se apodera do espaço público.

Que as redes sociais põem as pessoas a falar umas com as outras já sabemos. E sabemos que as redes sociais permitem uma fluida (e anónima) partilha de informação.

Mas uma das mais extraordinárias (e discretas) inovações das redes sociais é o facto de facilitarem a
agregação das pessoas em torno de ideias, de sentimentos, de gostos e de necessidades partilhadas.
E de o permitirem de uma forma orgânica e mesmo não discursiva.
Os activistas que criaram as páginas do Facebook
que contestavam a corrupção, a repressão e as condições de vida no Egipto descobriram, no espaço de semanas, que havia um número inesperado de pessoas como eles.
Tudo o que essas pessoas tiveram de fazer para dar um passo em frente foi clicar no botão Like que aparecia no tipo dessas páginas.

Algo mais fácil e menos comprometedor do que inscrever-se num movimento, mais fácil do que votar, uma adesão soft, mas que era o sinal de que estas pessoas queriam mudar a sua sociedade, um sinal que arrastou milhões que esperavam.

É este poder de agregação, de reunir instantaneamente grandes números de pessoas
semelhantes entre si e predispostas a uma acção comum, que o Facebook e outros sites oferecem.

É o Like que está a mudar o mundo.


De Revolta contra Partidos das Oligarquias a 2 de Março de 2011 às 17:47
Os meus parabéns ao Expresso e aos seus dois mil exemplares.
No Expresso de hoje não foi a parolice dos nossos governantes, o seu novo riquismo, que os levou a gastar milhões com brinquedos de guerra, bem como ter um primeiro ministro que se preocupa mais em ser o governante que melhor veste do que em governar com rigor e verdade.

O que mais gostei nesta Edição foi do artigo de Henrique Monteiro, na última página

“SEMENTES de uma REVOLTA”.

Precisamos de outros políticos. Mas isso é difícil, porque os partidos são máquinas que servem de cinturão de segurança a uma OLIGARQUIA que anda a esbanjar o nosso dinheiro, o dinheiro dos contribuintes.

Sem uma reforma dos partidos não é possível aparecer gente que entenda a política como um serviço púbico.
Os partidos “fabricam” chicos-espertos e não políticos com sentido de Estado.

Mas essa reforma tem de vir por uma pressão dos cidadãos. Havia um processo que faria essa pressão:
bastava que o voto em branco fosse reconhecido como um acto útil, porque tinha consequências:
contar, na distribuição proporcional que é seguida pelo método D’Hondt, como voto num imaginário partido dos que não se sentem representados pelos candidatos propostos.
E a sua percentagem corresponder a uma percentagem de cadeiras vazias no Parlamento.

Não tem tido muitas adesões a petição que neste sentido coloquei na internet.
Pode ser que esta crise económica, de lideranças, de mediocridade e com uma corrupção que graça por todos os lados, inclusivamente pelas instituições, leve os cidadãos a pensarem nisso.

Pensem e subscrevam a petição «Para que o Voto em Branco conte e seja útil, corresponda a cadeiras vazias na A.R.» em:

http://www.peticaopublica.com/?pi=JBM

# posted by Primo de Amarante , http://margemesquerdatribunalivre.blogspot.com/


De Vão à LUTA ou ... EMIGREM. a 2 de Março de 2011 às 14:55

A Nação à Rasca


Só para início de conversa e para que fique claro:

Concordo que, em vez de chorarem pelos cantos embalados pelo faducho do já não posso mais,
vão para a rua GRITAR que é tempo de mudar antes que os mandem embalar a trouxa e zarpar.

De resto considero que é muito mau caminho virarem-se contra os vossos pais para lhes dizer que a geração deles é a geração dos direitos adquiridos depois deles terem lutado para que esses direitos vos tenham permitido adquirir a tal preparação que agora fazem finca-pé em lhes atirar à cara.

É muito mau caminho fazerem o jogo da guerrilha geracional contra aqueles que penaram toda a vida para vos dar habilitações (isso da preparação é outra coisa e não se deixem enganar, ainda vão ter de fuçar muito para atingirem a preparação dos vossos pais) que vos permitem ir além.

É muito mau caminho considerarem o estudo como bagagem de viagem para primeira classe porque o que ele é, é um bem em si mesmo.

É muito mau caminho deixarem-se escravizar.
Foi exactamente para o evitar que os vossos pais prescindiram do muito que vocês agora têm.

Dito isto, deixem-se de chorinhos e VÃO à LUTA. Oxalá consigam dar um chuto nos manipuladores que se querem colar ao vosso descontentamento para continuar a chular-vos.

LNT, [0.077/2011], A Barbearia do sr.Luís


De UAO -- União Anti-Oligarquias a 2 de Março de 2011 às 17:57

Pela REFORMA dos Partidos e dos Sindicatos.

Vivam os Cidadãos que Lutam pela Justiça Social, pela Transparência, pela Liberdade, contra a Corrupção, contra o Nepotismo e o Assédio no trabalho.

UAO - União Anti-Oligarquias


De DD a 2 de Março de 2011 às 23:15
O BE é essencialmente uma formação trotskista e Louça fez parte da Internacional de Ernst Mandel .
Como os partidos trotskistas nunca tinham eleitorado suficiente, disfarçavam-se umas vezes de outra coisa qualquer ou faziam a política do entrismo , isto é, procurava penetrar nas estruturas dos partidos sociais-democratas, socialistas e trabalhistas para aí os derruírem por dentro com a eterna ideia de que há uns, os governantes, boys , etc., que têm tudo e outros não têm nada. Focam sempre a sua atenção em diferenças salariais que sempre houve por toda a parte do Mundo, menos nos países governados por trotskistas porque simplesmente nunca existiram. Agora estamos num mimetismo simiesco . Leu-se o que se passou nas ditaduras de assassinos e pretende-se que a democracia portuguesa é o mesmo, só porque o administrador da PT ou da EDP ganha mais uns cobres. O Governo do PS vai cair com qualquer moção de censura a ser apresentada ainda antes do verão e será substituído por uns novatos inexperientes que, obviamente, não vão fazer nada.
O Saraiva do Sol deu as dicas necessárias ao Passos Coelho e disse que devia dizer já a verdade ao País, a verdade deles os do PSD, que o Estado Social é inviável e deve acabar como a escola pública e muita coisa mais e o despedimento não pode deixar de ser liberalizado. Ninguém quer perceber que há o querer (uma política progressista e avançada) e há o poder em função dos ciclos económicos e do resultado das guerras comerciais.
A China comunista impôs ao Mundo a competitividade por via do salário miserável que foi aproveitada pelas multinacionais para ganharem muito mais dinheiro à custa do desemprego.
Neste blog verifica-se a entrada de trotskistas do BE que estão aqui para destruirem o socialismo democrático, o seu grande inimigo, pois julgam que vão colher os cacos eleitorais do PS para juntar aos seus poucos votos. Isso não sucedeu na Itália nem na França ou na Espanha. Ou há PS ou há direita de pau feito à italiana ou sei lá do quê em França, etc.
O défice de 4,6% previsto para este ano é já excessivo e ninguém pode dizer que seria possível um défice mais elevado numa zona monetária que não emite moeda; e se o fizesse arriscar-se-ia a fazer entrar 330 milhões numa inflação incontrolável.
Qualquer política é sustentável apenas pela economia existente e nunca pelo endividamento permanente.
Os entristas neste blog são cobardes, não têm nome nem cara e ninguém sabe o que fizeram na vida e o que sabem escrever. Escondem-se no anonimato porque não representam nada nem ninguém.
Eu não sou anónimo e basta clicar em DD para aarecerem os meus blogs e o meu nome verdadeiro, Dieter Dellinger de que não me envergonho como também não tenho vergonha do meu passado e não sou cobarde na defesa das minhas ideias. Sempre dei a cara a qualquer adversário, tanto no passado como agora e não tenho a inveja mesquinha de qualquer um um que use uma camisa melhor que a minha. Eu faço parte do grupo dos que não têm nada, a não ser as suas ideias e uma paixão pela democracia social que estará sempre longe da perfeição, porque só os estúpidos são perfeitos ou julgam-se como tal.


De ?? !! ?! ... a 3 de Março de 2011 às 11:14
DD
anda algo enganado nos seus comentários e análises ...
(em que alguns aspectos até são partilhados por outros 'postantes' e comentadores deste blog, ...
mas esses procuram não fazer leituras ou defesas cerradas e cegas,
nem enganosas misturas de números/estatísticas com argumentos opinativos ou enviesadas conclusões...)
misturando 'alhos com bugalhos' ...

Agora sobre:
- infiltrados do BE e trotskistas neste blog ?!
- para destruir o socialismo democrático do PS ?!
- anónimos estúpidos e cobardes ?!
...
Nem merecia resposta ...
mas sempre lhe digo que ''ESTE ANÓNIMO'' (e visitante assíduo do Luminária):

1 - não se considera ESTÚPIDO (aliás dispõe de vários graus académicos, viajou por muitos países da Europa Ásia África e América, conhece várias línguas, etc)
2 - o 'COBARDE' (embora insultuoso e ao qual não respondo nesse registo) é um 'conceito' subjectivo e exige perspectiva, comparabilidade, análise circunstancial, estratégica, psicológica e comportamental mais aprofundada ...
mas, quanto ao meu caso, no meu currículo inclui-se ser filiado no mesmo partido que DD, ter sido autarca, membro (e até presidente) de várias associações cívicas sociais e profissionais ... para além de ter já passado por algumas situações de elevado risco vital.
3 - para saber QUEM anda a DESTRUIR o ''socialismo democrático do PS'', deste PS, ainda haveremos de fazer o ''deve e o haver'' ... embora seja muito discutível (e cada vez mais questionada, dentro e fora do PS) que ''a prática deste PS'', especialmente nestes últimos mandatos tenha sido ''socialista'', democrática'', ''socialista democrática'', ou ''social-democrata'' ...
4 - quanto a INFILTRADOS do BE e trotskistas neste blog... DD não deve ter lido o editorial deste blog nem sequer o seu subtítulo «Luminária. Espaço plural de opinião política» ... com total Liberdade de Expressão (e respectiva Responsabilidade) e caixa de comentários sem restrições de entrada, de identificação, de moderação (de prática mantida desde o início, embora tecnicamente possa ser feita)...
5 - sobre o BE e trotskistas em especial estou-me ''nas tintas'' ... e creio que a maioria dos portugueses (e até dos filiados ou simpatizantes no BE) pouco ou nada sabem nem querem saber de Trotski, suas ideias e apoiantes, ... pois o seu entendimento e interesse histórico-político mal chega a 1974...

Cidadão Anónimo


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 3 de Março de 2011 às 15:12
Como é que o amigo ainda responde séria e educadamente a este comentário de DD é que me admira e muito.
Porque este tipo de comentários que DD já habituou quer os parceiros de postagem deste blogue quer os leitores e comentaristas, não merecem, a meu ver, esse respeito.
O homem é um velho vaidoso impertinente. Sente-se bem a achincalhar os outros. Considera-se um ente superior e como escreve com relativa facilidade, usa essa sua capacidade, para baralhar e dar de novo.
E se o amigo tem reparado DD tem o hábito de chamar ESTÚPIDOS aos outros.
E não é um hábito menor, é antes uma palavra que usa par,a no fundo, afirmar a sua suposta superioridade sobre a restante humanidade.
Tivesse a história dado a oportunidade de verdadeiro mando a esta «coisa» e teríamos aí mais um hitlerzoco » desta vez um alemão com upgrade lusitano...
E veja o amigo como ele não se cansa de se afirmar como antigo deputado, fundador do PS, da Cooperativa, autarca, e o raio-que-o-parta , de tudo o que ele, pensa, poder dar-lhe idoneidade. Deve ser uma frustração do caraças de ninguém lhe ligar nenhuma. E logo a um gajo com um «currículo» destes... Coitado! Deve ser triste chegar assim ao fim da vida, enganado.
Vale-lhe ser «cego» e não perceber bem o ridículo a que se expõe. E logo ele, que foi aquelas «merdas» todas… e logo aqui no Luminária, onde ele pensaria estar entre «pares» que lhe iam «aparar o parlapié todo»... e, pelo contrário não lhe dão o mínimo crédito. A não ser o amigo (e poucos mais) que ainda lhe «aparam» estes «golpes», com explicações sérias e educadas à verborreia do piqueno pseudo-ditador...
Quer uma opinião? Não lhe dê o «troco» que ele pretende... Com isso o «coisinho» pensa que está a atingir os seus objectivos... e se calhar até está! Bem-haja.


De + de 37.000 vão manif em todo País a 7 de Março de 2011 às 12:27
Mais de 37 mil pessoas confirmaram até hoje, no Facebook, a participação no Protesto Geração à Rasca, agendado para 12 de março em Lisboa e Porto, mas que já se estendeu a Viseu, Leiria, Faro, Funchal e Ponta Delgada.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Na página do Facebook da iniciativa, o apelo é lançado aos “desempregados, ‘quinhentoseuristas’ e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal!”.

Paula Gil, uma das organizadoras, não esconde o seu espanto pela enorme adesão que teve a iniciativa, que começou por ser uma ideia de quatro amigos, mas explica-a de forma muito simples: “a precariedade é transversal e afeta muita gente”.

A ideia partiu de uma conversa entre quatro amigos, que estavam a debater a situação do país e que, sabendo que havia muita gente na sua situação, se lembraram de criar uma página na rede social Facebook a apelar para um protesto, explicou à Lusa Paula Gil.

“Nunca pensámos ter um crescimento tão grande em tão pouco tempo. Ao fim de alguns dias, tínhamos 800 inscrições, de várias pessoas que nenhum de nós conhecia”, afirmou.

Mas as proporções que assumiu a iniciativa dos jovens foi tal que acabou por sair do seu domínio e aquilo que seria um protesto simultâneo na Avenida da Liberdade, em Lisboa, e na Praça da Batalha, no Porto, já se estendeu a Viseu, Leiria, Faro, Funchal e Ponta Delgada.

“Pelo menos esta é a informação que nos tem chegado. Fomos recebendo contactos destas cidades e embora não sejamos nós a organizar o protesto nas outras cidades, acredito que vai haver adesão”, disse Paula Gil.

A página foi criada por João Labrincha, com a participação de Paula Gil, Alexandre de Sousa Carvalho e António Frazão.

O protesto, que se afirma “apartidário, laico e pacífico”, reclama o direito ao emprego e à educação, a melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade, pelo “reconhecimento das qualificações, competência e experiência, espelhado em contratos e salários dignos”.

Quanto a expetativas de participação no evento, Paula Gil reconhece que não pode elaborar previsões com base no Facebook, mas tem “esperança que a adesão seja tão grande ou maior do que o número de inscrições”.

Segundo a organizadora, a autorização para o protesto já foi pedida ao Governo Civil.

Questionada sobre as mudanças que os organizadores esperam poder vir a operar no país com este “Protesto da Geração à Rasca”, Paula Gil responde: “temos esperança de colocar, ainda mais do que já colocámos, o tema na agenda política e que se perceba que as soluções partem de uma concertação social entre todos, incluindo nós”.

Na página do protesto, no Facebook, é pedido aos manifestantes que levem uma folha A4 com “o motivo da presença e uma solução”, para depois ser entregue na Assembleia da República.


De Gerações à Rasca a 7 de Março de 2011 às 12:56


PROTESTO da Geração à Rasca

12 de Março 15Horas em Lisboa, no Porto e na praça principal da Tua Cidade.
A RUA e a VOZ são Nossas.

ESTAMOS a CAMINHO

Art. 21º - Direito de Resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.

in Constituição da República Portuguesa

PORTUGAL diz :
PRESENTE !


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