3 comentários:
De DD a 11 de Junho de 2009 às 23:08
Só há uma solução possível para acautelar os dinheiros depositados na banca. É todos os bancos terem um administrador especialmente colocado pelo Banco de Portugal para vigiar de perto todas as operações e, por outro lado, todas as transferências para o estrangeiro, especialmente para os offshores, devem ser reportadas ao BP com a informação do objectivo e do nome dos recebedores.
Mesmo assim pode haver fraudes, pois o administrador do BP e o próprio BP podem não saberem ajuizar da validade de uma fábrica de máquinas do tipo multibanco no estrangeiros, por exemplo, para onde foram encaminhados 38 milhões de euros que se esfumaram, naturalmente para contas de Oliveira e Costa, Dias Loureiro e quiçá outros grandes da política PSD.


De DD a 5 de Junho de 2009 às 23:59
É difícil julgar na praça pública porque não se conhece toda a verdade. O BPP pode ter funcionado à Madox ou D. Branca ou os seus fundos de "retorno absoluto" foram investidos em acções e bens que perderam o seu valor com a actual crise mundial. Está a acontecer isso em todo o Mundo. Claro, nos bancos maiores que davam juros mais baixos houve também imparidades, mas os casos foram resolvidos entre clientes e banco (mais ou menos).
De qualquer modo, o grave é que mais de 15 milhões de euros saíram do BPP para uma conta secreta de um grande accionista ou do próprio Rendeiro. Isso já é roubo.


De [FV] a 5 de Junho de 2009 às 21:15
Se houve fraude, gestão danosa, abuso de confiança, etc., etc., pelos gestores do BPP, então é um caso de polícia. Os clientes do banco devem usar os recursos normais para resolver estas questões - os tribunais.
Agora lembrem-se que este banco até tinha no nome o de 'privado'.
Não era uma instituição pública.
E não vi ainda nenhum cliente deste banco vir devolver os altos juros recebidos quando tudo lhes corria de feição... E oiço dizer que os juros pagos eram dos melhores do mercado...
Não colocaram as 'poupanças' no CGD, por exemplo, que pagava um juro inferior.
Então queriam banca privada para os lucros e quando é para os prejuízos querem que seja o público a pagar.
Parece-me que esta 'estória' é triste mas não é ingénua.
Lamento mas pena não tenho. As pessoas são é gulosas. E gula dizem que é pecado.
Pena tenho daqueles que levaram a vida toda a trabalhar e não tinham poupanças para fazer quer no BPP quer noutro qualquer. Ou daqueles que procuram fugir à fome e morrem numa embarcação quer vindos de África para a Europa, quer vindos de Cuba para a América.


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