3 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 2 de Março de 2011 às 18:18
É tudo muito giro, mas custa muito dinheirinho aos contribuintes quer no recuperar, quer no equipar, quer no manter. E muitas vezes não serve ninguém ou quase ninguém ou apenas pequenas franjas da população.
Também é necessário espírito reformista e de vanguarda. É preciso saber distinguir o necessário e essencial do acessório e melancólico. É preciso deitar abaixo para acabar com estas misérias visuais.
Porque não somos uma cidade rica em que é preciso recuperar tudo o que é velho ou que representa o passado. Agora deixar ao abandono e por em perigo a população não é realmente solução.
Vivemos uma época em que oscilamos entre a utopia do belo e do saudoso e a época do utilizador pagador...
E os fregueses do Lumiar (Lisboa) têm que se preparar e adaptar às realidades dos custos que representam manter estas memórias. è que meia dúzia de memórias não representam a memória de muitos que teriam que pagar essas memórias independentemente do valor intrínseco do património aqui referido. E esta minha reflexão não vale só para este caso. Vale também para uma reflexão mais alargada ao património construído de toda a cidade. Vejam as avenidas da Liberdade, Fontes Pereira de Melo e da República. Façam o esforço de se lembrarem como eram e vejam o que está. Mas com os maus exemplos também se aprende. Ou melhor, devia aprender. Digo eu, não sei...


De Zé T. a 2 de Março de 2011 às 14:43
Nota:
Este edifício, muito degradado e isolado, não é propriamente um ''palacete'' e não pertence ao conjunto dos edifícios principais da Quinta das Conchas e dos Lilases. Era um pavilhão-mirante construído no ponto mais alto da Quinta e rodeado por um bosque-mata.


De Entre o governar e o governar-se a 2 de Março de 2011 às 12:57
Um "verdadeiro" pombal em vez de ali ser implantada uma boa biblioteca que, tendo em conta toda a sua envolvente ambiental e académica deveria e proporcionaria , por certo, bons resultados.

Somos pobres de ideias de saberes e de eficácia patrimonial.

Somos "um povo estranho que nem se governa nem se deixa governar" parece que quem o diz governar governa-se e pronto!


Comentar post