1 comentário:
De Doido varrido a 18 de Março de 2011 às 23:59
Defendo a actividade empresarial como forma de Arte. Sendo o lucro essencial, não ser a motivação única. Sendo o prazer de ser criativo também motor do investimento. O gosto por ser útil e o gosto por proporcionar o melhor produto da melhor maneira possível. As empresas seriam qualificadas na relação entre a qualidade do produto e qualidade de vida dos seus trabalhadores.assim como na relevância social e não apenas no montante dos seus lucros. Os poderes públicos dariam tratamentos distintos àquelas que se aproximassem de um ideal e não àquelas que mais contribuem para o orçamento do Estado. As empresas classificadas de pouca relevância social, além de criar emprego, pagariam mais impostos. As que fossem consideradas como exemplo da Arte do empreendedorismo teriam benefícios fiscais e apoio diferenciado. A realidade não se compadece com tais propósitos? Tanto pior para a realidade.


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