2 comentários:
De Porque não? a 11 de Abril de 2011 às 01:00
Assim de memória, sem fazer qualquer pesquisa, lembro-me do independente Hernâni Lopes, ministro das Finança num governo PS que nas eleições para Presidente da República, apoiou Cavaco Silva, contra Mário Soares.
Mais próximo, no Governo Sócrates, Freitas do Amaral foi ministro dos negócios estrangeiros e a seguir apoiou Cavaco Silva contra Manuel Alegre.
Um dos principais apoiantes de Passos Coelho, Nogueira Leite foi secretário de estado das finanças no governo do eng. Guterres.
Nas eleiçoes presidenciais de 2006, Miguel Veiga, militante do PSD, apoiou Mário Soares contra Cavaco Silva. Quem do PS contestou este apoio?
Estes. Assim. De repente.
Como pode haver telhados de vidro? Mas o que é aceitável (?) para mim, não se aplica aos outros? É este o conceito de democracia dos socialistas?


De É pena a 11 de Abril de 2011 às 09:22
De acordo.A liberdade deve dar direito a toda e qualquer pessoa de mudar. Não é isso que está em causa. O que é questionável são as razões de o fazer.

Depois de tanto mal dizer dos partidos e do sistema actual seria lógico que a exigência fosse o compromisso, por parte do PSD e de Passos Coelho, darem mostras de diferentes comportamentos partidários e de atitudes dos dirigentes. Não não foi nada disso. Foi tão somente o lugarezito na presidência da Assembleia de República. É pena, é lastimável .

Continua igual a esses outros de que fez, e bem, referencia. Então onde está a diferença de Nobre?.

É outro bleuf, não é verdade?


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