De Políticos Liquidatários co-Assaltantes.. a 29 de Abril de 2011 às 17:21

E quando não houver mais nada para vender?
" (.....)

Não deixa de me surpreender o apetite que as empresas ainda estatais em Portugal geram nos grupos económicos.
Nem a forma como os políticos aceitam ser o suporte governamental a esse ASSALTO aos bens, que supostamente deveriam ser e estar ao serviço de todos os cidadãos.
Já agora, expliquem qual o interesse de privatizar o sector da saúde e segurador da CGD, ou seja, empresas como o Hospital dos Lusíadas e os seguros de saúde Multicare, que não seja possibilitar que os seus lucros sejam auferidos pelos privados que as adquirirem?
E para quê privatizar mais uma parcela do sector das águas? Para mais quando se sabe que a água potável é um recurso natural em desaparecimento.

Será que, além de prosseguir na missão de entrega dos bens públicos a privados, Passos não tem outras propostas para o país?
Aguardemos pelo fim do programa eleitoral para aferir se Passos é um candidato a primeiro-ministro com dimensão nacional ou apenas um chefe de partido que une os militantes na voragem do assalto aos cargos e aos empregos da administração e à venda de bens públicos.

Por agora, só mais uma pergunta:
e quando não houver nada para vender?
Qual o projecto de Passos para além de se comportar perante o Estado português como um gestor de empresa em fase de liquidação? "

São José Almeida, "E quando não houver mais nada para vender?", Público, 2.04.11
- por J em http://www.assedio.blogspot.com/ 13.4.2011


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