Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

A licenciada em sociologia Marisa Matias de 33 anos de idade, eleita para o Parlamento Europeu pelo Bloco de Esquerda, não é nem mais nem menos que a namorada e companheira de Miguel Sacadura Cabral Portas de 51 anos de idade, o número um da lista.

Ambos vão pois para o Parlamento Europeu auferir de dois salários que somam cerca de 15 mil euros mensais acrescidos das despesas de viagem e estadia pagas contra factura e despesas de assessoria, etc.

Trata-se, como é sabido de toda a gente, de uma personalidade muito "conhecida" do grande público. Nunca tinha ouvido falar na senhora dos longos cabelos negros e, apenas sei, que concorreu a umas eleições à Câmara da Covilhã em que perdeu porque está escrito na Net. Mas agora, os míseros 381.791 votos permitiram a sua eleição, pois estava em segundo lugar a seguir ao companheiro Portas.

O homem tem bom gosto e, neste aspecto, não é igual ao mano.

Excelente exemplo de nepotismo do Bloco de Esquerda. Tudo em família na esquerda trotsquista, maoista, etc.


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Publicado por DD às 22:28 | link do post | comentar

23 comentários:
De isolda a 12 de Junho de 2009 às 08:58
Não sei qual é o mal do Paulo Portas ter uma namorada ou amante. E então com 51 anos, é a idade típica dos homens procurarem companheiras mais novas para compensarem a andropausa. Sim, porque assim como as mulheres têm a menopausa, também os homens têm a andropausa.

isolda


De DD a 12 de Junho de 2009 às 09:17
O Paulo Portas pode é ter um namorado. Talvez seja o Nuninho.
Aqui trata-se sim do Miguel Portas. Esse parece que não é bicha.
A Isolda enganou-se no nome.


De isolda a 12 de Junho de 2009 às 09:04
Esqueci-me duma coisa: quanto a achá-la atraente Senhor DD, para o meu gosto, acho-a um bocado "pirosa".

Mas emfim, gostos não se discutem.

isolda


De Anónimo a 10 de Setembro de 2010 às 15:06
segundo dizem é uma peixeira de primeira apanha


De marcadores a 12 de Junho de 2009 às 10:29
Miserável o conteúdo deste ‘post’.
Política rasteira ou de baixo nível, infelizmente tão em voga em alguns circuitos da nossa sociedade.
Lamento vê-lo aqui no Luminária.
Mas quero pensar que é apenas um desabafo de um velho e socialista ressabiado.
Velho porque as alusões sexuais levam-me a pensar que tem frustrações, inveja e saudades do que já não consegue… e socialista porque é o discurso desesperado de quem não percebeu o que lhe aconteceu nestas eleições.
E é pena porque em vez de só ‘postar’ no Luminária, poderia também ler o que outros lá escreveram. Encontraria aqui imenso para reflectir… em vez de espumar ou salivar.


De DD a 12 de Junho de 2009 às 21:30
Na Roménia foi considerado escandaloso o facto de o presidente colocar a sua filha na lista dos deputados elegíveis ao PE; na Itália, Berlusconi colocou lá algumas antigas amantes e "amigas" caracterizadas pela sua beleza.
É certo que os partidos comunistas e trotsquistas não se incomodam com a monarquia comunista da Coreia do Norte, nem com a ditadura da família Castro em Cuba.
Eu considero que os partidos não devem escolher pessoas por serem da família ou por terem relações sexuais.
Como socialista, sou fundamentalmente republicano e anti-monárquico. Acho que a política não deve ser dirigida por famílias ou por pessoas com outras relações que não sejam a qualidade e o prestígio junto das massas populares.
Por isso, o BE "ganhou" as eleições com 381.791 votos e o PS perdeu com 945.368 votos.
Os dois economistas, Louçã e Miguel Portas, parece que nem sabem fazer contas.


De AV a 6 de Outubro de 2009 às 01:37
Sem querer meter a foice em ceara alheia pergunto
Quando e que aprendem a separar a vida privada da publica
Sao 2 coisas totalmente distintas
Por favor crescam e nao julguem pelas aparencias
Bom dia a todos


De rosa a 13 de Junho de 2009 às 23:28
Não gosto mesmo nada destes comentários.
Politica barata, sem interesse.
Por favor elevem o nível.
As pessoas devem ocupar o seu lugar pelo valor.


De DD a 14 de Junho de 2009 às 17:23
O que diriam se o Sócrates tivesse colocado a sua namorada Fernanda Câncio em número dois na lista para o PE, logo a seguir ao avô cantigas?

Não me esqueço o que vários jornais e muitos blogs disseram de um indivíduo que foi fotografado com o Sócrates numa praia; que era o seu "amante", quando na verdade era o irmão e ele estava em família com a mãe, filhos, etc.

O Sócrates foi e é a pessoa mais atacada de sempre em Portugal por motivos pessoais e políticos. Tudo foi inventado contra ele, incluindo uma pretensa homosexualidade e garantiram que vivia com o actor Diogo Infante, o que nunca foi verdade, etc., etc.

Por isso, eu sinto-me no direito de acusar toda e qualquer prática de nepotismos sexual como é o caso da Marisa Matias que nunca foi requestada pelas terlevisões e jornais para dar entrevistas porque não tem categoria, enquanto o número três do BE tem participado em debates e revela-se uma pessoa muito bem preparada e com ideias muito positivas.

Sim, mesmo no PS, Margem Esquerda. Por causa do nepotismo sexual, familiar, etc. não faço parte da Comissão Nacional e estão lá 7 homens e mulheres que não foram eleitos por nenhuma das bases do PS, quando eu que fui eleito fiquei de fora. E só fomos eleitos 20 camaradas, mas foi necessário colocar à frente o sobrinho, a amanate, o familiar de um ou de outro, etc., Enfim, uma VERGONHA.

Abaixo o Nepotismo. Quem não sabe o significado que vá ao dicionário.


De rosa a 14 de Junho de 2009 às 22:44
De acordo abaixo aos favoritismos, mediocridade .
Mas não me lembro de um governante que tenha tido este clima.
Será que também não tem um bocadinho de culpa.


De p D s a 27 de Outubro de 2009 às 12:31
"(...) não faço parte da Comissão Nacional e estão lá 7 homens e mulheres que não foram eleitos por nenhuma das bases do PS(...)"

Então porque não fez um post sobre isso, sobre não estar na Comissão Nacional ?

Afinal de contas, é isso que lhe está "atravessado"?

E que tem a Marisa a ver com o que se passou consigo ???

Mas pronto, se acha que é assim que funciona, e se quer tanto o lugar na Comissão Nacional...então olhe, arranje um Amante que lhe garanta o lugar, só depende de Si !!!



De marcadores a 16 de Junho de 2009 às 09:42
Sim e não.
Sim, sim concordo com o conteúdo. Não, não concordo com a forma.
Não é o mau comportamento dos outros que permite o nosso também mau comportamento.
Não, não devemos ser iguais na falta de categoria. O que nos distingue é a diferença, não a igualdade.
Percebo a revolta e a dor, mas não contem comigo para ser solidário nos comportamentos que condeno aos outros.
E a política que envereda pelo ódio e pela violência (nem que seja só verbal) é terrorista.
Alguém uma vez disse que o que distingue os Homens dos animais é fundamentalmente a contenção – do sexo e da violência.
Fácil é responder letra a letra, difícil é ter classe.


De anónimo a 16 de Junho de 2009 às 13:13
concordo com ''marcadores'' e ''isolda'' ... e com ''DD'' no que se refere à condenação do NEPOTISMO (directo ou cruzado).

Quanto ao Miguel P. e à Marisa M. , parabéns por serem eleitos e espero que façam bom trabalho no PE.

Se são namorados ou não, não me interessa, ... (se forem que tenham bom proveito ) porque não sou do BE, pois se fosse gostaria de ser esclarecido quanto aos critérios da sua escolha... e saber se o que prevaleceu foi o nepotismo ou o mérito.

Tal como gostaria que o PS (e todos os partidos e organizações de interesse público) aplicassem critérios de TRANSPARÊNCIA, de eleições primárias para escolher candidatos, de Concurso ou candidatura pública e isenta, de critérios pré-definidos e escritos, ...


De marcadores a 16 de Junho de 2009 às 17:28
Vou voltar a este post ...
Penso que existe uma certa confusão em relação ao nepotismo - favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas NO FUNCIONALISMO PÚBLICO!
Nas empresas ou entidades privadas este termo não se aplica. Quem é que tem alguma coisa com isso se eu na 'minha mercearia' admito a minha filha, genro ou outro familiar em vez de um desconhecido qualquer, por muito qualificado que seja... Posso estar a fazer um erro de gestão, mas é um privilégio que tenho. É a 'minha empresa' e admito quem quero e não tenho justificações a dar. Se perder negócios é 'o meu dinheiro', não é o dos contribuintes...
E mesmo é questionável ,mas de reflectir, quando na função pública as habilitações profissionais e/ou académicas entre candidatos são idênticas - porque não preferir quem me dá confiança familiar, partidária ou outra? Então deve-se ser discriminado por se ter um laço familiar e competências para a função?
Claro que é um risco, mas qual é o mal?
E em relação ao caso exposto do BE (a ser verdade) entre camaradas de partido não podem ter envolvimento pessoal porque senão estão as 'pernas partidas' politicamente? E se o envolvimento entre eles é resultado da militância que têm em conjunto?
A vida não é simples, mas todos temos tendência em complicá-la ainda mais. E muita vezes cremos que a sociedade é reflexo de nós. Julgamos os outros pelas nossas próprias fraquezas.
Mas mesmo a ser verdade ser apenas por afinidades sexuais a tal escolha, ela é um problema do BE (que não é função pública) e a escolha foi sufragada nas urnas... Ou o Povo serve para umas coisas e não para outras?
Evidentemente tudo isto é muito interessante de discussão, mas pela filosofia inerente ao tema, nunca por ódios, frustrações ou discriminações sexuais ou outras.


De DD a 16 de Junho de 2009 às 22:06
Está bem, o Marcador quer dizer que o BE é equivalente à mercearia da esquina e ninguém tem nada com o facto de estar lá a companheira do merceeiro, tanto mais que a mercearia é sufragada pela clientela que lá vai todos os dias.

Efectivamente, a pequena mercearia que é o BE recebeu 381.791 votos, 10,66% dos votantes e uns 4% dos inscritos vivos nos cadernos eleitorais.

De qualquer modo, o ser membro do PE é ser parte do segundo maior órgão público eleito do Mundo, depois do Parlamento da União Indiana. Aquilo é função pública.


De Socialista defende Bloquista. Gostei a 18 de Junho de 2009 às 12:26
A nova pérola do Bloco
Declaração de interesses: sou amigo da Marisa Matias (MM). Conheço-a há muitos anos, desde que ela entrou para o curso de sociologia da FEUC (em que fui seu professor). O artigo dedicado a MM no último número da Visão é bastante equilibrado, mas não deixa de resvalar um pouco para o machismo. E, como seria de esperar, a entrevistada respondeu à letra, desconstruindo logo uma pergunta (feita por um homem) que só surgiu por ela ser mulher, jovem e bonita: «serei feminista até ao dia em que também perguntarem a um homem como é gerir a vida familiar à distância».

O trabalho académico desta investigadora do CES é revelador das suas qualidades intelectuais, pessoais e profissionais. A dedicação aos projectos em que participa é total, mas ela não é, nunca foi, o estilo da estudante que se limita a ler os livros e os autores mais actuais sobre um dado tema e que se fecha dias seguidos no gabinete, insensível à realidade social que a cerca. Como bem assinada o perfil que lhe traçaram na citada revista, a solidez teórica é inseparável da sua vocação para o envolvimento com a realidade social, seja por razões de pesquisa, seja por exigências do seu activismo.

É frequente encontrá-la no CES a horas tardias da noite e aos fins de semana, a terminar relatórios, a acabar papers ou a preparar novas candidaturas no âmbito dos vários projectos e redes internacionais em que trabalha. Mas, para além desse trabalho, a Marisa ainda se desdobra em inúmeras iniciativas organizativas no âmbito da mesma instituição, mostrando-se sempre pronta para “dar uma mão” a outras equipes que recorrem à sua experiência e sentido pragmático. Viaja pelo mundo e representa a equipa portuguesa em encontros e debates académicos, por vezes mesmo em situações hostis (ser portuguesa, ser mulher e ser jovem são atributos capazes de fazer despoletar os mais inesperados preconceitos e reservas mentais).

O plano da cidadania e da militância está, desde logo, presente na própria actividade académica de MM. As questões do conhecimento científico e a sua disseminação na sociedade como factor de promoção da cidadania, a democracia participativa na gestão de serviços públicos (nomeadamente na área da saúde) ou os efeitos destrutivos das agressões ambientais na saúde pública e na qualidade de vida, são alguns dos temas abordados em alguns dos seus projectos (o mestrado foi sobre o caso da co-incineração de resíduos industriais, em Souselas), e que, por razões óbvias requerem da parte do cientista social um posicionamento claro. Tratando-se de questões tão delicadas e controversas, qualquer pretensão de “neutralidade” não seria uma opção séria. Porque, ao contrário dos pretensos “puristas” dessa suposta imparcialidade da ciência – que, não poucas vezes, é pura retórica para esconder quem está do lado do poder e do dinheiro –, MM e as equipas com quem trabalha, inserem-se em paradigmas e correntes críticas das ciências sociais, ou seja, aqueles que perseguem o rigor científico mas sem descurar o papel do conhecimento na construção da cidadania.

A militância e o idealismo está presente no seu quotidiano. Há um lado de boa samaritana que a acompanha. Mas a Marisa vai até ao fim na argumentação em defesa das suas firmes convicções. O combate às desigualdades sociais e sexuais, a defesa da questão ambiental e a necessidade de aprofundamento democrático, por uma Europa mais solidária – não dos tecnocratas mas dos cidadãos – e aberta ao Sul, serão certamente algumas das batalhas que poderão beneficiar do contributo activo desta nova dirigente do BE, caso hoje seja eleita, como se espera.

Os seus inúmeros amigos de Coimbra irão estar atentos ao seu trabalho (e torcer para que o vírus da tecnocracia de Bruxelas não a contamine...) no Parlamento e velar para que o lugar que vai ocupar seja uma lufada de ar fresco no PE, onde as novas gerações ainda não se revêem porque desejam uma outra Europa. E será certamente pelo “sonho futuro” dessa outra Europa (dos cidadãos, da justiça e da solidariedade) que a MM irá lutar. Fiquei contente por ela estar num lugar elegível, ficarei ainda mais se for eleita. Força Marisa! Vamos sentir saudades tuas, mas vamos torcer por ti!
Publicada por Elísio Estanque , Boa Sociedade, 7.6.2009


De DD a 18 de Junho de 2009 às 23:26
Enfim, podemos concluir que MM é uma pessoa politicamente tão abjecta como o professor Vital Moreira, só que menos conhecida do grande público.
Também será tão má como a Elisa Ferreira ou a Hilda Figueiredo.

É que em política são todos porcos, feios e maus, para os partidos contrários como é evidente e o BE é pródigo nesse tipo de consideração. Basta ver os ataques ao dr. Vitor Constâncio e hoje ao dr. Teixeira. dos Santos.

Gostam todos de atacar o eng. José Sócrates e os membros do Governo, tal como os escolhidos pelo PS para o PE, e depois ofendem-se com uma pequena retaliação. Quem se esquece das diatribes de Louçã de dedo apontado contra Sócrates na AR.

A MM merece o mesmo tratamento que tem sido dado aos políticos do PS, simplesmente pela razão que é capaz de não ser mais ou, talvez, nem menos que eles.

As Universidades portuguesas estão cheias de excelentes investigadores e professores e muitos doutorados portugueses têm provado lá fora a sua excelência, mas se forem do PS são todos abaixo de cão.

Porque razão não poderei considerar os outros igualmente abaixo de cão ou cadela.

É que ser de esquerda é ter a certeza que homens e mulheres são rigorosamente iguais, mesmo que, aparentemente, pelo que fazem, não o pareçam. Sim, se não fossem iguais, não se justificaria uma esquerda. Teríamos pessoas Alfa, Beta, Gama, etc. Os Alfa mandariam e os outros obedeceriam sem criticar.

MM é igual a qualquer empregada doméstica. Porque não? E se alguém a achar como pertencendo a uma élite especial, então não será de esquerda, será da direita classista e elitária.



De BS a 9 de Outubro de 2009 às 17:33
Não sei se é verdade mas pode acontecer que tudo tenha sido feito corretamente.Talvez o autor do Blog não queira saber de tantas coisas iguais na família políticas de António Costa de que é apoiante. Aqui está um caso de demagogia barata e ridicula. UM caso de sectarismo político pois na família política do blogista há muitos casos como este e de outros compadrios e vem agora armar-se em moralista. Que vergonha.
NOTA: Não sou do Bloco de Esquerda


De Lúcia a 20 de Outubro de 2009 às 14:21
O post e os comentários são absurdos.
Marisa Matias foi eleita por competência e isso ela tem muita.
Ela não é companheira de Miguel Portas. Ela é casada.
Isso é uma grande mentira.
Querer descredibilizar alguém muito bom só pdoe ser por inveja


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