2 comentários:
De Unir, Reforçar, modernizar, Lutar a 9 de Maio de 2011 às 14:47
Se
Realmente o PCP (ou CDU com Verdes) e o BE se entendessem e formassem uma plataforma eleitoral comum, negociadora e disponível para governar (em aliança) ...
talvez a Esquerda tivesse força suficiente para acantonar a Direita e dividir de facto o Centrão de interesses...
E
Se os Sindicatos deixassem de ser ''correia de transmissão dos partidos (CGTP/PCP, UGT/PS+PSD) se unissem (fundissem, juntassem recursos técnicos e ...) e actuassem de forma mais eficiente tanto a defender os trabalhadores nos tribunais, na Rua (manifs e greves) como na concertação social com o Governo/CCS, na apreciação/crítica da Legislação ...
talvez obtivessem mais sindicalizados e as GREVES e MANIFS fossem armas poderosas (desde que poucas vezes mas bem usadas, em questões importantes e de real interesse para os trabalhadores).

Há que alterar práticas e meios nos Partidos /coligações e no Sindicalismo Português.


De Ministério do Desemprego e dos Patrões a 11 de Maio de 2011 às 12:37
A balada da Mestra André

(com imagem de novo surto de ''exportação/expulsão/emigração'' de mão-d'obra+ cabeça portuguesa, jovem, qualificada, ... mas empobrecida/arruinada)


Este é uma espécie de acordo “bem articulado” do ponto de vista sócio-laboral. Garantidos:
1) aumento de desemprego;
2) aumento da precariedade para os “sortudos” que escapam aos 13% dos deserdados laborais;
3) diminuição das prestações de auxílio aos desempregados, no acto de despedimento e durante o desemprego.

Tudo a condizer, portanto coerente.
Valeu a pena ter uma sindicalista profissional à frente do ministério do trabalho.

- por João Tunes, 5.5.2011, http://agualisa6.blogs.sapo.pt/


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