7 comentários:
De 'offshores' d Ladrões-Burlões subsidiado a 13 de Maio de 2011 às 10:16
MADEIRA: que grande OFF-SHORE
(ninho de piratas/sanguessugas e burlões do Fisco)


«São quase 3.000 as empresas sedeadas na zona franca da Madeira que aproveitam benefícios fiscais na taxa de IRC.
A grande maioria tem isenção total de taxa (2.637) enquanto 59 gozam de uma redução parcial da mesma.

A informação foi hoje divulgada pelo Ministério das Finanças no âmbito da obrigação de divulgação anual das entidades que recebem incentivos do Estado.

Além da lista de entidades que recebem incentivos na Zona Franca da Madeira, são também nomeadas as empresas que têm benefícios ao investimento no quadro do que se designam de benefícios fiscais contratuais (cerca de 80), ao abrigo do SIFIDE (cerca de 400), dos incentivos à criação de emprego (aproximadamente 2.700 entidades) e à interioridade (cerca de 23.500).

Estão ainda nomeadas as cooperativas que gozam dos apoios previstos no Estatuto Fiscal Cooperativo (aproximadamente 700) e as escolas de ensino particular (cerca de 400 entidades).»
[Jornal de Negócios]

Acrescente-se que estas 'empresas offshore' não têm/criam qualquer posto de trabalho ...

E porque razão não financiam a descida da TSU com o fim da bandalhice fiscal na Madeira?

Despacho do Jumento: «Pergunte-se ao senhor ministro 0%.»(Catroga, catedrático a tempo parcial)


De Fundo nacional p.pagar dívida... a 12 de Maio de 2011 às 15:16

Bloco quer criar fundo nacional para pagar a dívida
António Sarmento , DE, 12/05/11

Francisco Louçã apresentou hoje o programa eleitoral do Bloco de Esquerda.

.O líder do Bloco de Esquerda defende a criação de um fundo para o resgate da dívida, de três mil milhões de euros por ano.

Francisco Louçã propõe a criação de um fundo de resgate nacional para recuperar a dívida. "Este fundo pode ter três mil milhões de euros por ano. É a resposta essencial para recuperar uma economia sufocada e olhar para o que é essencial:
a criação de emprego e a promoção de investimento", disse hoje o líder do Bloco de Esquerda.

O fundo proposto pelo Bloco é constituído por três recursos:
impostos sobre as mais-valias urbanísticas,
imposto de uma milésima sobre as operações bolsistas e
uma taxa sobre todas as transferências para zonas fiscalmente privilegiadas, quando essas transferências registadas paguem imposto.

Na apresentação do programa eleitoral do partido, ficou explicito que o combate à dívida soberana do país é a grande prioridade.
"O Bloco pediu uma auditoria à dívida. Não podemos aceitar que estamos condenados na próxima década", afirmou Louçã.
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----- Tansos! ,
Portugal é um país de tansos!
São enganados repetidamente e continuam a adorar os personagens!

Em boa verdade, não têm capacidade para pensarem criticamente sobre os assuntos e são manipulados com as técnicas da publicidade e do Marketing.

Pode ser que, nos próximos anos, passem a pensar, quando lhes tirarem o parco salário, obrigarem a pagar o dobro pela electricidade, pela água, pelos transportes (que sobrarem), pelos medicamentos, pela comida, etc etc.

Se calhar, nem aí.
Continuará a haver Benfica, Sporting, Porto, Ral Madrid, novelas e outros circos, para entreter os intervalos das misérias.
Como dizia o Jô, "tem gente que é cega!"
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---- alguém

Muito gostam de falar de cor meus amigos!

Quanto a ele ter ou não as PPR's, não faço ideia nem creio que tenhamos nada a ver com isso,
sei que foi ele quem conseguiu acabar com as reformas douradas para os deputados com muitos anos de exercício, prejudicando a sua própria reforma!

e sei que foi no partido dele que nunca um deputado, mesmo tendo direito a essas reformas, as aceitou!

Quanto às transferências, há, não tantas como as que efectivamente se dão, mas há, e isso é indiscutível - façam favor de consultar os dados!

------ Len
JOSÉ!! ;
o BE e o PCP sao partidos de esquerda ...diz o mal que tu quiseres e o bem que quiseres dos que estao lá à 37 anos...
nao metas POR FAVOR o PS como sendo um partido de esquerda...por amor à nossa senhora dos carrinhos nao tem ABSOLUTAMENTE nada de esquerda, posso garantir te essa parte!

Fico feliz por tantos neste forum serem professores catedráticos em economia;
continuem a votar outros 37 anos no mesmo que estamos mto bem;
não conseguimos pagar o que devemos ; vamos pedir é mais ...cá para mim, a minha avó analfabeta, sabe mais de economia que qualquer um de vocês.
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Leiam esta notícia do DN, de 05JAN2011 , mnm | 12/05/11 14:22
Uma subvenção aos grupos parlamentares, prevista na lei que agora entrou em vigor, é superior aos cortes de 10% nas verbas para campanhas e para actividade corrente, garante Manuel Meirinho.

Um "paradoxo", concluiu o politólogo Manuel Meirinhos após fazer os cálculos (ver caixa) com base na

nova Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais, criada com o objectivo de reduzir as subvenções públicas em 10%, mas que afinal introduz uma novidade que irá aumentar a despesa do Estado.

O professor de Ciência Política do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa estranhou um novo parágrafo acrescentado ao art. 5.º da anterior lei, em que se passa a atribuir "uma subvenção para encargos de assessoria aos deputados e outras despesas de funcionamento". Nas suas contas, apenas vai reforçar as receitas partidárias e, nos próximos três anos, aumentará a despesa estatal com os partidos e as campanhas em mais oito milhões de euros.

O diploma de 2003 previa apenas duas grandes fontes de financiamento público. Há uma subvenção anual para a actividade corre


De Cortes e subvenções aos partidos... a 12 de Maio de 2011 às 15:19

Uma subvenção aos grupos parlamentares, prevista na lei que agora entrou em vigor, é superior aos cortes de 10% nas verbas para campanhas e para actividade corrente, garante Manuel Meirinho.

...
O diploma de 2003 previa apenas duas grandes fontes de financiamento público. Há uma subvenção anual para a actividade corrente dos partidos políticos, que depende do número de votos obtidos nas anteriores legislativas. A verba corresponde a 1/135 do IAS (indexante de apoios sociais) por cada eleitor, o que significa que, neste momento, um voto vale 3,15 euros, sendo fácil calcular o que cada partido recebe, multiplicando este valor pelo respectivo resultado - mas apenas é atribuído aos que têm representação parlamentar ou mais de 50 mil votos.

Além deste apoio anual, a lei estabelecia ainda um valor fixo atribuído para a cobertura das despesas das campanhas eleitorais - que varia entre 4 mil e 20 mil salários mínimos mensais nacionais, dependendo do tipo da eleição. A estas duas dotações foi aplicado, através de uma disposição transitória da nova lei, que irá vigorar até 31 de Dezembro de 2013, um corte de 10% - e parecia que os partidos também iriam ser sacrificados nas suas receitas".

OBS: Ora aqui o motivo porque S.Exª o Sr. Presidente da República deve solicitar a quem de direito o despejo por justa causa dos inquilino que ocupam o parlamento, o qual depois de arejado, limpo e asseado deve ser devolvido aos seus legítimos proprietários. Só uma pergunto que tipo de gente andamos nós os eleitores a eleger nos últimos 37 anos?


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 12 de Maio de 2011 às 13:47
Boas ideias, há muitas.
Boas práticas, é que há poucas.
E o camarada V. Moreira deve lembrar-se que nas suas «origens», as ideias não eram de quem as tinha, porque eram de todos, não era permitido a indivualidade pela diferença... nem mesmo de ideias, era subservivo e contra o povo...
Mas mudam-se os tempos e agora as ideias, só as boas, já têm dono.
Ão, ão..ão, ão!!!


De Quem é/ não é Responsável ?! a 12 de Maio de 2011 às 11:17

Vamos ajudar?


Um ano depois do que só com muita ignorância ou desfaçatez ainda se designa por “ajuda”, como está a Grécia?
Quebra do PIB de 4,3%, desemprego galopante, que já vai nos 14,7%, défice e dívida revistos em alta.
Os efeitos perversos da austeridade não têm fim.

Rumores sobre saída do euro à parte, a verdade, como afirma Paul Krugman, é que antes desse cenário, e talvez em vez dele, está, neste contexto europeu, a inevitabilidade da REESTRUTURAÇÂO da DÍVIDA para reduzir o seu fardo.

É a arma das periferias para forçar um mínimo de racionalidade nesta desunião. É claro que isto vai contra a lógica da AUSTERIDADE, cujo propósito é salvar o sector FINANCEIRO, os credores, evitando que tenham perdas por agora, quando ainda se está frágil devido à última crise.
Duas alternativas:
a ameaça da renegociação ou o conselho do economista Mark Weisbrot no New York Times:
“podem ter a certeza que as autoridades europeias ofereceriam à Grécia um melhor acordo perante uma ameaça credível de saída do euro”.

Portugal vê-se grego. Weisbrot de novo:
“Portugal acabou de concluir um acordo que prevê mais dois anos de recessão.
Nenhum governo deve aceitar este tipo de punição.” Os JUROS anunciados para o empréstimo da UE – algures entre 5,5% e 6% – são INCOMPORTÁVEIS.
É que, segundo um estudo do próprio FMI, o esforço de consolidação orçamental em curso tem impactos recessivos fortes.
No contexto mais favorável, ou seja, quando é possível desvalorizar a moeda e descer taxas de juro, por cada 1% de consolidação orçamental, o PIB cai 0,5%.
Num contexto como o das periferias, em que essas opções não estão disponíveis, cada 1% austeridade tende a gerar uma quebra do PIB de 1%.
A redução prevista no défice é de 6% do PIB. Façam as contas e veremos que os 4% de recessão nos próximos dois anos, seguidos de tímida recuperação, podem bem pecar por ser optimistas.
Jorge Bateira já fez as contas, com pressupostos mais benevolentes, e a dinâmica de INSOLVÊNCIA com esta engenharia NEOLIBERAL é clara.

RESPONSÁVEIS são então aqueles que respondem com realismo à principal questão:
renegociar a dívida agora, quando ainda temos alguma força económica,
ou renegociar montantes, prazos e juros mais tarde quando estivermos ainda mais exauridos por anos de capitalismo de PILHAGEM ?
Promova-se uma AUDITORIA à DÍVIDA (e aos credores) para preparar a sua renegociação e talvez alguma racionalidade, alguma decência, alguma clarividência, surja entre estas elites políticas.
Tudo o resto é INCOMPETÊNCIA, irresponsabilidade e PILHAGEM.
Tudo o resto é a política de bloco central.

- por João Rodrigues , 11.5.2011, http://ladroesdebicicletas.blogspot.com/


De coments... a 12 de Maio de 2011 às 11:45
----Rog. Pereira disse...

Ontem, salientando a data e sublinhando os efeitos, alguém alertou para isto que está aqui escrito, desejando não se esperar um ano (ou dois) para decidir pelo caminho certo.
Vamos muito provávelmente ter de percorrer o caminho dos gregos e enviesar quando não tivermos um tostão para poder pagar (situação que só aparentemente será a de hoje...)

----LOUVA ...disse...
Nenhum governo deve aceitar este tipo de punição...ok

Os juros anunciados para o empréstimo da UE – algures entre 5,5% e 6% – são incomportáveis.

É verdade e é simples (de melhorar a situação :)
- reduzam brutalmente as importações de bens não essenciais através de taxas mais altas sobre produtos de luxo
- e poupança forçada aos 200 mil pensionistas acima dos 1500 euros
- e principalmente salários e pensões pagas pelo erário público acima de 4.000 euros
- redução dos consumos de serviços e de bens não essenciais no estado
- congelamento das carreiras
- só no exército e marinha podia-se poupar 200 milhões com facilidade
- não se pode obviamente hoje há brigadeiros com 47 anos na força aérea a dar com um pau
- e generais suficientes para várias companhias

o esforço de consolidação orçamental em curso tem impactos recessivos fortes.
mas podia ter muito menos se houvesse contenção de gastos, mas «o que é público tudo se rouba, leva emprestado e delapida-se»:
- queimam-se uns milhares de caixotes de lixo por ano e ecopontos por ano....são trocos
- tiram-se centos de milhões de fotocópias para filhos sobrinhos e para consumo próprio nos serviços ...são trocos
- gastam-se milhares de milhões de folhas em burocracias inúteis e em toners, porque apesar de vivermos num paraíso digital imprime-se tudo em triplicado e fotocopia-se uma cópia para arquivo

por cada 1% de consolidação orçamental necessariamente o PIB cairá

agora num povo que deixou de poupar

- em velhos que compram bombas com matrículas de Maio de 2011 para os filhos para si e para os netos
a crédito porque têm pensões que pagarão esses empréstimos

-quando dezenas de milhares estão reformados aos 57 anos

- e quando milhares dos 18 aos 50 emigram porque os estrangulamentos de crédito às empresas levam a fechos diários ...enfim

Deus ajuda a quem a si mesmo ajuda
claro que se o pedinte se arrasta e diz sou incapaz não sei fazer ensinem-me....pois

---- 11.5.2011, LOUVA ...disse...

não temos a dívida dos gregos
mas o nosso sector público tem todos os defeitos dos gregos e mais
há gente que poupa e tem capacidade para amortizar
há gente que retira as poupanças e as gasta porque desconfia do amanhã e quer levá-lo todo hoje
somos esgraçadinhos profissionais
andamos todos ó gamanço dos bolsos alheios
é por isso que olhamos de lado os carteiristas
não têm finesse...

----- Maquiavel disse...

Sabem o que vai acontecer?
A Grécia restrutura a dívida. Pois restrutura.
AI jesus que lá vai o Euro!
Näo, a Alemanha näo deixa. Entäo?

O BCE vai imprimir os euros necessário para colmatar o buraco, entregando o montante aos bancos.
Esses ficam com o principal, perdem só os juros. Ou entäo, até se imprime mais, e até os juros säo pagos.

E continuamos na boa.
Até a Alemanha se chatear de vez, e pronto, a dívida soberana passa a ser da Euroländia.

Ficam todos contentes.
(menos os Américas, cujos motores económicos, Califórnia e tal, estäo falidos)

---- LOUVA ...disse...
O BCE vai imprimir os euros necessário para colmatar o buraco
tão simples aumenta a massa monetária aumenta a tão temida inflação
aumentam os juros
aumenta o....aumenta a ....

é maquiavel do século XXI nem bom pensador nem bom ecu no totta mista

---- Maquiavel disse...

Já se viu que o tal dinheiro impresso nunca chega ao mercado, fica a tapar os buracos financeiros dos bancos para que mantenham liquidez, chamam-se RESERVAS, ó louva-a-deus idiota.

Ou os 70.000 milhöes € (ou foram ainda mais) só em 2009 provocaram alguma inflaçäo por aí além? Quanto muito serviram para emprestar à Irlanda a 15% ou a Portugal a 7%.

Continuem a votar na troika de cá (PS/PSD/CDS) para bajular a troika de lá (FMI/BCE/UE) enquanto isso a Argentina e o Equador väo prosperando!

Ai quando estoirar... em Portugal nem é preciso helicópteros, ..


De Zé T. a 12 de Maio de 2011 às 11:03
Eurodeputados Unidos Contra a Crise e Pelo Desenvolvimento?

A crise alimentar esteve em debate entre os deputados portugueses no Parlamento Europeu (um por cada partido com representação parlamentar), no programa "Eurodeputados", a cuja transmissão assisti, ontem, na RTP 2... a emissão, repetida, passou já tarde, noite dentro e, ao meu olhar de cidadã, os seus 60m foram um momento único na política portuguesa:
um deputado do PS, uma deputada do PSD, um deputado do CDS, um deputado do PCP e uma deputada do BE
analisaram a União Europeia enquanto importadora ALIMENTAR e, face à crise em que se encontram as economias nacionais ("a braços" com as designadas "dívidas soberanas"),

no que se refere ao caso português, foi consensual a ideia de que a UE tem que proceder a uma revisão estrutural da Política Agrícola Comum (PAC), direccionando-a, antes de mais, para a diminuição das importações alimentares.
Para o efeito, cada eurodeputado apresentou razões que, inequivocamente!, se completavam e se reforçavam na exposição de algumas das ideias que consideraram essenciais a essa reforma.

As intervenções, cooperantes, objectivas e sustentadas por todos, podem resumir-se da seguinte forma: para diminuir as importações alimentares é fundamental produzir nacionalmente.
O incremento da produção nacional e a revitalização do sector primário, a saber, a agricultura, a par do desenvolvimento de uma rede de distribuição eficaz e sustentada, é o principal instrumento de promoção efectiva do desenvolvimento rural, motor da dinamização da demografia do interior.

Destas intervenções, destaco a qualidade da perspectiva apresentada por João Ferreira do PCP, que, aceite por todos os colegas por corresponder e ilustrar perfeitamente um objectivo comum, bem poderia servir de eixo estrutural ao argumentário português, no combate que tem que se fortalecer na esfera europeia, para defesa, não só do interesse nacional mas, do interesse de todos os cidadãos europeus - em especial, dos que habitam o mundo rural.

E, pelo que ouvi, os nossos deputados ao PE são capazes de se unir para o fazer - desde que os seus partidos não tolham as suas capacidades comunicacionais e diplomáticas, impondo as lógicas fracturantes a que recorrem, em nome de uma identidade partidária que mais não é do que mero corporativismo.

Quanto ao argumentário exposto, determinante para o desempenho de um papel activo e capaz no plano político europeu, pode sintetizar-se assim:
para reduzir a vulnerabilidade económica nacional face à dependência externa de importações, deve promover-se o direito à produção interna e a reorientação dos modelos de produção para pequenas e médias explorações, vocacionadas para responder às necessidades do mercado interno.

Com o objectivo de, por um lado, reduzir a agricultura direccionada par ao exterior, intensiva e monocultural, e de, por outro lado, privilegiar a diversidade produtiva, esta reorientação dos modelos produtivos concorreria para a consolidação da autonomia local e contrariaria o crescimento exponencial do desemprego, através da promoção do aumento do número de pessoas susceptível de vir a trabalhar na agricultura.

E se estes objectivos devem vir a configurar o modelo de desenvolvimento e crescimento económico nacional, é também indispensável que, no plano comunitário, a nova reforma da PAC autorize os países-membros a produzir para efeitos de auto-suficiência, articulando, para efeitos de sustentabilidade, a política agrícola com as políticas comerciais - actualmente responsáveis pela dispersão e globalização do mercado alimentar, com custos sociais mas, também, financeiros, elevadissimos!, para os cidadãos e os Estados.

- Por Ana Paula Fitas em 11.5.2011, ANossaCandeia
http://anapaulafitas.blogspot.com/2011/05/eurodeputados-unidos-contra-crise-e.html

---- Rogério Pereira :
Obrigado pelo alerta (e pelo texto). Vou tentar ver se há video do programa.

Sublinho o que escreveu: "E, pelo que ouvi, ... mero corporativismo."

---- Ana P.Fitas:
... ... é assustador como "as máquinas" podem engolir o melhor das pessoas sem atenderem ao enorme prejuízo público que essa lógica implica... esperemos que um dia saibam discernir e valorizar, nos momentos certos, as prioridades e os valores...


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