7 comentários:
De Fundo nacional p.pagar dívida... a 12 de Maio de 2011 às 15:16

Bloco quer criar fundo nacional para pagar a dívida
António Sarmento , DE, 12/05/11

Francisco Louçã apresentou hoje o programa eleitoral do Bloco de Esquerda.

.O líder do Bloco de Esquerda defende a criação de um fundo para o resgate da dívida, de três mil milhões de euros por ano.

Francisco Louçã propõe a criação de um fundo de resgate nacional para recuperar a dívida. "Este fundo pode ter três mil milhões de euros por ano. É a resposta essencial para recuperar uma economia sufocada e olhar para o que é essencial:
a criação de emprego e a promoção de investimento", disse hoje o líder do Bloco de Esquerda.

O fundo proposto pelo Bloco é constituído por três recursos:
impostos sobre as mais-valias urbanísticas,
imposto de uma milésima sobre as operações bolsistas e
uma taxa sobre todas as transferências para zonas fiscalmente privilegiadas, quando essas transferências registadas paguem imposto.

Na apresentação do programa eleitoral do partido, ficou explicito que o combate à dívida soberana do país é a grande prioridade.
"O Bloco pediu uma auditoria à dívida. Não podemos aceitar que estamos condenados na próxima década", afirmou Louçã.
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----- Tansos! ,
Portugal é um país de tansos!
São enganados repetidamente e continuam a adorar os personagens!

Em boa verdade, não têm capacidade para pensarem criticamente sobre os assuntos e são manipulados com as técnicas da publicidade e do Marketing.

Pode ser que, nos próximos anos, passem a pensar, quando lhes tirarem o parco salário, obrigarem a pagar o dobro pela electricidade, pela água, pelos transportes (que sobrarem), pelos medicamentos, pela comida, etc etc.

Se calhar, nem aí.
Continuará a haver Benfica, Sporting, Porto, Ral Madrid, novelas e outros circos, para entreter os intervalos das misérias.
Como dizia o Jô, "tem gente que é cega!"
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---- alguém

Muito gostam de falar de cor meus amigos!

Quanto a ele ter ou não as PPR's, não faço ideia nem creio que tenhamos nada a ver com isso,
sei que foi ele quem conseguiu acabar com as reformas douradas para os deputados com muitos anos de exercício, prejudicando a sua própria reforma!

e sei que foi no partido dele que nunca um deputado, mesmo tendo direito a essas reformas, as aceitou!

Quanto às transferências, há, não tantas como as que efectivamente se dão, mas há, e isso é indiscutível - façam favor de consultar os dados!

------ Len
JOSÉ!! ;
o BE e o PCP sao partidos de esquerda ...diz o mal que tu quiseres e o bem que quiseres dos que estao lá à 37 anos...
nao metas POR FAVOR o PS como sendo um partido de esquerda...por amor à nossa senhora dos carrinhos nao tem ABSOLUTAMENTE nada de esquerda, posso garantir te essa parte!

Fico feliz por tantos neste forum serem professores catedráticos em economia;
continuem a votar outros 37 anos no mesmo que estamos mto bem;
não conseguimos pagar o que devemos ; vamos pedir é mais ...cá para mim, a minha avó analfabeta, sabe mais de economia que qualquer um de vocês.
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Leiam esta notícia do DN, de 05JAN2011 , mnm | 12/05/11 14:22
Uma subvenção aos grupos parlamentares, prevista na lei que agora entrou em vigor, é superior aos cortes de 10% nas verbas para campanhas e para actividade corrente, garante Manuel Meirinho.

Um "paradoxo", concluiu o politólogo Manuel Meirinhos após fazer os cálculos (ver caixa) com base na

nova Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais, criada com o objectivo de reduzir as subvenções públicas em 10%, mas que afinal introduz uma novidade que irá aumentar a despesa do Estado.

O professor de Ciência Política do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa estranhou um novo parágrafo acrescentado ao art. 5.º da anterior lei, em que se passa a atribuir "uma subvenção para encargos de assessoria aos deputados e outras despesas de funcionamento". Nas suas contas, apenas vai reforçar as receitas partidárias e, nos próximos três anos, aumentará a despesa estatal com os partidos e as campanhas em mais oito milhões de euros.

O diploma de 2003 previa apenas duas grandes fontes de financiamento público. Há uma subvenção anual para a actividade corre


De Cortes e subvenções aos partidos... a 12 de Maio de 2011 às 15:19

Uma subvenção aos grupos parlamentares, prevista na lei que agora entrou em vigor, é superior aos cortes de 10% nas verbas para campanhas e para actividade corrente, garante Manuel Meirinho.

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O diploma de 2003 previa apenas duas grandes fontes de financiamento público. Há uma subvenção anual para a actividade corrente dos partidos políticos, que depende do número de votos obtidos nas anteriores legislativas. A verba corresponde a 1/135 do IAS (indexante de apoios sociais) por cada eleitor, o que significa que, neste momento, um voto vale 3,15 euros, sendo fácil calcular o que cada partido recebe, multiplicando este valor pelo respectivo resultado - mas apenas é atribuído aos que têm representação parlamentar ou mais de 50 mil votos.

Além deste apoio anual, a lei estabelecia ainda um valor fixo atribuído para a cobertura das despesas das campanhas eleitorais - que varia entre 4 mil e 20 mil salários mínimos mensais nacionais, dependendo do tipo da eleição. A estas duas dotações foi aplicado, através de uma disposição transitória da nova lei, que irá vigorar até 31 de Dezembro de 2013, um corte de 10% - e parecia que os partidos também iriam ser sacrificados nas suas receitas".

OBS: Ora aqui o motivo porque S.Exª o Sr. Presidente da República deve solicitar a quem de direito o despejo por justa causa dos inquilino que ocupam o parlamento, o qual depois de arejado, limpo e asseado deve ser devolvido aos seus legítimos proprietários. Só uma pergunto que tipo de gente andamos nós os eleitores a eleger nos últimos 37 anos?


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