11 comentários:
De AG a 16 de Maio de 2011 às 10:03
TAXAR o CAPITAL
[Publicado por AG, CausaNossa, 16.5.2011]

Eu concordo com o BE e PCP quando exigem que as medidas de ajustamento economico incluam uma taxa sobre as transações financeiras, incluindo as bolsistas.
E a taxação dos lucros das empresas sedeadas no off-shore da Madeira.
E ainda a taxação de todas as transferências de capitais para quaisquer off-shores.

Indesculpável é que se tenham eximido a ir dizê-lo, de viva voz, à Troika.
Que interessa que tratem o tema no discurso político, se a eficácia continua a ser nula?
Mostrem que servem para alguma coisa.

Precisamos de resultados nesta matéria.
-------------------------------

Abrir os olhos à UE

[por AG]
Melhor fora que discutissemos os JUROS EXORBITANTES que a UE nos quer cobrar pelo empréstimo que nos força contrair.

Para que quem nos represente esta semana no ECOFIN e outras reuniões europeias passe incisivamente a mensagem de que juros tão USURÀRIOS e punitivos, além de imorais, são contraproducentes.

Não apenas do ponto de vista dos interesses de Portugal. Dos da Europa, também.


De Armadilha? p.'renovador'/ candidato PR F a 16 de Maio de 2011 às 10:39
Preso o senhor FMI
[J.A.Freitas, PuxaPalavra]

O presidente do FMI, Dominique Strauss-Kahn foi preso no aeroporto de Nova York, a caminho da Europa para participar no Ecofin, por alegado abuso sexual.

Escândalo universal, apesar de o Sr. FMI já não ser inexperiente nestas démarches.


Ouvi um comentário muito espirituoso sobre o caso, de um Twiter francês: o sr. Dominique
pensava "que podia fazer na sua vida privada aquilo que faz aos países em que o FMI intervém".
Enganou-se. Ficou demonstrado que não pode, pelo menos em certos locais.

Provavelmente se fosse em Portugal... Moral da história, o senhor FMI escolheu mal o país para ser "coerente" entre vida privada e a sua actual profissão.
------------------------

DSK - mais lá, que cá...
[por AG]

O homem tem grande reputação política e económica em França, (nos socialistas, mais entre eles, do que elas), estava a obter resultados a "socializar" o FMI e parecia calhadinho para arrumar com o «minable» Sarko.

A cena com a empregada do hotel em NY pode ser armadilha, mas também pode não ser. A ver vamos.

Jantei com ele, numa mesa com mais cinco ou seis pessoas, em Dijon, há uns anos. E, confesso, não gostei.

DSK não se importaria nada com a reputação de mulherengo, pelo contrário, fazia parte do personagem deliciar-se com ela.
Mas ela agora presta-se a tornar verosímil a acusação. Seja verdadeira ou falsa.

Homens tão inteligentes, como tolinhos, abundam. Lá, como cá.


Comentar post