7 comentários:
De P a 23 de Maio de 2011 às 17:20
Nas notícias do SAPO e do Diário Económico ainda não vi UMA referência às manifestações em Espanha. Até pode ser que tenha havido alguma referência nos ditos sites mas, EU ainda não vi UMA sequer. E consulto os dois diáriamente. Distracção minha certamente.


De Manifestação anti-mercancia Humana. a 20 de Maio de 2011 às 14:12

. MANIFESTO PLURAL *.
18 Maio 2011, UNCUT
( http://portugaluncut.blogspot.com/2011/05/manifesto-plural-traduzido.html )

Pontos de acordo sobre o manifesto plural ( http://manifiestoplural.blogspot.com/2011/05/puntos-de-acuerdo-del-manifiesto-plural.html )
redigido durante a madrugada de 18 de Maio, na Puerta del Sol, Madrid.

Os manifestantes, reunidos na Puerta del Sol, conscientes de que esta é uma acção em marcha e de resistência, acordaram declarar o seguinte:

1. Depois de muitos anos de apatia, um grupo de cidadãs e cidadãos, de diferentes idades e extractos sociais/profissionais (estudantes, professores, bibliotecários, desempregados, trabalhadores...),
REVOLTADOS com a sua não-representação e com as traições levadas a cabo em nome da democracia, reuniram-se, na Puerta del Sol, em torno da ideia de DEMOCRACIA VERDADEIRA.

2. A Democracia Verdadeira opõe-se ao paulatino descrédito de instituições que dizem representar os cidadãos e foram convertidas em meros agentes de administração e gestão, ao serviço das forças do poder financeiro internacional.

3. A democracia promovida a partir dos aparatos burocráticos corruptos é, simplesmente, um conjunto de práticas eleitorais inócuas, em que os cidadãos têm uma participação nula.

4. O descrédito da política trouxe consigo um sequestro das palavras, por parte de quem detém o poder.
Devemos recuperar as palavras e re-significá-las, para que a linguagem não seja instrumento de manipulação e não se deixe a comunidade cidadã indefesa e incapaz de uma acção coesa.

5. Os exemplos de manipulação e sequestro da linguagem são numerosos e provam que se trata de uma ferramenta de controlo e desinformação.

6. Democracia Verdadeira significa NOMEAR e clarificar a INFÂMIA em que vivemos:
Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu, NATO, União Europeia, as agências de notação financeira (como a Moody’s e a Standard and Poor’s), o Partido Popular, o PSOE;
contudo, há muitos mais e a nossa obrigação é nomeá-los.

7. É preciso construir um discurso político capaz de criar um novo tecido social, sistematicamente fragilizado por anos de mentiras e corrupção.
Nós, cidadãs e cidadãos, perdemos o respeito pelos partidos políticos maioritários, mas isso não equivale a perder o nosso sentido crítico.
Pelo contrário, não tememos a POLÍTICA.
Tomar a palavra é POLÍTICA.
Procurar alternativas de participação cidadã é POLÍTICA.

8. Uma das nossas propostas principais é uma REFORMA da Lei ELEITORAL, que devolva, à Democracia, o seu verdadeiro sentido:
um governo cidadão.
Uma democracia participativa.
E, para além disso, exigimos um código deontológico aos políticos, que assegure boas práticas.

9. Somos intransigentes nisto:
as cidadãs e cidadãos aqui reunidos compõem um movimento TRANSGERACIONAL, porque pertencemos a várias gerações condenadas a uma perda intolerável de participação nas decisões políticas que informam e definem a sua vida quotidiana e o seu futuro.

10. NÃO apelamos à ABSTENÇÃO.
Exigimos que o nosso voto tenha uma influência real na nossa vida.

11. Hoje, não estamos aqui para reclamar, simplesmente, o acesso a hipotecas ou para protestar contra as insuficiências do mercado de trabalho.
ESTE É UM EVENTO HISTÓRICO.
E, como tal, um evento capaz de legar novos sentidos às nossas acções e discursos.
Tudo isto nasce da RAIVA.
Mas a nossa RAIVA é imaginação, força, poder cidadão.

(* tradução de Luís Bernardo)

« No Somos Mercancia em manos de Políticos y Banqueros »

« Toma la calle : Manifestación 15M Democracia Real Ya »


De .Cada vez mais Indignados. a 20 de Maio de 2011 às 14:27
Madrid também é aqui
(- por Andrea Peniche)

Portugal teve o seu 12 de Março; o Estado Espanhol o seu 15 de Maio. As fronteiras da resistência começam a diluir-se e a solidariedade internacionalista a ocupar as ruas e as praças.

Afinal, o momento que vivemos é mais ou menos semelhante. Estamos colonizados pelo discurso da crise e da austeridade; as soluções do FMI entram-nos pelo bolso dentro sem terem sido por nós autorizadas; as agências de rating e a especulação financeira destroem a economia; e, por isso, a receita é a mesma: paga quem sempre foi sacrificado.

A corrupção e o compadrio, aqui como lá, têm destruído a confiança no sistema político. É preciso separar o trigo do joio e castigar quem nos conduziu a esta situação: quem confunde causa pública com causa privada e se serve a si próprio e não ao País; quem fez más escolhas e hipotecou o nosso presente e o nosso futuro. Nós podemos fazer a diferença já no dia 5 de Junho. Quem escolher a neutralidade será cúmplice; quem decidir tomar partido, contribuirá para resgatar a esperança e a dignidade.

Da Porta do Sol chega-nos um Manifesto nascido da raiva; raiva que é imaginação, força e poder popular. Na Porta do Sol não se teme a política, porque tomar a palavra é fazer política, assim como o é procurar alternativas.

Ontem, na Rua do Salitre, em frente ao Consulado de Espanha, juntaram-se mais de 200 pessoas solidarizando-se com a Democracia Real Já! e rompendo fronteiras.
Hoje, o protesto continua: .... (e ...e depois também ! )


De Associação ACORDEM ( ATTAC ). a 20 de Maio de 2011 às 15:14
Assoc.« ACORDEM » ( integrada na rede « ATTAC » )
PREÁMBULO Y PRINCIPIOS ORGANIZATIVOS

Los socios y socias fundadores de ACORDEM acuerdan adherirse a los manifiestos y cartas de principios del movimiento internacional de ciudadanos y ciudadanas ATTAC e integrarse a todos los efectos dentro de la red de asociaciones que lo constituyen. Los objetivos primordiales de ATTAC — entre ellos la reivindicación de establecer un impuesto a las transacciones financieras destinado a obtener fondos de ayuda a la ciudadanía — persiguen organizar a la sociedad civil para poner freno a la dictadura de los poderes económicos, ejercida a través de los mecanismos de mercado. Una tarea a escala internacional que exige organizarse localmente para actuar a escala local y global.

Los signos de identidad de ACORDEM coinciden con los del movimiento ATTAC:
A.- ATTAC es un movimiento internacional de la ciudadanía, cuya actividad se dirige a evitar las indeseables consecuencias de una forma de globalización económica que se desarrolla bajo la hegemonía del capital financiero y favorece la práctica de los especuladores, provocando paro, pobreza y exclusión social. ACORDEM forma parte de la red internacional de ATTAC.
B.- Como movimiento de ciudadanas y ciudadanos, la organización asegura la participación responsable de todos sus asociados/das en igualdad de condiciones y sin privilegios de ninguna clase.
C.- ACORDAMOS es una asociación cívica — de naturaleza diferente a los partidos políticos, los sindicatos o las ONGS — para la reflexión política y el fortalecimiento de la sociedad frente a la creciente expansión e influencia del capital financiero.

Los fundamentos organizativos de ACORDEM son los siguientes:
Se evitará el professionalismo en las actividades de ACORDEM. En el desarrollo de sus actividades y, especialmente, en el ejercicio de sus cargos internos, los miembros de ACORDEM no recibirán contraprestación alguna. Se exceptúan el abono de los gastos causados por esta actividad y la contratación de los servicios profesionales esporádicos de alguna persona asociada para un trabajo o servicio concreto. La financiación de ACORDEM se basará fundamentalmente en las cuotas de sus asociados/das y las aportaciones de estos/as. Se excluye cualquier subvención o donación que pudiera afectar a su independencia. La duración de los mandatos no podrá superar los tres años. Nadie podrá ocupar un mismo cargo durante más de tres años consecutivos. No podrán ocupar cargos en ACORDEM quienes ocupen cargos públicos o de representación en otras organizaciones.

El órgano de participación directa de los miembros es la asamblea y las comisiones, abiertas a la participación de todos los miembros integrantes de ACORDEM. Las decisiones se tomarán, en todos los ámbitos, por la vía de asambleas de todas las personas y entidades asociadas, de acuerdo con los principios democráticos de funcionamiento y representación establecidos en el capítulo IV. Rechazamos la violencia y propugnamos el uso de métodos pacíficos por tal de conseguir nuestras reivindicaciones.

Artículo 1.- DENOMINACIÓN Y NATURALEZA
La denominación de la asociación será ACORDEM (Acció Ciutadana Orientada cap a la Democràcia Econòmica Mundial).
Esta asociación integra, desde el momento de su constitución y a todos los efectos, sus principios y su acción dentro de la red cívica constituida por el movimiento Internacional de Ciudadanos y Ciudadanas ATTAC (Asociación para la tributación de las transacciones financieras y la acción ciudadana, movimiento internacional de la ciudadanía para el control democrático de los mercados financieros, sus instituciones y la justicia fiscal global).
Se constituye ACORDEM como una organización de naturaleza asociativa y sin ánimo de lucro.
...


De ..É disto que precisamos !! a 20 de Maio de 2011 às 15:17
...
Artículo 6.- OBJETO, HASTA I MEDIDAS
ACORDEM tiene por objeto la reapropiación, por parte de la ciudadanía,
del poder de decisión que la esfera financiera ejerce sobre todos los aspectos de la vida política, económica, social, cultural e informativa, en todo el mundo.
ACORDEM persigue los siguientes fines:
La denuncia de las políticas neoliberales en los diversos campos y la generación de propuestas alternativas.
La imposición de una tributación adecuada a las transacciones financieras (tasa Tobin), destinada a la ayuda a los pueblos y a las personas, especialmente a las más desfavorecidas.
La supresión de los paraísos fiscales.
La condonación de la deuda externa.
Una fiscalidad justa, progresiva y redistributiva, incrementando la fiscalidad de la renta del capital.
Unos servicios públicos universales, de titularidad y gestión pública que garanticen derechos sociales básicos de los ciudadanos y ciudadanas.
La aplicación de una renta básica de ciudadanía universal.
Un comercio justo mundial.
La democratización de las instituciones internacionales.
La defensa de los derechos humanos fundamentales.
La recuperación de la política y de los valores democráticos por la ciudadanía.
El sentimiento de pertenència a una ciudadanía mundial.

Y para llegar a estos fines se promoverán entre otras medidas las siguientes:
Difundir públicamente información accesible y comprensible a la mayor cantidad de gente posible sobre estas cuestiones.
Organizar acciones para promover esta difusión.
Apoyar y colaborar con las actividades que pudieran realizar otras asociaciones o movimientos cívicos que persigan las mismas o análogas finalidades.
Promover debates, seminarios y cuantas medidas contribuyan a la consecución de los objetivos de la asociación.
La movilización cívica, la educación, el debate y la formación de una opinión pública mundial bien informada.
Cualesquiera otras medidas que contribuyan a conseguir estos fines.
...


De ATTAC e Democracia Já a 20 de Maio de 2011 às 15:27
fontes:

-- http://www.acordem.org/estatutos/

-- http://www.attac.tv/altermedia/ ''outra televisão é possível ''

-- http://www.attac.es/documentos/estatutos_attaces.pdf
-- http://www.attac.es/enlaces/ Información:
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Revista Sin Permiso
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De UltraNeoLiberalismo = GIPS... e indignaç a 20 de Maio de 2011 às 11:37
« A indignação das ruas
(- por Mauro Santayana

http://www.portalcwb.com/santayana-%E2%80%9Cdemocracia-real-ja%E2%80%9D-na-espanha.html
Neo-liberalismo + PiG = Espanha
O Conversa Afiada publica artigo de Mauro Santayana , extraído do JB online )

Os protestos populares na Espanha não diferem, em sua essência, dos que ocorreram e ocorrem nos países árabes. Excluída a observação de que a Europa começa nos Pirineus, que tenta localizar historicamente a Península Ibérica na África, há mais do que a proximidade geográfica na semelhança entre os movimentos.
Se, no caso dos países árabes, muitos dos manifestantes se insurgem contra o poder pessoal, na Espanha esse protesto se dirige contra o sistema como um todo.

No capitalismo (ultra-) neoliberal, dominado por banqueiros corruptos, políticos corruptos, intelectuais corrompidos, e alguns poderosos meios de comunicação,
pouco importa o partido que se encontre no poder:
a ordem de domínio e de exploração é a mesma.

A ocupação das ruas não é nova na história.
A possível desordem nas manifestações populares nem sempre é má. Muitas vezes é a expressão da ira dos justos.
O padre Francisco Lage, de Belo Horizonte, ao ser questionado por liderar manifestações populares, no início dos anos 60, costumava dizer que muitas vezes é preciso a desordem das ruas, para que se imponha a ordem nas consciências.
Em uma dessas manifestações, em favor dos trabalhadores municipais havia meses sem receber, o padre montou um presépio humano na véspera do Natal, que se encenava, alternadamente, sob a marquise dos grandes bancos.
Os banqueiros se reuniram e fizeram generoso empréstimo à Prefeitura, a fim de livrar-se da incômoda manifestação de fé.

Por mais os meios de comunicação finjam não perceber o que tais manifestações anunciam, o povo está começando a sair às ruas, e às ruas sairão, em todas as latitudes e longitudes, em busca de uma vida mais humana.

As instituições estatais não podem continuar a serviço dos mais fortes, nessa PROMISCUIDADE escandalosa entre os que dominam o capital FINANCEIRO e os que ocupam os GOVERNOS.
Os grandes jornais norte-americanos não noticiam, como deveriam, os movimentos que, de forma discreta, por enquanto, começam a surgir naquele país, protestando contra a crescente e insuportável desigualdade social.

Ontem à noite, milhares de pessoas se reuniam na Porta do Sol, centro geográfico de Madrid, convocados pelo movimento SUPRAPARTIDÁRIO dos INDIGNADOS, sob o lema de « Democracia Real, Já ».
Não admitem que a crise econômica seja resolvida com o SACRIFÍCIO dos trabalhadores, enquanto as corporações multinacionais, dominadas pelos grandes bancos – como algumas que nos exploram no Brasil – continuem BENEFICIADAS pelo governo.

Hoje, são os “socialistas” que se empenham em favorecer o capitalismo neoliberal, como ontem foram os conservadores, dentro do sistema eleitoral vigente – parlamentarista e de listas fechadas, registre-se.
Como disse o comentarista Iñaki Gabilondo, de El Pais, os partidos devem deixar a sua postura narcisista e entender o que se passa na sociedade real da Espanha.
Terão que se REFUNDAR, com seriedade e urgência.

Enganam-se os que se encontram no poder.
Se, em toda a História, o poder foi situação precária, sujeita às intempéries sociais, em nossos dias sua fragilidade é maior.
A força da internet tornou veloz a mobilização dos inconformados e a explosão dos indignados.
Como bem comentou o jornalista Ramón Lobo, em seu blog acolhido por El País, “Madri não é Tahrir, mas o vírus é o mesmo:
o fastio de uma juventude sem esperança – diante de um mercado minguante que se “moderniza” cortando direitos sociais e empregos – com o único horizonte de contratos imundos, de longa duração.
Prevalece a voz oficial, a dos outros, a da linguagem burocratizada, a das entrevistas coletivas sem perguntas, a dos intocáveis”.

Frente aos SUPERBILIONÁRIOS que, todos os anos, se reúnem em segredo, para dividir o mundo em novas colônias, a INDIGNAÇÃO das ruas é a legítima e necessária ação de defesa dos oprimidos.
Em todas as latitudes.


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