5 comentários:
De Anónimo a 23 de Maio de 2011 às 11:03
Há 20 pessoas em Portugal
que têm mil cargos de administração
em empresas diferentes?
E não é crime?
Sim, crime. Crime contra a cidadania, contra a democracia (sociedade democrática).
E ninguém vai preso?


De triplo problema d economia-política port a 23 de Maio de 2011 às 10:46
A ponta do ''iceberg'' do problema económico e político português está neste
--- «pequeno grupo de turbo-administradores que voam de empresa para empresa.( 20 têm 1000 cargos de administração e recebem muitos milhares ou milhões).
Chamam a isto trabalho talvez mas certamente a isto chama-se renda"»,

--- Se acrescentarmos o facto de na maioria das empresas portuguesas «termos uma má gestão/administração com falta de competências dos recursos humanos e da falta de capacidade de gestão e de organização das empresas....»

--- E se soubermos que estas administrações de grande empresas vivem à custa de parcerias-público-privadas, com contratos/adjudicações ruinosas para o Estado ou dominarem o mercado (sem regulação decente) como oligopólios e monopólios que esmifram o consumidor... ! !!

é preciso dizer mais ?!! ... só se for que estes sanguessugas económicos e seus coniventes político-partidários deveriam ir para a CADEIA !!

...mas isso era se vivessemos num país com Justiça, Cidadania e Democracia a sério.

---------
«A questão não é trabalharmos mais, mas sim trabalharmos de forma diferente», resume a economista Aurora Teixeira, que fez vários trabalhos de investigação sobre o papel do capital humano e da investigação e desenvolvimento no crescimento dos países.

Segundo a docente da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, a falta de produtividade portuguesa tem sobretudo a ver com a «concentração em sectores de mão-de-obra intensiva», a par da falta de competências dos recursos humanos e da falta de capacidade de gestão e de organização das empresas. «Estar a trabalhar mais horas não significa estar a produzir mais», acrescenta, clarificando que o conceito de produtividade é «produzir o mesmo com menos custos ou produzir mais com custos semelhantes». ...


De . a 23 de Maio de 2011 às 17:08

CASO BPN: ESCÂNDALO E IMPUNIDADE
A burla cometida no BPN não tem precedentes na história de Portugal !!!

O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza.

Com 9.710.539.940,09 ? (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS.....)poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4.850 carrinhas de transporte de valores!

Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.

Distribuído pelos 10 milhões de portugueses,
caberia a cada um cerca de 971 ? !!!

Então e os Dias Loureiro e os Arlindos de Carvalho onde andam?!
E que tamanho deveria ter a prisão para albergar esta gente?!


Pequenina, mesmo muito piquenina, tipo gaiola de galinaceos


ONDE ESTÃO O PRESIDENTE DA REPUBLICA, OS MINISTROS, DEPUTADOS, JUÍZES, AUTARCAS, ETC. ETC. PARA DEFENDER O NOSSO POVO. (PORTUGAL ) ?


De Sacanas, Sanguessugas, Vampiros, Biltres a 23 de Maio de 2011 às 17:41
Vinte administradores ocupam mil lugares
Marta Marques Silva, 20/05/11 00:05
------------------------------------------------------------------------------

.Por cada um destes cargos recebem, em média, entre 297 mil e 513 mil euros.

"Cerca de 20 administradores acumulavam funções em 30 ou mais empresas distintas, ocupando, em conjunto, mais de mil lugares de administração, entre eles os das sociedades cotadas", lê-se no relatório anual sobre o Governo das Sociedades Cotadas em Portugal, ontem divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). O caso mais extremo refere-se a um administrador que pertencia aos órgãos de administração de 62 empresas. "A acumulação de funções patente nestes números poderá ser um motivo de reflexão para os accionistas destas empresas", escreve o supervisor.

Os dados são referentes ao ano de 2009, e demonstram que esta prática não é uma excepção: mais de 75% dos 426 administradores desempenhavam funções de administração em mais de uma empresa. Por cada um destes lugares recebiam, em média, 297 mil euros por ano, ou, no caso de serem administradores executivos, 513 mil euros. O valor máximo registado para a remuneração média paga a este tipo de administradores foi de 2,5 mil milhões de euros e o valor médio mínimo foi de 49 mil euros. Regalias quase exclusivas do sexo masculino e com mais de 50 anos, já que apenas 5,6% dos cargos de administração (25) eram exercidos por mulheres, enquanto a idade média dos administradores executivos era de 53,6 anos e a dos não executivos de 56,2 anos.

É aliás, neste grupo de recomendações, designado de "alinhamento das remunerações com o interesse dos accionistas" que a CMVM considera "que a situação se apresenta mais preocupante". E adianta: "Numa matéria essencial, constata-se que o grau de cumprimento médio por todas as empresas se cinge a 51%". Na sua avaliação, o supervisor refere que apenas o BES, a Brisa, Corticeira Amorim, Portugal Telecom e Zon, cumprem integralmente todas as recomendações.

Além dos salários elevados, cerca de um em cada quatro administradores recebeu parte da sua remuneração proveniente de outra empresa do respectivo grupo. No caso das empresas do modelo dualista o rácio aumenta para dois em cada quatro administradores. "A CMVM não considera independente quem receba remunerações de subsidiárias", diz o regulador. A instituição tece ainda críticas à falta de independência dos auditores, já que, em média, entre as empresas integrantes do PSI 20, apenas 51,6% das remunerações pagas aos auditores se referem a serviços de auditoria. "Estes valores significam que as empresas de maior dimensão e liquidez contratam às auditoras externas um volume muito relevante de outros serviços (incluindo de fiscalidade), o que poderá colocar em causa a sua independência e originar importantes conflitos de interesse na prestação de tais serviços, os quais evidentemente poderão (e tenderão) a ser resolvidos de forma contrária às conveniências dos accionistas", refere a CMVM.


De Jornalistas ...douradas a 23 de Maio de 2011 às 18:03
Pois é, estas coisas vêm a saber-se…

Li ontem numa revista que a Drª Judite de Sousa levava 32 anos de RTP.
Dizia também a revista que a Drª Judite achou que 32 anos era uma longa vida e que tinha resolvido mudar de ares. Às vezes faz falta. Sempre no mesmo lugar, sempre a contar os parcos tostões, cansa, claro que cansa.
Mas esta mudança de ares tem tem outros "ares" pelo meio.
Tomem nota.
Após a última entrevista da Drª Judite ao 1º ministro Sócrates (logo após a determinação do corte de 10% nos salários mais elevados da função pública), terminada a entrevista, ocorreu o seguinte diálogo em off:
- Drª Judite: Ó sr. 1º ministro! Então agora vão-me cortar 10% do meu salário...?! São 1.500 €, já viu...?!
- Sócrates: (espantado) 1.500 €....? Então a senhora está a ganhar bem...! Olhe a mim cortaram-me 500...!
- Drª Judite: ......!
Dias depois a Drª Judite fez as malas e correu para a TVI, onde não há funcionários públicos, e lhe prometeram aumentar mais o salário, juntando-se à família (Dr. Fernando Seara, que havia deixado a "O Dia Seguinte" onde aboletava 1.250€ por sessão...! Não por mês...!), fintando assim os 10% com que a queriam molestar, ao fim de 32 anos de maus ares e salários mixerucas na RTP...
Nesta hora de aperto, corações ao alto...!
Afinal ainda temos bons portugueses e gente que sente o país e está disposta a contribuir com parte dos seus magros salários.
Com portugueses assim estamos bem.

A crise passará (por cima de alguns de nós, esmagando muitos, é certo...), mas passará...!

Nota: Não se apresse a desmentir Drª Judite... Está gravado...!!! Se necessário... pomos aqui...!


Comentar post