De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 24 de Maio de 2011 às 11:07
Prémio Nobel da Economia (2008) Paul Krugman já por diversas vezes se referiu à crise da Grécia, Irlanda e de Portugal.
E já afirmou que estes países nunca irão pagar a dívida pelo simples facto de não lhes ser possível criar a riqueza necessária para o fazerem...
Ora se não é «matematicamente» possível pagar porque será que os políticos insistem?
Será que o «negócio» não é o pagamento da dívida, mas sim dos juros que se vão liquidando mensal, trimestral e anualmente pagando, sem que a dívida seja diminuída?
Ora pensem lá bem e pelas vossas cabecinhas e se possível esqueçam nem que seja por breves momentos a vossa partidarite... Se não é possível pagar e se os dirigentes políticos nacionais e europeus não são «burros» porque insistem? E a resposta é...? Isso mesmo, vêm como quando querem chegam lá!

E já agora este mesmo economista também já referiu que nenhum destes países deveria ter aderido ao «euro»... E lembram-se que até aí não fomos tido nem achados? Houve referendo? Mais uma decisão meramente política em que quem nos dirigia considerou que pelo simples facto de terem sido eleitos e representarem 12 a 15% dos portugueses, podiam decidir e hipotecar o futuro dos 100%, de todos nós.
E porque terá sido que assim decidiram na altura? Façam o mesmo exercício anterior de tentarem pensar pelas vossas


De Cidadania activa e Manif permanente. a 24 de Maio de 2011 às 13:56
Protesto na Grécia
Cidadãos querem o povo a ditar "as regras do jogo"
por LusaHoje

Representantes de um movimento cívico grego concentram-se à porta do Parlamento, em Atenas, para exigir que seja o povo a ditar "as regras do jogo", quando o governo tenta um consenso político para aprovar medidas de austeridade suplementares.

"Estamos aqui para protestar contra o acordo feito entre o Governo os representantes europeus", disse à agência Lusa Jordan Genitsaris, um jovem grego de 32 anos, que faz parte do movimento '300 Gregos', que está desde sábado à porta do Parlamento, em Atenas.

"Queremos que o primeiro-ministro saia e que nos deixe fazer as regras do jogo", acrescentou Jordan Genitsaris, referindo que estas regras consistiriam em deixar os gregos governarem o país, com o afastamento dos políticos.

O movimento '300 Gregos' reivindica a saída dos 300 deputados que estão no Parlamento grego e foi criado por cidadãos que se sentiram afectados pela crise que a Grécia atravessa.

Com Jordan Genitsaris estão outros três jovens gregos, sentados em cadeiras de praia em frente ao Parlamento, que dizem que a ideia é manter o protesto, que decorre de forma pacífica.

"A ideia é continuar aqui", afirmou Jordan Genitsaris.

O jovem disse que o reduzido número de manifestantes que esta manhã está junto ao Parlamento grego se deve ao facto de ser horário de trabalho, acrescentando que ao final do dia "podem ser 100 pessoas ou mais".

Na Grécia, existem vários movimentos cívicos que contestam as medidas de austeridade aplicadas pelo governo.

Outro dos exemplos é um movimento que apela ao boicote ao pagamento das portagens nas autoestradas.

Os protestos começaram no início do ano para contestar o aumento do preço das portagens.

"Chegamos a ter de pagar portagens em estradas que ainda não estão concluídas", disse Jordan Genitsaris.

O governo grego tenta alcançar um consenso político para a aprovação de medidas de austeridade suplementares, no valor de seis mil milhões de euros.

O governo de Atenas recebeu até ao momento 53 mil milhões de euros do total da ajuda externa acordada com os parceiros europeus e Fundo Monetário Internacional (FMI), no valor de 110 mil milhões de euros.

Hoje, o ministro das Finanças grego, Yorgos Papaconstantínu, reafirmou que o país declarará a bancarrota se não receber uma quinta tranche de ajuda externa no valor de 12 mil milhões de euros até 26 de Junho.

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Na Islândia, os cidadãos derrubaram o governo, fizeram eleições e um 'partido/união de cidadãos' formado em poucas semanas, ganhou as eleições, fez novo governo e nova constituição, e prenderam responsáveis políticos e financeiros, ...

em várias cidades de Espanha, Portugal e outros países ... mantém-se e cresce o Movimento «Democracia Real Já»,
em consonância com os movimentos «ATTAC», «M12M»/geração à Rasca, «FERVE-recibos verdes», desempregados indignados , ...


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