De Urgente resposta global da UE a 24 de Maio de 2011 às 10:37
CRISE
FMI: Resposta mais forte por parte da Europa é urgente
Margarida V.Lopes, Econ. 20/05/11

.O chefe da missão do FMI para a Irlanda disse hoje que a Europa precisa de um pacote de medidas mais abrangente para resolver a crise.

Ajai Chopra alertou, esta sexta-feira, para o facto de a Europa precisar de um pacote de medidas mais abrangentes que seja capaz de dar resposta à crise de forma eficaz.

Para aquele responsável do FMI, "um elemento-chave para uma solução mais europeia mais abrangente é ter uma estrutura de gestão de crise mais ampla que a actual". Na mesma ocasião, Chopra sublinhou ainda a necessidade de se fazer um 'upgrade' ao Fundo de Estabilização Europeu.

O chefe da missão do FMI para a Irlanda referiu ainda que "a magnitue e os termos dos financiamentos [feitos pelo fundo europeu] têm que ser de tal forma que convençam os credores particulares de que os encargos com a dívida vão ser sustentáveis mesmo em cenários adversos e que uma reestruturação da dívida é um cenário inexistente".

Chopra defendeu ainda rigorosos testes de stress à banca europeia, e "devem ser acompanhados, quando apropriado, por uma recapitalização, e em alguns casos, os bancos podem mesmo precisar de ser reestruturados ou então encerrados", concluiu.


De 'Mercados' e Comissão UE: MATAM UE. a 24 de Maio de 2011 às 10:54

Grécia "fecha a loja" se não receber ajuda em Junho
Económico com Lusa 24/05/11 08:43

Grécia está à beira da BANCARROTA.

( Irlanda e Portugal ... é já a seguir... e agora tb Itália Espanha e Bélgica estão a ser ''atacadas'' pelos ''mercados'', com os 'cães de fila' das 'agências de rating' a baixar-lhes a cotação e a fazer subir os juros agiotas das suas dívidas.
E o que faz a UE ? Os Comissários e Cons.Ministros ? estão todos ao serviço da alta finança/''mercados'' e nada fazem para travar o descalabro...
Até já D.Barroso quer 'fugir'/pré-candidata-se para o FMI ... )


.O ministro das Finanças grego ( Papaconstantinuo ) reafirmou hoje que o país declarará a bancarrota se não receber 12 mil milhões de euros até 26 de Junho.

"A verdade é muito difícil e se não recebermos o dinheiro até 26 de Junho, seremos obrigados a fechar a loja e a declarar a impossibilidade de pagar as nossas obrigações", disse George Papaconstantínu numa entrevista exclusiva ao canal privado Skai, de Atenas, citada pela agência espanhola EFE.

Na segunda-feira, o Governo grego decidiu aplicar de forma urgente novos cortes salariais na função pública e nas pensões, aumentar os impostos e privatizar portos e empresas estatais, medidas que visam responder às condições para continuar a receber o empréstimo trianual concedido em Maio de 2010, pela Zona Euro e o FMI, num
valor total de 120 mil milhões de euros.

No domingo, o primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, já tinha advertido que a Grécia entrará em colapso se não receber a nova tranche da ajuda externa em Junho.

Papandreou vai reunir-se hoje com a oposição para tentar chegar a um acordo que permita aprovar as novas medidas de austeridade, no valor de seis mil milhões de euros, mas a tarefa poderá ser difícil, tendo em conta as divergências com o partido Nova Democracia, segundo o embaixador de Portugal em Atenas.

"Vai ser bastante difícil [chegar a um acordo]. Tem havido divergências muito profundas entre o Governo socialista e a Nova Democracia, o principal partido da oposição na Grécia", afirmou aos jornalistas, em Atenas, Alfredo Duarte Costa.


De Dona Branca global BURLA agiota a 24 de Maio de 2011 às 14:11
A Dona Branca global


Olhando para a Grécia há quem aponte o FMI como o causador da desgraça.

Não me parece que esta seja a realidade até porque o Fundo Monetário Internacional consegue ser mais generoso do que os outros parceiros europeus que, por concederem a parte maior dos apoios que se destinam a proteger os membros da União (e do Euro), deveriam ser menos usurários.

A questão reside no facto de não abrandar a pressão dos "MERCADOS" sobre os países que lhes estão na mira com a intenção de que esses estados consigam dinheiro (como fizeram e continuam a fazer em Portugal), para poderem continuar a comprar outro dinheiro nesses "MERCADOS" ao preço que eles próprios estabelecem.

Jorge Sampaio falou um pouco de tudo isto numa entrevista que deu na semana passada na SICn. Dizia Sampaio que lhe parece um erro entrar num banco para pedir um empréstimo e começar por insultar a instituição a que se está a recorrer. Acrescentava ainda que o erro seria maior se, na altura do pagamento, se voltasse ao banco e, para início de conversa, se desse um par de chapadas na entidade com quem se queria renegociar a dívida.

O que Sampaio NÂO DISSE foi que o banco se financiou à CUSTA de cada um dos seus clientes (pedido externo a pagar pelos contribuintes cuja parte reverteu directamente para si acrescida de outra parte que serve como garantia) e que depois, empresta esse financiamento ao cliente, que já o está a pagar, cobrando por ele mais um tanto.

Quem comprou o dinheiro vai ter de pagar duas vezes, como se por duas vezes já não bastasse ter de nascer.

São estes, os tais "MERCADOS". Emprestam dinheiro com juros para que se lhes compre dinheiro com juros mais elevados. Um carrossel de finança que enriquece uns e torna os outros miseráveis e que só parará quando os ESPECULADORES forem OBRIGADOS a PARAR.

LNT, [0.184/2011] Barbearia sr.Luis


Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres