De Usura, Realismo e Redução da Dívida. a 24 de Maio de 2011 às 14:34
Realismo

Paul Krugman lembra que o mito anti-keynesiano da “consolidação orçamental expansionista”, ou seja, da crença que a austeridade pode favorecer o crescimento, foi sobretudo alimentado pelo BCE, por Jean-Claude Trichet, um dos mais proeminentes adeptos de uma “AUSTERIDADE SELVAGEM” que é, na realidade, a principal causa do desemprego.

Aqui chegados, Krugman só pode continuar a ser realista. À atenção de Sócrates, Passos, Portas e de todos os outros DEMAGOGOS da TROIKA interna:

“Assim, para ser realista, a Europa tem de preparar-se para alguma forma de redução da dívida, combinando a ajuda proveniente das economias mais fortes e a reestruturação das dívidas imposta aos credores privados, que terão de aceitar menos do que o pagamento total.
O realismo, no entanto, parece não abundar”.

É claro que estes empréstimos usurários, exaurindo as economias periféricas, não são a ajuda de que fala Krugman.
- por João Rodrigues, Ladrões


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