Impasse europeu/ U.E. e sindical/ C.E.S., enterra trabalhadores e cidadãos.

IMPASSE EUROPEU VERSUS IMPASSE SINDICAL !
      Na passada semana teve lugar em Atenas o Congresso da Confederação Europeia de Sindicatos (CES). Dos documentos emergentes do Congresso não existe novidade de maior!

    As mesmas críticas moles á governação europeia e aos planos de austeridade, a mesma retórica impotente, a mesma incapacidade estratégica de definir em conjunto uma proposta de luta para além dos nacionalismos! A única novidade foi a eleição de uma mulher para secretária geral!
    Não querem ver ou acreditam mesmo que esta União Europeia vai a algum lado da maneira como está a gerir o problema grego? Está à vista o que pode dar a situação na Grécia e talvez depois em Portugal e por aí fora!
    Os sindicatos europeus deveriam ser os primeiros a definirem claramente uma estratégia de solidariedade efectiva com os países alvos da jogadas dos mercados financeiros. Romperem, se necessário com o diálogo social até que seja delineado um plano de grande envergadura para salvar os países (e a U.E.) em dificuldades!
    Não com medidas de austeridade acumuladas que levam ao desastre, mas com medidas de investimento na economia, no emprego produtivo, no saneamento das dívidas a taxas de juro que são agiotagem do capital!
    Para que serve este diálogo social em que se deixam definhar as economias dos países da moeda única, aumentar o desemprego de forma fria e hipócrita, dar uma imagem da Europa de nau sem piloto?
    É sabido que a maioria dos sindicatos europeus habituaram-se a viver acima das suas possibilidades! Os cofres da UE foram em tempos generosos!Cresceram os funcionários sindicais, assinaram-se pactos indevidos! Houve demasiados compromissos!

    E agora? Há que reestruturar! Há que renovar! Há que defender os interesses dos trabalhadores doa a quem doer!
    Caso contrário cava-se a própria sepultura após a crise.... em alguns casos a cova já está a ser aberta há algum tempo!


Publicado por Xa2 às 08:07 de 26.05.11 | link do post | comentar |

2 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 26 de Maio de 2011 às 10:58
Este Vital de vital só tem o nome.
Porque para o PS não é vital ou mesmo para a política de vital tem pouco.
Agora era vital que o país encontrasse soluções politicas e económicas para a sua regeneração até como País.
Quando os que se julgam vitais começarem (se calhar pela primeira vez na vida) despojados de emprego (quanto mais de tacho) de habitação (quanto mais de mansões) de saldo na conta bancária (era engraçado saber qual era o saldo da conta antes de ter entrado na política) e fosse obrigado mesmo a trabalhar pelo ordenado médio nacional (e nem estou a dizer ordenado mínimo) e com ele pagar as despesas suas e da família, então ele saberia o que quer dizer o nome que consigo transporta...
Em casa dos meus pais ouvi uma vez dizer ´que ao longo da vida só tinham conhecido uma mulher perfeita. Tinha sido uma mulher-a-dias que lá tinha em tempos trabalhado. E que mesmo essa de perfeita só tinha o nome porque senão ainda lá tinha continuado a trabalhar...


De É preciso fazer pela Vida. a 26 de Maio de 2011 às 10:11
É a vida ! Será ?

[-por AG, Causa-Nossa, 26.5.2011]

Face as sucessivas derrotas socialistas na Europa, o Vital (Moreira) parece resignado: "os socialistas são as principais vítimas políticas das situações de crise prolongada".
Vítimas ou algozes, pergunto eu,
. por terem mandado o socialismo às malvas,
complacentes/corrompidos pela financeirização da economia e da politica
(importa reflectir para sairmos da crise e o Vital pode ajudar a reflectir).
E também por, numa mesma deriva perversa,
mandarem a mais elementar ética democrática às malvas,
descendo a "outsourcings" marqueteiros aviltantes, lá porque outros também os praticam...

Não, não pode ser a vida, Vital.
Se fosse, já estávamos todos mortos.
E não estamos.
Estamos numa campanha eleitoral em que para os verdadeiros socialistas não vale tudo, não pode valer tudo.

Como vamos constatar no próximo dia 5. Vencedores ou derrotados, ver-se-à que estamos vivos.
E que não é nada da vida, Vital.
É por ser preciso fazermos por ela.


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