2 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 26 de Maio de 2011 às 10:58
Este Vital de vital só tem o nome.
Porque para o PS não é vital ou mesmo para a política de vital tem pouco.
Agora era vital que o país encontrasse soluções politicas e económicas para a sua regeneração até como País.
Quando os que se julgam vitais começarem (se calhar pela primeira vez na vida) despojados de emprego (quanto mais de tacho) de habitação (quanto mais de mansões) de saldo na conta bancária (era engraçado saber qual era o saldo da conta antes de ter entrado na política) e fosse obrigado mesmo a trabalhar pelo ordenado médio nacional (e nem estou a dizer ordenado mínimo) e com ele pagar as despesas suas e da família, então ele saberia o que quer dizer o nome que consigo transporta...
Em casa dos meus pais ouvi uma vez dizer ´que ao longo da vida só tinham conhecido uma mulher perfeita. Tinha sido uma mulher-a-dias que lá tinha em tempos trabalhado. E que mesmo essa de perfeita só tinha o nome porque senão ainda lá tinha continuado a trabalhar...


De É preciso fazer pela Vida. a 26 de Maio de 2011 às 10:11
É a vida ! Será ?

[-por AG, Causa-Nossa, 26.5.2011]

Face as sucessivas derrotas socialistas na Europa, o Vital (Moreira) parece resignado: "os socialistas são as principais vítimas políticas das situações de crise prolongada".
Vítimas ou algozes, pergunto eu,
. por terem mandado o socialismo às malvas,
complacentes/corrompidos pela financeirização da economia e da politica
(importa reflectir para sairmos da crise e o Vital pode ajudar a reflectir).
E também por, numa mesma deriva perversa,
mandarem a mais elementar ética democrática às malvas,
descendo a "outsourcings" marqueteiros aviltantes, lá porque outros também os praticam...

Não, não pode ser a vida, Vital.
Se fosse, já estávamos todos mortos.
E não estamos.
Estamos numa campanha eleitoral em que para os verdadeiros socialistas não vale tudo, não pode valer tudo.

Como vamos constatar no próximo dia 5. Vencedores ou derrotados, ver-se-à que estamos vivos.
E que não é nada da vida, Vital.
É por ser preciso fazermos por ela.


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