De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 2 de Junho de 2011 às 13:47
Na vida nada está garantido, senão a morte.
Porque é que os empregos ou os salários dos funcionários ditos públicos, hão-de estar?
E se a produtividade de uma empresa é factor de crescimento e a falta dela o seu encerramento, porque não se há-de premiar quem mais produz? O que é preciso é definir o que é produtividade na função pública... Mas isso é uma questão de legislação e bom senso. Ou nunca foi mal atendido na função pública? Ou nunca esperou demais num serviço público? Ou é funcionário público e está com receio de ser avaliado? Haja tino!


De . a 2 de Junho de 2011 às 14:32
Resposta a Zé das Esquinas:

- Talvez desconheça a legislação e a prática relativa à AP., mas asseguro-lhe que os empregos e os salários Também Não estão garantidos na AP.

- 'Produtividade' no público e no privado é diferente e quais serão os indicadores adequados ? o Nepotismo, a cedência a Assédio, o lambe-botismo, a parcialidade corrupta,...?!

- Acha que estes 'nossos políticos' têm (tido / revelam) bom senso ?!

- Já fui/sou bem e mal atendido na Administração Pública e em empresas privadas

- Fui Funcionário Público (em vários sectores e ministérios de Administrações Públicas, em Portugal e no estrangeiro) e sou CONTRATADO (Regime de Contrato Trabalho em Funções Públicas , lei nº59/2008) e SEMPRE fui Avaliado (anualmente, há mais de 20anos).
Quanto ao receio e ao tino ... creio que só os loucos ou os que desconhecem a realidade é que não o têm.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 2 de Junho de 2011 às 15:56
Estou de acordo com o que refere. Mas o que agora diz, não invalida o que comentei. E sei que existe o bom e o mau quer no sector público quer no privado.
E tenho um conhecimento mínimo dos critérios de avaliação. Mas o que me importa é o público, porque sou «eu» que pago... quer seja bem ou mal servido e, não tenho alternativa, senão pagar. O privado que se lixe pois é ou pelo menos devia ser o dinheiro deles... mas muitas vezes com a promiscuidade que existe e com as PPP também lá anda dinheirinho «meu».
Quanto ao tino e ao siso o que há o que não há, devia haver. É que eu tenho o «mau feitio» de considerar os funcionários públicos, desde o «contínuo» ao «Primeiro Ministro», meus empregados, como sou «eu» que pago, percebe o quero dizer?
Agora não leve o caso pessoalmente. É que independentemente de quando estamos «doentes» precisarmos de «médicos» eu quero é bem longe de mim, quando estou saudável. Ou acha que quando lá vai, e à saída, este lhe deseja «as melhoras», está a falar a sério?


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