De coerencia, comportamentos e atitudes a 8 de Junho de 2011 às 19:33
Aqueles de nós, militantes, que considerem, como eu considero, correcta e aplaudo a coerência de António Costa ao declinar a candidatura a Secretário-geral do partido com o argumento de que se devem exercer os compromissos a tempo inteiro, isto é, o cargo de Presidente da Câmara de Lisboa, que considerou incompatível com o que seria o desempenho na condução do partido, deveríamos ser capazes de exigir a mesma atitude em relação ao desempenho das funções de 1º Ministro.
Se assim se procedesse não teriam, nem o governo e muito menos o partido, chegado ao ponto a que chegaram.
No plano das incompatibilidades exige-se, também alguma inovação e coerência de comportamentos e atitudes.


De .na vitória como na derrota ?!... a 9 de Junho de 2011 às 13:43
diz-se que a presidente do Brasil ofereceu a Sócrates a representação dos grandes interesses económicos do Brasil na UE...
diz-se que tb tem ofertas para empresas espanholas como a Prisa, ...
diz-se que o que interessa, mesmo, é ser ex-ministro...
diz-se

pelo contrário, não ouvi dizer que o ex-PM eleito deputado iria manter-se no parlamento e no partido a defender a ''sua dama'', a sua visão ''estratégica'', as suas 'bandeiras', e ... a estar atento para desmontar as propostas e medidas dos novos senhores do poder ...


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