De ? Q..COMPROMISSOS de CANDIDATOS..?. a 22 de Junho de 2011 às 16:57
«...Assis propõe que os socialistas portugueses tenham como paradigma de escolha de candidatos o modelo norte-americano, sobretudo o dos Democratas.

Nas eleições primárias norte-americanas, todos os cidadãos, independentemente de estarem ou não filiados, podem registar-se em cada Estado para participar na escolha dos candidatos do seu partido de simpatia, incluindo a do candidato a presidente dos Estados Unidos.

Em Portugal, a escolha de candidatos dos partidos a cargos locais ou nacionais é feita pelos órgãos partidários, que por sua vez são eleitos por militantes.
... enfraqueça ao máximo os sindicatos de voto...»

É um passo na direcção certa mas deve corrigir... também esse ''modelo USA''...
- Primárias, SIM.
- Candidatos (a candidatos) escolhidos por não-filiados no partido, DISCORDO.

E há muito mais com que deve COMPROMETER-se:

- Mais TRANSPARÊNCIA e Democracia interna, auscultação das 'bases' e REFERENDOS aos militantes, ...;
- Debates, crítica e RESPONSABILIZAÇÃO de Dirigentes e Deputados;
- SIMPLIFicação de Regulamentos, procedimentos, candidaturas, moções e programas, ...
- Defesa de princípios e valores da SocialDemocracia, do Estado Social, anti-Corrupção, anti-Nepotismo, ...
- ...


De Izanagi a 22 de Junho de 2011 às 19:57
palavras...palavras...+ palavras, aliás coisa em que Francisco Assis é pródigo.
Candidatar-se tem custos. Não é gratuito. Custos que em eleições externas (PR, AR e autarquias) já existe algum conhecimento do mesmo. Mas em eleições internas é totalmente desconhecido. Alguém sabe quanto custou e quem financiou as candidaturas á concelhia de Lisboa ou á Federação? Todos se podem candidatar, mas só teoricamente. E sobre a transparência deste custo, Francisco Assis, nada diz.
E com esta proposta porque ser militante? Pode escolher, sem o ónus de ser militante, os dirigentes e mais pode integrar listas como independente, quer para AR quer para as eleições autárquicas. Só um néscio, neste quadro, se mantém inscrito num partido.
Haja bom senso.
Mostravam empenho em mudanças se Assis, ou Seguro, exigissem que todos aqueles que os apoiam e foram eleitos deputados pela quota do José Sócrates, ou impostos por este ás Federações quando esgotou a quota, que se demitissem.
Pode mudar a me*da mas não mudam as moscas. Vamos ter um PS na peugada do BE.


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