BOYS

porque se perdem eleições

 

Graves deficiências" na contratação de consultoras e outros serviços por empresas do Estado

O relatório de actividades de 2010, publicado no site da IGF, salienta que foram analisados 46 contratos de consultorias e outras prestações de serviços em 2008 e 2009, num total superior a 39,9 milhões de euros.

Neste conjunto de contratos analisados, foram detectadas “graves deficiências”, que se estendem pelo “incumprimento frequente das normas de contratação pública, em especial na fase de formação dos contratos”. Estas situações verificam-se em maior número nas empresas detidas indirectamente pelo Estado.

Por outro lado, é rara a justificação da necessidade de contratar, “tanto do ponto de vista económico como da ausência de soluções internas” ou explicações sobre os objectivos desses trabalhos, indica a IGF.

E já após a entrega dos serviços, “só excepcionalmente” foram avaliados os respectivos resultados, tal como “a justificação dos desvios de realização” dos contratos.

 

+ BOYS

 

Para além de autorizar um pagamento extraordinário (de duvidosa legalidade) ao cônjuge, que mais fez o Ministro da Justiça do governo PS?

 

Ministério da Justiça não sabe o que paga nem a quem paga

O Ministério da Justiça não dispõe de “informação actualizada sobre os trabalhadores a quem processa as remunerações e suplementos e sobre a sua assiduidade” e não realiza “um controlo prévio das folhas de vencimento e comparações frequentes entre os valores pagos e as retenções na fonte”. Quem o diz é a Inspecção-Geral de Finanças (IGF) no seu relatório de actividades de 2010, com base na auditoria às despesas com o pessoal de um organismo da Justiça que não identifica

A IGF detectou, por exemplo, o pagamento de 165 mil euros, a título de subsídio de compensação a magistrados (através de depósito em conta) “após a data do falecimento de jubilados, por inexistência de comunicação daquela ocorrência por parte dos serviços do Instituto do Registo e Notariado (IRC)”.

 

Mais BOYS

 

Presidente da câmara de Grândola nomeia filho para adjunto do seu gabinete pessoal

 

O presidente da Câmara Municipal de Grândola, Carlos Beato (eleito pelo PS), nomeou o seu filho para o cargo de adjunto do seu gabinete de apoio pessoal, decisão que qualifica como “consciente e responsável”, mas que a oposição considera “completamente indefensável”.

Carlos Beato justificou a decisão com a necessidade de “encontrar alguém com o perfil profissional e pessoal que garantisse a qualidade, a eficácia e a confiança que o desempenho destes cargos exige”.

Público



Publicado por Izanagi às 09:24 de 23.06.11 | link do post | comentar |

9 comentários:
De Funeraria a 25 de Junho de 2011 às 10:52
o que é um subsídio de compensação? faz muita diferença para o funcionamento da justiça o juiz estar vivo ou morto?


De - Partido Socialista Afim, SA - a 24 de Junho de 2011 às 10:08

- PaRtiDo SociaLista e Afins, SArl -

pelo pensamento/prática vigente no PS, qualquer dia, ao lado do «Departamento das Mulheres Socialistas», da «Juventude Socialista», da «Corrente de Opinião XXX Socialista», das «Federações...SociaListas», iremos ter :
o «Departamento dos Gays, Lésbicas e afins Socialistas»,
a «Divisão dos Africanos, Amarelos e Assim-assim»,
o «Clube dos Senadores e Tachistas do Centrão»,
A «Federação de Simpatizantes e Independentes Socialistas»,
a «Assoc. dos ex-Militantes Socialistas»,
... e outras pequenas ou grandes particulariedades a fazer moções/manifestos/TRETAS internas ...
a PAVONEAR excelências e LOAS aos Chefes de Turno e a exigir QUOTAS nas listas para deputados, autarquias, orgãos nacionais e distritais do partido, ... e TACHOS ...


De PS: parece que ainda não perceberam... a 24 de Junho de 2011 às 11:18
Seguro quer modernizar o PS

«António José Seguro, candidato à liderança dos socialistas, promete adoptar um programa de modernização e reorganização do PS até ao primeiro trimestre de 2012 e criar internamente um «laboratório de ideias», substituindo o actual gabinete de estudos.

Estas são duas das principais ideias presentes na moção de estratégia da candidatura de António José Seguro - documento que foi entregue, esta quarta-feira, na sede nacional do PS pelo seu diretor de campanha, António Galamba. » [Portugal Diário]

Parecer do Jumento:
A grande modernização do PS passa pelo FIM do SISTEMA de CASTAS onde os filhos de algumas personalidades sobem de elevador na hierarquia do partido.
-------------------
Parece pouco, muito pouco.
- E se por ''modernizar'' o PS vem no seguimento daquilo que os marketeiros (massacradores com multiplos projectos e meios de propaganda mms/newsletter/facebook/blogs/´sites ... do Sócrates e da FAUL/Concelhia de Lisboa está a fazer/fez é melhor mudar de rumo.
- E se o ''laboratório de ideias'' é para ser igual ao do PSLisboa parado, vazio, ... só com a lista de ''chefes/colaboradores'' que nada fazem/dinamizam e de ideias ... embora, reconheça-se, o ''gabinete de estudos'' também deva ser bem varrido...

Assis promete as PRIMÁRIAS, sempre é melhor, embora também não chegue.


De Canícula a 24 de Junho de 2011 às 18:36
Admitindo que seja pouco, já é alguma coisa. È que do adversário (de (?) Assis e euq ue pensava "de Amarante"), mesmo o elevador continua a funcionar.
O canícula não aconselha a mudanças


De ...CORRUPÇÂO, NEPOTISMO, ... a 24 de Junho de 2011 às 09:36
De ...CORRUPÇÃO e .... a 22 de Junho de 2011 às 15:16

------- “Corrupção” no Parlamento

O ex-vice-presidente da Câmara do Porto, Paulo Morais, considera que “o centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República, pela presença de deputados que são, simultaneamente, administradores de empresas”.

“Felizmente, este Parlamento vai-se embora. Dos 230 deputados, 30%, 70, são administradores ou gestores de empresas que têm directamente negócios com o Estado”, disse Paulo Morais, num debate sobre corrupção organizado no Porto.

(-Metro, 20.6.2011)

Se a esta CORRUPÇÃO e 'permissivas Compatibilidades' + ''não-conflitos de interesses'' + tráfico de influências na AR
juntarmos ... as existentes noutros orgãos de soberania + Autarquias + organismos e empresas públicas, PPP, ...
+ a sabujice da comunicação social e algumas élites intelectuais ...
+ os, sempre associado, cancros do NEPOTISMO/familiares, amiguismo/Boys, INCOMPETÊNCIA, Arbitrariedade/prepotência, ASSÉDIO sobre os/as trabalhadores/as ...
passamos a ter um retrato mais nítido das causas da gravíssima situação em que estamos.

--------.Corrupção tb nas Autarquias.

Estado incapaz de fiscalizar corrupção nas autarquias
(-DN, 22.6.2011)

Relatório do Ministério da Justiça reconhece "lacunas" e "falhas de funcionamento" no combate ao crime económico.

A Inspecção-Geral das Autarquias Locais (IGAL) admite a sua incapacidade para realizar, sequer, uma inspecção por mandato a cada um dos 279 municípios do continente e, muito menos, para avançar com acções-surpresa.

A entidade lembra que conta apenas 31 inspectores quando se previa que fossem 110.

A informação surge num relatório do Ministério da Justiça (MJ) que analisa a capacidade de o Estado em combater a corrupção depois de em Setembro o Parlamento ter aprovado oito medidas de reforço contra este tipo de crime.


De .PRIMÁRIAS e outras necessidades do PS:. a 24 de Junho de 2011 às 10:35
ARQUEOLOGIA DAS ELEIÇÕES PRIMÀRIAS - I
(- por Rui Namorado, oGrandeZoo, 23.6.2011)

Está a ocupar um lugar de relevo no debate inserido no processo da eleição do Secretário-Geral do PS, a questão das eleições primárias como método de escolha dos candidatos do PS nas diversos processos eleitorais que estruturam institucionalmente a nossa democracia. Esse relevo deveu-se principalemnte ao destaque que Francisco de Assis deu a esse tema na sua campanha.

O problema têm uma inequívoca importância própria, mas não pode ser separado da necessidade de o PS viver uma metamorfose profunda, em muitos outros aspectos. Isso não impede que ele possa ser objecto de uma reflexão autónoma, mas nunca se deve esquecer que ele está muito ligado a outros aspectos da vida do partido.

Várias foram as vozes que se levantaram dentro do PS a esse respeito, ao longo dos anos. Por mim, participei em algumas das iniciativas pioneiras, envolvendo a questão das primárias. Iniciativas essas que em conjunto com outras ajudaram a chegarmos ao ponto onde estamos. Por isso vou, a partir de hoje, transcrever extractos ou divulgar textos, em cujo processo de elaboração participei, os quais fazem referência às eleições primárias. Como verão eles envolvem outros temas conexos, o que ilustra o que acima afirmei quanto à ligação desta questão a outras.

Este primeiro Documento, data de Abril de 2002. É um extracto do Manifesto Político que tornou pública a existência do Clube Político Margem Esquerda. Esse Manifesto foi subscrito por 130 militantes do PS, tendo sido o culminar de um processo que demorou vários meses. O Secretário-Geral do PS era então Ferro Rodrigues a quem comunicámos pessoalmente a criação do clube, havendo razões para pensar que a nossa iniciativa contribuiu para a consagração nos Estatutos do PS da possibilidade de existirem clubes de política no interior do partido. Bom, mas vamos ao que mais interessa, eis o documento:

" 5. Renovar profundamente o Partido Socialista

5.1. A geografia eleitoral portuguesa faz com que nada se possa esperar da esquerda, no plano institucional, sem o envolvimento directo e liderante do PS. Isso e a nossa qualidade de militantes deste partido tornam incontornável a necessidade de se reflectir sobre o seu presente, para podermos valorizar o seu futuro.
É hoje quase um lugar comum, dentro do PS, dizer-se que, com ressalva da sua comprovada eficácia como máquina eleitoral, funciona mal. Bastaria isto para que fosse necessária a sua regeneração.
No entanto, atravessamos um tempo em que a própria transformação da sociedade lança novos desafios aos partidos políticos. E, como se tal não bastasse, não é possível esquecer que, ao contrário do que ocorre com os partidos de direita, na esquerda são os partidos os espaços políticos decisivos. Decisivos, não só como instrumentos de disputa e exercício do poder político, mas também como instâncias do combate ideológico.

5.2. Em termos genéricos, podemos dizer que o PS necessita de reestruturar completamente os seus órgãos nacionais, redimensionando-os de modo a que possam exercer de facto as competências que lhes são atribuídas, redistribuindo essas competências e responsabilizando cada um deles pela execução das linhas de orientação traçadas em cada Congresso.

5.3. Por outro lado, o PS precisa de criar uma rede nacional de secções de acção sectorial, pelo menos num conjunto de áreas-chave, de modo a que elas possam exprimir com representatividade posições reflectidas em cada uma dessas áreas temáticas. E assim podem funcionar como focos de propositura e crítica, sem deixarem de poder ser veículos especializados de transmissão aos militantes de informações e explicações da direcção do partido.

5.4. ...


De . ''Revolucionar'' o PS... e a Política. a 24 de Junho de 2011 às 10:42
ARQUEOLOGIA DAS ELEIÇÕES PRIMÀRIAS - I
(- por Rui Namorado, oGrandeZoo, 23.6.2011)
...
5.4. Mas tudo isto pode ser inútil, se não houver também uma mudança radical na filosofia com que se distribuem responsabilidades e se escolhem dirigentes dentro do PS.
Para cada órgão, em cada conjuntura, têm de ser avaliadas as necessidades e os objectivos que estão em causa, devendo as escolhas ser feitas a partir deles, com base, em exclusivo, nas virtualidades demonstradas previamente por cada militante para as atingir. Apenas podem ser tidos em conta a capacidade política, a competência técnica e o nível de eficácia já demonstrado, anteriormente, no desempenho dessas ou de outras funções.

5.5. Não pode, também, deixar de se aperfeiçoar o sistema de designação dos candidatos do PS nos diversos tipos de eleições. Tem que ser sempre efectivo o poder estatutário de escolha dos membros de cada órgão que tenha essa competência. Deve adequar-se sempre o poder das maiorias existentes em cada órgão, à relatividade da sua dimensão. Deve recorrer-se à consulta directa dos militantes das estruturas a que correspondam os candidatos que estiverem em causa, salvo circunstâncias excepcionais devidamente tipificadas.

5.6. Também parece útil estruturar e articular organicamente com o Partido o protagonismo político dos cidadãos independentes que colaboram com o PS, nas autarquias, na AR, no Governo e nos gabinetes de estudo. Poderia começar–se por recenseá-los, para lhes outorgar alguns direitos de participação na vida do Partido.
Em conjugação com isso, poder-se-ia instituir a qualidade formal de eleitor inscrito, a partir da qual , sem os vincular à disciplina do Partido, se concederia, aos cidadãos que se inscrevessem como eleitores do PS, um conjunto de direitos de participação na vida do partido.
Estes direitos seriam alargados aos cidadãos que colaboram com o PS nos termos atrás definidos. Deste modo, seria mais transparente e mais autêntica, mas também mais visível e menos circunstancial, a abertura do PS aos independentes, que aceitam colaborar com ele, mas não estão dispostos a inscreverem-se como militantes.

5.7. Toda esta mutação, que apenas se esboçou em termos muito genéricos, e que só será fecunda se não for parcelar, deverá ter em conta dois outros vectores.
5.7.1. Primeiro, o PS tem de se assumir como instância de animação e de estímulo à participação cívica dos cidadãos na vida pública, bem como ao seu protagonismo associativo e cooperativo, o que significa uma mudança qualitativa do modo como se relaciona com a sociedade civil. Algo aproximado a uma transformação que acrescente ás suas funções actuais, a que não deve renunciar, as de um verdadeiro movimento social, ou de animador de um leque de movimentos sociais.
5.7.2. Em segundo lugar, o PS tem de aprender a aproveitar em pleno as novas tecnologias da informação, impregnando o seu quotidiano com novas rotinas radicadas na sua utilização sistemática, de modo a que não só potencie a sua eficiência organizativa, mas também para que seja para os seus militantes uma experiência viva de modernidade.

5. 8. Deste modo, o PS precisa de uma renovação que vise o aumento da sua eficácia, dando-lhe maior consonância com as mutações civilizacionais, tornando-o mais visivelmente fiel à sua razão de ser histórica, reforçando o seu papel na qualificação da democracia em Portugal, impregnando melhor o seu quotidiano por uma ambição utópica.
Só assim poderemos solucionar realmente os problemas que hoje se colocam á eficácia do PS como organização, à credibilidade dos seus eleitos como expressões do poder político democrático e à profundidade da sua inserção na sociedade portuguesa.

5.9. ...


De .ps: Salvemos o PS. a 24 de Junho de 2011 às 10:46
ARQUEOLOGIA DAS ELEIÇÕES PRIMÀRIAS - I
(- por Rui Namorado, oGrandeZoo, 23.6.2011)
...
5.9. O PS é hoje um partido que abrange quase 40% do eleitorado, o que implica necessariamente uma significativa heterogeneidade política. Essa heterogeneidade é, em si mesma, uma enorme vantagem política, uma riqueza que não pode ser desperdiçada.

O pluralismo interno não é, por isso, apenas o corolário de uma atitude democrática que se inscreve no código genético do PS, é uma condição para aproveitar plenamente toda a energia política existente dentro do conjunto dos militantes do partido.

Mas para que o pluralismo espelhe com fidelidade e transparência a diversidade de correntes internas, é indispensável que elas se revelem e estruturem,
para que não se caia numa teia de equívocos, em que se disfarça a lógica dos pequenos GRUPOS de PRESSÃO, recorrendo a uma imaginária valorização de diversidades que nem foram reveladas, nem clarificadas, nem testadas.
Teia de equívocos que apenas tem servido para que um outro camarada seja sucessivamente cooptado para lugares de liderança,
com base numa vaga sugestão de que representa uma corrente de opinião interna que nem se assumiu como tal, nem os escolheu. "
.


De Canícula a 24 de Junho de 2011 às 18:30
"O PS é hoje um partido que abrange quase 40% "
Nao quereria dizer PS (D)? O PSD é que obteve quase 40% dos votos. Que eu saiba, o PS não chegou aos 30%. Seguramente que o Namorado anda a catrapiscar o PSD


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