5 comentários:
De sivispacem a 24 de Junho de 2011 às 11:25
Se alimentamos a fruste má-língua nacional,sempre ávida destes "gossip"(direito à informação,...uma ova!...)só conseguimos que ninguém com valor demonstrado se queira sujeitar ao "serviço público"Pese embora(ou já consequência...)a medíocre imagem de 90 % dos deputados.
"Mutatis mutandis" para a protecção juridica do PR,do PM e do Presidente da AR.(Como no MUNDO CIVILIZADO,foro especial...)


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 24 de Junho de 2011 às 12:02
Até pode ter razão, mas julgo que não tem.
Quem vai para o desempenho de cargos políticos devrá ir com o intuito de «servir» e honrado pela possibilidade de o poder fazer.
Não deverá ir pelo «graveto» nem pelas «mordomias e privilégios» do cargo e função.
Logo não deveria ter nada a «esconder». Entende?


De [FV] a 24 de Junho de 2011 às 12:13
Está enganado. Este post não refere má-língua. Refere alterações ao funcionamento da AR e aos seus deputados, eleitos pelo povo e igualmente pago por esse mesmo povo.
Quer no exercício das funções para que foi eleito, independentemente de trabalhar ou só ir ao «emprego» e às recompensas monetárias que usufrui após deixar de ser representante do tal povo, quer por ter deixado de o ser porque não quis, não o quiseram ou por «punição» desse mesmo povo que não votou nele.
Sabe que quem paga deveria ter o direito de saber quanto paga, como paga, porque paga e por quanto tempo paga os serviços de quem «contrata a tempo certo». Digo eu, não sei!


De Izanagi a 25 de Junho de 2011 às 11:03
INDECOROSO. Mas não é menos criticável a passividade com que a população aceita todas a medidas anti-democráticas .


De Zé das squinas, o Lisboeta a 25 de Junho de 2011 às 12:06
Passividade? Então o que propõe que as pessoas façam?
Que vão fumar para dentroda Assembleia? Não podem, é proibido.
Talvez irem para a Assembleia depois de almoçarem uma grande feijoada e libertar uns gases, não? Pelo menos não é proibido e tem um forte carácter alusivo...
Ou diga-nos lá como é que o amigo acha que a populaça deve indignar-se com este assunto.


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