3 comentários:
De Fada do Bosque a 12 de Julho de 2011 às 15:11
Da vez que Kissinger disse que a China seria o modelo de Estado para o novo Governo Mundial... devem estar mesmo preocupados com os Direitos Humanos. ..

"Mais do que na política e desenvolvimento do Pensamento de Mao durante os anos da implantação do comunismo, Kissinger se foca na política externa chinesa durante a guerra da Coreia, a crise de fronteira com a Índia, e as cruciais tensões com a União Soviética. A parte realmente criteriosa do livro consiste no estabelecimento das relações diplomáticas sino-americanas em que Kissinger se engajou pessoalmente. Ele faz um alerta ao desejo americano de querer impor sua moral democrática a um país que considera sua soberania de suprema importância." Texto integral aqui:

http:/ www.asiacomentada.com.br /2011/07 china-comentada-por-henry-kissinger /


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 12 de Julho de 2011 às 11:26
Engraçado ler estes posts. São importantes e sempre oportunos pelo tema e pela realidade que aborda.
Então porquê «engraçado»?
Porque parte do prossuposto que a «América» pode dar lições de «moral» e de comportamento a alguém, nomeadamente à China e à escravidão laboral lá existente.
E, na minha opinião, não será bem assim.
Porque as «Américas» usam a China para produzir os seus produtos usufruindo dessa mão de obra de escravidão, que depois em casa reclamam com imoral e desumana.
Vivemos uma era de global hipocrisia.
Prega-se bem mas as vidas são de «deboche».
São democrácias em vez de democracias.
Pode-se falar mas não se exige comportamentos.
E ainda porque nas «Américas» a vida dos seus cidadãos, podem não ser como na China, mas são de «escravidão» aos poderes do grande capital. Economicamente e até de pensamneto instituído.
Digo eu, não sei.


De Creio que tem toda a razão a 12 de Julho de 2011 às 12:04

Os americanos, global e culturalmente ainda não conseguiram ultrapassar o trauma da guerra fria e da oposição, bolorenta, à ideologia estatizante do comunismo e têm horrores a tudo o que seja estatal. Preferem a submissão aos ursos financeiros, como seja os seguros de saúde e das pensões de reforma.
Vivem de espólios alheios e extorquidos em riquezas e matérias-primas de povos que têm submetido, mais ou menos forçadamente, com o argumento de implantação de democracias quando não de sofisticadas ditadoras.
Como bem refere Zurc, eles “não dão ponto sem nó” e “temos que os empurrar” a uns e a outros.


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