7 comentários:
De ..PERIGO ! LADRÕES !!.. a 15 de Julho de 2011 às 12:40
Claro como a água

[ PERIGO , LADRÕES ]

Há alturas em que, não fosse as consequências serem tão dramáticas para a nossa economia e sociedade, quase agradeceríamos certos anúncios e medidas que tornam claro como a água do lado de que classe e de que interesses está o governo -

e ajudam a afastar as ilusões que ainda possam ter os mais ingénuos
(deve haver bastantes, visto que os elegeram):

Rendimentos do capital ficam isentos do imposto extraordinário -
que é como quem diz, os trabalhadores e pensionistas que paguem a crise.


(-por Alexandre Abreu, Ladrões de Bicicletas, 15.7.2011)


De Finança global ASSASSINA. a 13 de Julho de 2011 às 23:43
Vejam :
«Confissões de um assassino económico» (os dois links abaixo complementam-se) ou '' Como os Estados Unidos utilizam a globalização para defraudar os países pobres em triliões de dólares-
entrevista de John Perkins'' -'expert' da Banca internacional em associação com agências dos EUA .

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dFtijO8qM6A

http://resistir.info/eua/perkins_hit_man_port.html


De concordo a 18 de Julho de 2011 às 14:52
Apresenta uma explicação que considero muito plausível para a perseguição de que o Euro está a ser alvo.

Deixo ao vosso critério.
mas repito - isto só vai com uns tiros em alguns abutres, enquanto isso não acontecer vamos continuar neste aprisionamento

Como se Destroi um País – Jonh Perkins
>
>
>Na quarta feira dia 6 de junho de 2011, o jornal expresso publicou um artigo interessantíssimo com o titulo Como se Destrói um País, que gerou um bom leque de comentários. Os colegas do Economia e Finanças também fizeram referencia a este artigo.
>Não posso deixar de partilhar com todos os leitores o video publicado pois fornece sinais para reflectir sobre a veracidade da mensagem que o autor Jonh Perkins pretende passar ao mundo.
>Fica ao critério de cada um, mas não posso deixar de fornecer a minha opinião pessoal, pois acredito que em todas as guerras existem interesses comerciais e financeiros e sempre que se fala de petróleo temos lá a potencia mundial.
>De igual modo, acredito que se esta informação fosse verdadeira, não estaria assim tão acessível a todos e este Senhor também já teria sido alvo dos Chacais que o vídeo tanto fala. Por outro lado, durante tantos anos foi possivel esconder esta estratégia do mundo e de um instante para o outro, um senhor apenas, consegue desvendar tudo.
>Estou reticente… Vejam o vídeo… Dêem a vossa opinião…
>COMO SE DESTRÓI UM PAÍS


De Explicação precisa-se a 13 de Julho de 2011 às 16:41
Como é isso de por os privados a participar no financiamento das dividas, ditas, suberas dos esatdos ?
Quem, neste blog, poderá fazer um post a explicar, se é quem alguem terá conhecimento para tal?


De . a 13 de Julho de 2011 às 18:00
Veja os posts sobre economia política...

Simplificando:
«Pôr os privados a participar no financiamento das dívidas soberanas (dos países em crise: Grécia, ...)»

Em vez de ser só UE/BCE/FMI a comprar dívida (emprestar dinheiro a juros ...) a UE/ecofin/conselho/Merkel-Sarkozi quer que os Bancos/investidores... também arrisquem mais (e comprem mais dívida e reinvistam... apesar de já estarem a lucrar imenso com os juros agiotas do mercado secundário de dívida e títulos e acções dos Estados mais frágeis).


De De que lado estamos? Contra-ATACAR.. a 13 de Julho de 2011 às 11:21
A luta de sempre. A da repartição da riqueza

Continua a guerra entre os congressistas republicanos, numa já longa deriva de direita muito extremada e o governo de Obama.
Em causa o teto da dívida federal que pode colocar os EUA em incumprimento, em 6 de Agosto, o que sucederia pela primeira vez na história do império, com consequências imprevisíveis.

Os republicanos querem que o governo diminua as despesas, "emagreça" o Estado (onde é que já ouvi isto?...) querem que elimine a reforma da saúde de Obama que permite pela primeira vez o acesso à saúde de milhões de norte-americanos pobres, ou que o reduza drasticamente.

O governo não quer eliminar a sua promessa eleitoral mais simbólica e aceitando fazer algumas concessões, quer pôr fim ao maná, do tempo de W.Bush, que foi a drástica baixa de impostos às grandes fortunas.

Também por cá, a nossa direita ( e recentemente um membro deste governo), lança o balão de ensaio da diminuição do número dos escalões de IRS,
obviamente para diminuir a progressividade deste e favorecer as grandes fortunas.
Espadejam com um argumento "fortíssimo" e comovente, simplificar o IRS.

Os muito poderosos querem ser, sempre, mais poderosos.

Em resumo, o braço de ferro mantém-se entre o Obama, humanista, sim,
mas demasiado conciliador e crente num consenso entre o bando das raposas e as galinhas,
entre a cúpula radical das grandes fortunas e o cidadão comum.

É um braço de ferro, duríssimo, pela repartição da riqueza.

Afinal, lá na América, como por cá, na União Europeia e em Portugal.
É a lógica natural do capital financeiro, sem regras,
na sua crescente arrogância, sentindo-se impune sem o perigo que antes, o comunismo lhe inspirava e o travava. (Link)


Etiquetas: default, incumprimento dos EUA, Obama, Reparição da riqueza
# posted by Raimundo Narciso, PuxaPalavra


De .''Mercados abutres''... até quando?. a 13 de Julho de 2011 às 11:16
Mercados
EUA: dívida quase bate o PIB, mas rating é o melhor
Só que risco de não haver dinheiro para pagar aos credores é muito menor do que nos países da Europa.

São precisos 15 números para contabilizar a dívida pública dos EUA, que ultrapassa os 14 biliões de dólares. É quase o equivalente ao Produto Interno Bruto (PIB).

Apesar do elevado endividamento e do défice orçamental ser maior do que em muitos países europeus, os EUA têm o rating mais elevado do mundo. É que o risco de não haver dinheiro para pagar aos credores é muito menor do que nos países da Europa.

Vejamos: com uma dívida equivalente a 98% da riqueza produzida e um défice orçamental de 9%, os EUA têm nota máxima nas três agências de rating. Ao contrário do que está a acontecer na Europa, as agências não atribuem risco de incumprimento ao Estado norte-americano.

Mas há quem defenda que as agências de rating estão a usar dois pesos e duas medidas. Este ano, a dívida pública norte-americana deverá ultrapassar os 15 biliões de dólares. E estima-se que continue a crescer chegando acima dos 20 biliões em 2016.

De acordo com as previsões orçamentais, o défice norte-americano vai atingir o valor mais alto de sempre este ano. A redução só começa a verificar-se a partir de 2012, mas é feita sobretudo à custa do aumento da receita.

As estimativas mostram que a despesa do Estado vai continuar a crescer mais um bilião de dólares nos próximos cinco anos.

(- em 12.7.2011, http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/eua-rating-divida-pib-mercados-agencia-financeira/1266053-1727.html )
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FMI / Lagarde: incumprimento dos EUA seria «devastador»
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