5 comentários:
De viagra without prescription a 7 de Setembro de 2011 às 08:29
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De kamagra a 7 de Setembro de 2011 às 08:28
Seu blog tem algumas das informações mais fascinante!


De ai EUROPA ... desunida e sem Líderes !! a 18 de Julho de 2011 às 12:44
Atenção à Srª Merkel

Parece estar ainda a dormitar. Mas a dormitar teve um grande rasgo. ...

Admitiu que a Europa pode vir a ter uma AGÊNCIA de RATING lá mais para a frente.
Certamente, a Roland Berger já lhe assoprou o ouvido... Alinhe, alinhe minha senhora!!.

São mais uns bons milhares de milhões que a Alemanha vai caçar aos países membros da periferia e também aos nossos parceiros mais vizinhos, a Europa menos periférica, embora em relação a nós sejam todos periféricos, mesmo o sr. Sarkozy, que se tem por uma grande figura de tacão alto.

Mas muito engraçado foi o argumento da criação da Senhora. Se até os chineses já têm uma. ...

Destes políticos com tão largos rasgos é que a Europa precisa. Assim o fim da crise bate à porta. Mas é melhor pedir à Roland Berger que olhe mais para os chineses e inspire a Srª Merkel.

O Sr. Kohl, antigo chanceller e da mesma área política de Merkel, é que não me dá razão.
Acha Merkel com muito pouca visão de estadista.
Terá desabafado mesmo a um amigo.
«
O que eu trabalhei para construir uma Alemanha e uma Europa fortes e o que Merkel está fazendo para destruir esse meu sonho! »



Etiquetas: Angela Merkel, Kohl
(# Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra , 18.7.2011)
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Só a «vontade política» pode salvar a zona euro

Em declarações à Agência Lusa, em Luanda, Joseph Stiglitz referiu que caso a Europa não assista e assegure os países em dificuldade, «então há o risco de o euro não sobreviver».

Joseph Stiglitz, orador principal de uma conferência em Luanda afirmou igualmente que a estratégia tomada pela Europa - o aumento das medidas de austeridade -- «não funcionará». in "Diário Digital / Lusa".
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Criação de Agência para reestruturação da DÍVIDA

Vários dirigentes socialistas europeus, entre eles o primeiro-ministro grego, apelaram este sábado à união dos Estados-membros na tomada de medidas para tranquilizar os mercados e defenderam a criação de uma agência europeia para a reestruturação da dívida.

«É tempo de os governos da zona Euro afirmarem a sua primazia sobre os mercados financeiros», afirmou Georges Papandreou, sublinhando que são necessárias «medidas corajosas e decididas».

No encontro estiveram presentes vários dirigentes socialistas da UE, nomeadamente a francesa, Martine Aubry, o finlandês Erkki Tuomioja, e o líder do grupo parlamentar social-democrata do Parlamento Europeu, Martin Schultz.

Martine Aubry alertou para o fim do Euro se não se tomarem as medidas adequadas em sua defesa.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 15 de Julho de 2011 às 19:27
Sociólogo e filosofo francês, Jaques Amaury, professor na Universidade de Estrasburgo, publicou recentemente um estudo sobre "A crise Portuguesa", onde elenca alguns caminhos, tendentes a solucioná-la. "Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.
Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem – se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.
Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou a esmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.
Os dinheiros foram encaminhados para auto estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições público-privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração pública, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.
A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando – se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram-se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.
Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) que está no Governo e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil
de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) vilipendiado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.
Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré-fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.
Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e Tv oficiais, está dominada por elementos


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 15 de Julho de 2011 às 19:47
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e Tv oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos sociais-democratas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem lenta o mínimo problema ou dúvida. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.
Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.
Só uma comunicação não vendida e não alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.


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