Portagens, e a calçada da Carriche, porque não?

Veio hoje a publico, em alguns órgãos de comunicação social, que Estradas de Portugal (EP) querem portajar certos Itinerários Complementares (IC`s) e outros tantos Itinerários Principais (IP`s), como seja o IC19 ou a CRIL.

Só no caso da IC 19, onde circulam por dia mais de 45 mil carros, camiões, autocarros e motos, tal medida, a ser aplicada, constituiria uma verdadeiro poço de petróleo com a vantagem de já estar feito o investimento e não ser necessário recorrer a qualquer empréstimo para ocorrer a custos de exploração.

O «Jornal de Negócios» adianta na edição desta quarta-feira que a empresa pública já comunicou ao Governo a sua pretensão: tornar os troços rodoviários com características de auto-estrada portajados e justifica a medida com uma maior sustentabilidade do sector e reforço o princípio do utilizador-pagador.

Assim, sugere-se aqui, no Luminária que a Estradas de Portugal proponha também portagens na Calçada da Carriche, Segunda circular, Eixo Norte-Sul, circular de Carnide, Av. Infante Dom Henrique; Av. Gago Coutinho; Av. Marechal Gomes da Costa, pelo menos estas. O povo agradece, pois claro!



Publicado por DC às 16:00 de 03.08.11 | link do post | comentar |

2 comentários:
De Izanagi a 9 de Agosto de 2011 às 12:00
Ultimamente deparamo-nos frequentemente na comunicação social com notícias que prevêem o pagamento de serviços públicos, como por exemplo a saúde, a educação, a segurança, etç e outros que já pagamos e bastante, como por exemplo a Justiça ( por todos reconhecida como de má qualidade) terem os custos aumentados.
Mas nunca se lêem notícias a anunciar a redução substancial dos impostos. È que para esses serviços, que os políticos dizem gratuitos e comunicação social, reforça esse adjectivo, Portugal , na UE, paga dos impostos mais caros e se atendermos a relação custo/qualidade, são seguros os mais caros a uma distância considerável do 2º classificado.


De O sufoco a 3 de Agosto de 2011 às 16:52
O sufoco que nos haverá de matar é a recessão económica e aqueles que deveriam propiciar algum arejamento à economia estão a ser os primeiros e mais ortodoxos em tal asfixia.
O outro costumava dizer "é a vida!", neste caso poderemos dizer " é a morte!" individual e colectiva .


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