De chulos e hipócritas a 31 de Agosto de 2011 às 11:42
O governo diz que o corte nos salários da Função Pública não está a ter o efeito desejado, por isso decidiu que, até 2014, terão de sair do Estado dez mil funcionários por ano, o dobro do que ficara acordado com a "troika".
Tanta demagógica hipocrisia. Como queria o governo que os cortes resultassem se o numero de boys aumentaram de forma desmedida e sem um pingo de vergonha? Mais de 600 em dois meses, conforme já postado aqui no Luminária.
Continuam a deitar-nos areia aos olhos. E o povo continua manso que nem cordeirinhos.


De Hipócritas e PPP rebentam o Estado... a 5 de Setembro de 2011 às 18:33
""António Nogueira Leite publicou recentemente um livro com o titulo chamativo, nem mais nem menos do que «Uma Tragédia Portuguesa »– Toda a verdade sobre o Estado da nossa Economia. E uma saída possivel.
O livro é uma longa entrevista conduzida por Paulo Ferreira, editor de economia da RTP.
E explica em detalhe o trajecto e as propostas do professor de Economia, ex-secretário de Estado de um governo PS e actual dirigente do PSD .

Na página 25, apresenta-nos a sua filosofia: " Temos estado a viver acima das nossas possibilidades."
Uma das razões é esta :
É fácil chegar à ideia de que mais de metade dos portugueses vive á conta do Estado»,
contando os funcionários públicos , os pensionistas, os beneficiários de prestações sociais, os desempregados e as suas famílias.
A conta do Estado, acima das nossas possibilidades.

Na badana do livro, o autor apresenta-se como "quadro do grupo Mello, onde é responsável pelo planeamento estratégico e controlo de gestão.» sendo membro do Conselho de Administração da Efacec, a Cuf, da Comitur, da José de Mello Saúde, e ainda administrador da Brisa, da Edp Renováveis e, em nome do grupo Mello, da Reditus, e ainda presidente do Conselho de Administração da Opex.

Nogueira Leite representa assim, como ele próprio assinala, um dos principais grupos participantes nas PARCERIAS PUBLICO PRIVADAS, seja na concessão de hospitais como de auto-estradas.
À conta do Estado e seguramente acima das nossas possibilidades. ""

Conclusão do Zé:

Quando um rico vai a correr " Deixem passar que está com pressa "

Quando um pobre vai a correr " Apanha que é ladrão "


Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres