8 comentários:
De .TUMULTOS, ameaças, mentiras,... a 5 de Setembro de 2011 às 15:08
Pedro Passos Coelho

O primeiro-ministro está tão confiante nas explicações que tem dado para os seus excesso de medidas robustas, brutais e extraordinárias que já está preocupado com a ocorrência de TUMULTOS.
Ainda não houve uma única manifestação e já faz AMEAÇAS.
Isto promete.

«O primeiro-ministro falava esta manhã de domingo em Campo Maior, ...
"O que estamos a fazer é a dar conta ao país que vamos respeitar o que foi acordado por um governo antes de nós, quando pediu dinheiro emprestado, e que vamos respeitar o compromisso com os eleitores, fazendo as reformas" necessárias para que, "no fim deste processo", o país consiga "superar estas dificuldades", afirmou.

Segundo o primeiro-ministro,
"as pessoas têm que ter confiança também que os portugueses estão vacinados com o que vêem na televisão". Acrescentou:
"Pode haver quem se entusiasme com as redes sociais e com aquilo que vê lá fora, esperando trazer o tumulto para as ruas de Portugal", mas, acentuou Passos Coelho, "nunca iremos por aí".

"Aqueles que pensam que podem AGITAR as coisas de modo a transformar o período que estamos a viver numa GUERRA com o Governo", quando o que existe
é "uma guerra contra o atraso, a dívida e o desperdício", esses "saberão que nós sabemos dialogar, mas que também sabemos decidir", avisou.» [CM]
(via OJumento)
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Pobre Gasparoika

«Ferreira Leite arrasa a política fiscal.
Marques Mendes questiona os insuportáveis sacrifícios.
Pacheco Pereira critica a política do martelo.
Soares avisa que Portugal está no limite.
Barreto admite convulsão social.
João Duque fala em pouca inteligência.
O incómodo alastra no PSD e no CDS. » [DN],

- também vós ?!!

(via OJumento)
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Actualização do Mentirómetro

Na sequência da lista de declarações que a jornalista Fernanda Câncio recolheu no Twitter do Pedro Passos Coelho procedeu-se a
uma robusta, brutal, colossal e extraordinária do seu mentirómero, o primeiro-ministro começa a ser um sério candidato ao Guiness como o primeiro-ministro mais mentiroso, em pouco mais de dois meses já foram contabilizadas trinta mentiras. Nada mal para quem se diz ser um homem de palavra, o que não seria se não o fosse.
(via OJumento)
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De Aldeia dos Ricaços emPobrece país. a 6 de Setembro de 2011 às 10:11
Ordem para morrer


«O que, para além de toda a tagarelice justificativa, resulta das anunciadas medidas de redução da despesa (ainda apenas "planos"; "realizações" são, para já,
a nomeação de centenas de 'boys' e dezenas de "grupos de trabalho", 11 só à conta de Relvas, três deles para o futebol)
é que ou Passos e Portas não faziam a mínima ideia do que falavam quando criticavam as "gorduras" do Estado ou mentiam deliberadamente quando se atiravam como gatos a bofes contra Sócrates por aumentar os impostos (um e outro preocupavam-se então muito com as "famílias").

Andaram anos a chamar mentiroso e "Pinóquio" a Sócrates porque as suas políticas não coincidiam com as suas promessas e, em dois meses, não têm feito outra coisa senão desdizer-se.
A solução que tinham na manga era, afinal, o empobrecimento geral (geral?, não:
uma pequena aldeia de 25 magníficos continua a enriquecer escandalosamente à custa desse empobrecimento).

Agora, aos trabalhadores (Amorim excluído), pobres e pensionistas, juntam-se os doentes no lote dos "todos" a quem Passos e Portas cobram a factura da crise.
No caso dos doentes, pagando com própria vida se for o caso:
os responsáveis nacionais pelo programa de transplantações demitiram-se sexta-feira revelando que os cortes na Saúde "não respeitam a vida humana" e vão "matar pessoas".

Não me parece que Paulo Macedo se preocupe com isso: trata-se de doentes crónicos, que só dão despesa...»

[JN], Manuel António Pina.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 5 de Setembro de 2011 às 11:06
Circula na net um requerimento do BE na AR em meados do mês passado. A ser verdade são muito «interessante» e pertinentes as questões postas. Esperemos então pelas respostas do Governo...
Requerimento do Bloco de Esquerda:
O Bloco de Esquerda tomou conhecimento, através da comunicação social, da possível existência de um crédito concedido pelo BPN à Amorim Energia para a compra de uma participação na Galp.
Segundo a notícia, o crédito, da ordem dos 1600 milhões de euros, teria sido concedido pelo BPN à Amorim Energia em 2006, antes do processo de nacionalização. A mesma fonte avança que o empréstimo não chegou a ser pago pela holding ao BPN, mantendo-se assim a divida de 1600 milhões de euros durante todo o período em que o Banco esteve na posse do Estado.
Acresce a esta informação o facto de a Amorim Energia ser uma holding detida, não apenas por Américo Amorim, mas que tem como accionistas a Santoro Holding Financial, de Isabel dos Santos, e a Sonagol. Como é conhecido, a Santoro Holding Financial, para além de accionista da Amorim Energia, é também accionista maioritária do Banco Internacional de Crédito, a quem o Estado irá vender o BPN. Desta forma, a venda do BPN, com os seus créditos, ao BIC, poderá implicar que o crédito de 1600 milhões de euros seja pago pela Amorim Energia a um banco que tem como principal accionista a própria devedora.
A confirmar-se, a situação acima descrita configura mais um episódio inaceitável de falta de transparência associado ao processo de reprivatização do BPN. O Banco Português de Negócios, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério das Finanças, as seguintes perguntas:
1. Confirma o Governo a existência de um crédito, por liquidar, da Amorim Energia ao BPN? Em caso afirmativo, qual o seu valor?
2. Caso exista, como explica o Governo a não execução do referido crédito para fazer face aos prejuízos associados ao BPN, durante os anos em que o banco esteve na posse do Estado?
3. Confirma o Governo que o referido activo se encontra num dos três veículos constituídos pela Caixa e transferidos para o Tesouro?
4. Perante o cenário de venda do BPN ao BIC, qual a situação do referido activo? Ficará em
posse do Estado ou será incluído no pacote a privatizar?
5. Pode o Governo divulgar a lista de todos os créditos, incluídos nos veículos transferidos para o Tesouro, acima dos 250 milhões de euros?
João Semedo, deputado do BE


De . Dados Pessoais... a privatizar. !!. a 2 de Setembro de 2011 às 10:36
Alerta Laranja

«Uma aflitiva dúvida mantém, há dois dias, o meu cérebro em alerta laranja (cor apropriada):
- para que raio quererá o Ministério das Finanças saber do meu colesterol e dos meus triglicerídeos (e dos seus, leitor) e o Ministério da Saúde saber quanto pagamos pela prestação da casa?

Diz a Comissão Nacional de Protecção de Dados que o que o Governo pretende é "excessivo", "intrusivo" e "compromete o sigilo médico" e fiquei ainda mais intranquilo.
De facto, o Governo "passaria a ter acesso (...) ao perfil de saúde dos cidadãos, o que é assustador".
E é.
Eu (ou você, leitor) confidenciaríamos ao médico que tínhamos uma gonorreia e o médico iria logo (o Governo quer saber tudo "em tempo real") contar aos drs. Paulo Macedo e Vítor Gaspar.

E se eles decidissem privatizar (crise obriga) essa preciosa informação, vendendo-a, por exemplo, à nossa seguradora?
E se o diagnóstico fosse fatal e o médico decidisse não no-lo dizer imediatamente e o Governo soubesse a triste (ou alegre, sei lá) notícia primeiro que nós?

Não seria mais fácil o Governo mandar o SIS e o SIED porem escutas nos gabinetes de consulta do SNS?
Ou então arranjar informadores como o que, em 9 de Junho de 1972, mandou à PIDE/DGS o Relatório n.º 202/72/SC informando que minha mulher tinha "uma doença cancerosa" e que tanto eu como ela éramos "afectos ao regime".
Mas mais competentes que esse, pois nem ela felizmente tinha nem nós éramos.» [JN], Manuel António Pina.


De . DesGoverno ...p'rós RICOS. a 2 de Setembro de 2011 às 09:57
Passos em FALSO
[-por AG, CausaNossa, 2.9.2011]

O PM Passos Coelho deu um salto a Berlim dizer à Senhora Merkel o oposto do que eu lhe recomendaria, como há dois dias explicitei no Conselho Superior da ANTENA UM.
Sobre «eurobonds», designadamente.
Nada de surpreendente, só desgostante: pela Europa e por Portugal.

Porque com um PM atento, venerador e obrigado aos pés de Berlim, espera-nos mais do mesmo ou pior ainda.
Como se vê pelo apelo submisso a que venham "todas as empresas alemãs" comprar a patacos os despojos das "golden shares" a que o Estado estupida e desnecessariamente renunciou e das empresas que vai apressadamente privatizar.

Enternece a abertura a "todas as empresas alemãs", decerto mesmo as visceralmente corruptas, como as associadas à MAN Ferrostaal que nos empandeiraram os submarinos, que agora nos abrilhantam o Alfeite, único porto onde podem atracar...

Ou será que Passos Coelho conseguiu empertigar-se e fazer ver à Chanceler, quando ela lhe deu com a "competitividade" para justificar a austeridade de caixão à cova que nos impõe,
que a economia alemã recorre a artimanhas de "competitividade" incompativeis com a legalidade germânica e europeia? Não consta.

Os passos de Passos levam-no por outros caminhos.
E por isso ainda não começou também cá a fazer aquilo que prometeu ao portugueses para lograr ganhar as eleições.
A receita a que o seu governo tem recorrentemente recorrido, em acintosa contradição com o que prometeu em campanha eleitoral, é dose cavalar de impostos sobre quem já os paga.
Em vez de passar à cirurgia das «gorduras» do Estado, que dizia ter já inteiramente debaixo de olho; mas às quais tendo vindo a fazer.... vista grossa.

Gorduras de uma economia anémica, que, quando se der por ela, sob este drástico regime, vai estar como o cavalo do inglês: de pernil esticado.

Bem pode Passos Coelho estar convencido da necessidade de, em tempo e modo mais papista/troikista que a Troika, alcançar o reequilibrio orçamental e uma diminuição da dívida para Portugal.

Mas ideologia, hélas, não lhe garante eficácia.
Porque negligenciando o crescimento e o emprego, só vai diminuir receitas e aumentar a dívida pública.
Morreremos da (tentativa da) cura, em vez da doença.

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Poupar os RICOS
[-por Vital Moreira, CausaNossa, 1.9.2011]

«Passos Coelho recusa imposto sobre grandes fortunas».
E, como mostrei abaixo, também recusa imposto sobre os grandes rendimentos de capital.

Para este Governo os ricos são intocáveis.
Defende os seus...


De ..Desvarios... que nos lixam .!. a 2 de Setembro de 2011 às 10:48
Seguindo o exemplo do seu colega dos Assuntos sociais que
aumentou o número de alunos nas creches e do da Educação que aumentou o número de alunos por sala,
também o Álvaro quer que o país poupe energia e vai propor que deixe de haver limites para o número de penduras nos velocípedes com ou sem motor.

[imagem de motorizada em circulação na China com motorista, 3 crianças e 2 mulheres !! ]
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Uma pergunta a Passos Coelho

Se uma boa parte do famoso "desvio colossal" resulta da irresponsabilidade do governo regional da Madeira,
porque razão é que esse mesmo governo regional continua a governar em regime de vacas gordas enquanto os outros portugueses são sujeitos a um brutal regime de austeridade?
(para lhes continuar a pagar os desvarios ... e os isentar de cortes no subsídio de Natal e outros]
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"Alemães serão bem-vindos às privatizações"

Depois de ter ido a Espanha dizer que os espanhóis são bem-vindos às privatizações foi a vez de Passos Coelho dizer o mesmo na Alemanha, parece que o país está em saldos e o primeiro-ministro faz de caixeiro-viajante.
Os que gozaram de Sócrates ter andado a vender o Magalhães parece terem perdido o sentido de humor, para não se dizer que estão muito pouco exigentes quanto à sua dignidade.
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Deus Pinheiro fez um intervalo no golfe

«O antigo ministro João de Deus Pinheiro defendeu hoje
um (novo) aumento da idade da reforma,
a diminuição da “generosidade das pensões” e
o crescimento das contribuições para a Segurança Social,
sublinhando que os custos são neste momento “incomportáveis”.» [i]

Este senhor se tivesse vergonha na cara estaria calado.
è uma pena que ninguém lhe tenha perguntado quanto ganha em pensões (douradas) e desde que idade.

OJumento:
«Mande-se o ilustre senhor para o tal sítio uma vez referido pelo falecido almirante Pinheiro de Azevedo.»


De a(nó)nimo a 2 de Setembro de 2011 às 11:06
Defende aqueles que votaram nele. Defende a maioria dos que votaram.
Qual e o problema de serem ricos?
Não é uma constatação agradável saber que mais de 2000000 (dois milhões) de portugueses são ricos?
O que é que têm contra?


De .Injustiça económica e social ... a 2 de Setembro de 2011 às 12:47
- Este Governo/PPC-PP defende uma pequeníssima parte daqueles que votaram neles ... aliás já parlamentares e estruturas do PSD e do CDS estão contra as/algumas medidas/propostas deste governo...

- Ser rico não é problema
(ser pobre ou 'remediado' é que é problema...),
embora o conceito de ''rico'' seja discutível (Rico no rendimento auferido e tributável?, no património?, no usufruto de bens e serviços?, ... e a partir de qual montante? ... e não creio que em Portugal hajam 2 milhões de ''ricos'' a sério ...)

- o problema é fugiram aos impostos e às suas responsabilidades de cidadania,
sendo os restantes cidadãos obrigados a contribuir mais do que a sua justa quota-parte ...
ou seja, o problema neste país, é não haver justa e equilibrada distribuição do rendimento e dos sacrifícios, ...tendo vindo a aumentar o fosso entre os que têm/ganham muito e os que têm/ganham pouco .

para mais esclarecimentos sobre a matéria ... veja os comentários e post
« Impostos Injustos e não transparência » - de Xa2, aqui no Luminária, em 31.8.2011.


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