De . DesGoverno ...p'rós RICOS. a 2 de Setembro de 2011 às 09:57
Passos em FALSO
[-por AG, CausaNossa, 2.9.2011]

O PM Passos Coelho deu um salto a Berlim dizer à Senhora Merkel o oposto do que eu lhe recomendaria, como há dois dias explicitei no Conselho Superior da ANTENA UM.
Sobre «eurobonds», designadamente.
Nada de surpreendente, só desgostante: pela Europa e por Portugal.

Porque com um PM atento, venerador e obrigado aos pés de Berlim, espera-nos mais do mesmo ou pior ainda.
Como se vê pelo apelo submisso a que venham "todas as empresas alemãs" comprar a patacos os despojos das "golden shares" a que o Estado estupida e desnecessariamente renunciou e das empresas que vai apressadamente privatizar.

Enternece a abertura a "todas as empresas alemãs", decerto mesmo as visceralmente corruptas, como as associadas à MAN Ferrostaal que nos empandeiraram os submarinos, que agora nos abrilhantam o Alfeite, único porto onde podem atracar...

Ou será que Passos Coelho conseguiu empertigar-se e fazer ver à Chanceler, quando ela lhe deu com a "competitividade" para justificar a austeridade de caixão à cova que nos impõe,
que a economia alemã recorre a artimanhas de "competitividade" incompativeis com a legalidade germânica e europeia? Não consta.

Os passos de Passos levam-no por outros caminhos.
E por isso ainda não começou também cá a fazer aquilo que prometeu ao portugueses para lograr ganhar as eleições.
A receita a que o seu governo tem recorrentemente recorrido, em acintosa contradição com o que prometeu em campanha eleitoral, é dose cavalar de impostos sobre quem já os paga.
Em vez de passar à cirurgia das «gorduras» do Estado, que dizia ter já inteiramente debaixo de olho; mas às quais tendo vindo a fazer.... vista grossa.

Gorduras de uma economia anémica, que, quando se der por ela, sob este drástico regime, vai estar como o cavalo do inglês: de pernil esticado.

Bem pode Passos Coelho estar convencido da necessidade de, em tempo e modo mais papista/troikista que a Troika, alcançar o reequilibrio orçamental e uma diminuição da dívida para Portugal.

Mas ideologia, hélas, não lhe garante eficácia.
Porque negligenciando o crescimento e o emprego, só vai diminuir receitas e aumentar a dívida pública.
Morreremos da (tentativa da) cura, em vez da doença.

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Poupar os RICOS
[-por Vital Moreira, CausaNossa, 1.9.2011]

«Passos Coelho recusa imposto sobre grandes fortunas».
E, como mostrei abaixo, também recusa imposto sobre os grandes rendimentos de capital.

Para este Governo os ricos são intocáveis.
Defende os seus...


De ..Desvarios... que nos lixam .!. a 2 de Setembro de 2011 às 10:48
Seguindo o exemplo do seu colega dos Assuntos sociais que
aumentou o número de alunos nas creches e do da Educação que aumentou o número de alunos por sala,
também o Álvaro quer que o país poupe energia e vai propor que deixe de haver limites para o número de penduras nos velocípedes com ou sem motor.

[imagem de motorizada em circulação na China com motorista, 3 crianças e 2 mulheres !! ]
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Uma pergunta a Passos Coelho

Se uma boa parte do famoso "desvio colossal" resulta da irresponsabilidade do governo regional da Madeira,
porque razão é que esse mesmo governo regional continua a governar em regime de vacas gordas enquanto os outros portugueses são sujeitos a um brutal regime de austeridade?
(para lhes continuar a pagar os desvarios ... e os isentar de cortes no subsídio de Natal e outros]
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"Alemães serão bem-vindos às privatizações"

Depois de ter ido a Espanha dizer que os espanhóis são bem-vindos às privatizações foi a vez de Passos Coelho dizer o mesmo na Alemanha, parece que o país está em saldos e o primeiro-ministro faz de caixeiro-viajante.
Os que gozaram de Sócrates ter andado a vender o Magalhães parece terem perdido o sentido de humor, para não se dizer que estão muito pouco exigentes quanto à sua dignidade.
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Deus Pinheiro fez um intervalo no golfe

«O antigo ministro João de Deus Pinheiro defendeu hoje
um (novo) aumento da idade da reforma,
a diminuição da “generosidade das pensões” e
o crescimento das contribuições para a Segurança Social,
sublinhando que os custos são neste momento “incomportáveis”.» [i]

Este senhor se tivesse vergonha na cara estaria calado.
è uma pena que ninguém lhe tenha perguntado quanto ganha em pensões (douradas) e desde que idade.

OJumento:
«Mande-se o ilustre senhor para o tal sítio uma vez referido pelo falecido almirante Pinheiro de Azevedo.»


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