Horizonte e lutas do P.S.

Intervenção no XVIII Congresso do PS  Símbolo do PS

    O PEC 4 serviu à direita, com a ajuda de partidos de esquerda, para derrubar Sócrates. Agora, em vertigem mais "troikista" do que a Troika, PSD e CDS arrasam os portugueses com o PEC 4 ao cubo. O PS está vinculado ao Acordo com a Troika, mas não pode desistir de o fazer ajustar onde for preciso, recusando o que é contra-senso e maligno, e de exigir aquilo que o governo da direita manifestamente não tem: uma estratégia de crescimento económico e criação de emprego, indispensável para tirar o país e a Europa da crise. 
    Crise que é global e, além de económica e financeira, é política: por deixar correr o capitalismo de casino. Por falta de políticos que resistam a ser capturados por interesses e que defendam o Estado, para melhor defender os cidadãos, como fez o PS com a reforma de segurança social.
    A corrupção em Portugal é metástese de cancro que alastra na Europa. O esquema dos submarinos alemães é ilustrativo, cá como na Grécia, da corrupção que abre portas e janelas, das empresas aos decisores políticos, passando pelos que, na Justiça, se furtam a decidir - como toleramos o escândalo de o PGR ter bloqueado a investigação sobre a aquisição dos submarinos, que na Alemanha prossegue e já resultou em presos por subornarem .... portugueses!?
    Não haverá governação económica na Europa sem controlo do movimento de capitais, sem os pôr a pagar a crise que geraram e sem controlar os paraísos fiscais. Pois não é o PM Passos Coelho que, para proteger os super-ricos, argumenta que um imposto sobre rendimentos de capital e património afugentaria o investimento? Mas qual investimento? O que as empresas do PSI 20, os bancos, os ricos e os corruptos já fazem na Holanda, no Luxemburgo, na Suíça e nos off shores para fugir ao fisco em Portugal ?
    A crise não se resolve com nenhum país a sair do euro e à conta apenas de austeridade recessiva. Exige mecanismos e políticas europeias - industriais, comerciais energéticas, fiscais, sociais, etc - que dêem sustentação ao euro, assegurando convergência e solidariedade entre as economias dos Estados Membros.
    Precisamos de harmonização fiscal e de um IRC comum a toda a zona euro para não continuarmos a agravar a competitividade das economias mais fracas, como a portuguesa.
    Precisamos de "eurobonds" para defender o euro dos especuladores.
    Precisamos de um imposto sobre transações financeiras para a União Europeia ter recursos suficientes para redistribuir e reactivar a economia, investir no emprego, na Europa social e numa Europa mais determinante na regulação global.
    Pelo registo invertebrado deste governo em Berlim há dias, terá de ser o PS, como sempre, a colocar a Europa na agenda nacional e a por o governo a ter agenda na Europa, para fazer ouvir os interesses portugueses e ajudar a construir a UE.
    Desistirmos da Europa seria desistirmos da Paz. Por isso não há recuos, é preciso avançar para uma Europa mais integrada política e económicamente, uma Europa Federal, que tem ser mais democrática e solidária.

    Sem complexos, nem medo de perdermos soberania: mas que soberania temos hoje, afinal, a toque de caixa da Troika e com o PM de chapéu na mão a papaguear o que manda a chanceler alemã?
    Esta crise não se resolve com tacticismos oportunistas, nem encenações mediáticas, nem receitas tecnocráticas: o que faz falta é a política no posto de comando e liderança esclarecida e audaz, a falar verdade aos portugueses e a bater-se contra a injustica, a desigualdade, o desarmar do Estado e o enfraquecer da Europa.
    Foi por isso revigorante ouvir ontem o nosso Secretario Geral, Antonio José Seguro, afirmar que "as pessoas estão primeiro" e enunciar as diferenças ideológicas que distinguem o PS da direita. E ouvir hoje Francisco Assis declarar rever-se no mesmo combate.
    Contra o neo-liberalismo desregulador e corruptor, precisamos de unidade. Pelo socialismo democrático e com políticas e práticas limpas, para que os cidadãos voltem a confiar.
    Podemos fazer a diferença e abrir uma nova era em Portugal, na Europa e no mundo, sem subserviência, sem complexos, a falar grosso - como ontem disse Mario Soares. Pela defesa dos interesses de Portugal, pelo reforço da democracia na Europa e por um mundo mais regulado e mais justo.
VIVA o PS !   VIVA PORTUGAL !
Ana Gomes, Braga, 10.9.2011

              Temos líder !
... E a transformação já começou no enunciado de nova ética na acção política (o compromisso de honra a exigir a todos os dirigentes e candidatos do PS, por exemplo) e de abertura de horizontes (o federalismo europeu a encarar, as iniciativas legislativas a serem analisadas e apoiadas pelos seus méritos intrínsecos, independentemente de quem as propuser, à esquerda ou direita).
      Temos líder !


Publicado por Xa2 às 23:07 de 11.09.11 | link do post | comentar |

7 comentários:
De .Agenda do PS, seg.Costa: a 13 de Setembro de 2011 às 11:40
...
Na sua intervenção, o presidente da Câmara de Lisboa atacou o Governo PSD/CDS, dizendo que ao fim de três meses de acção «já se tornou evidente o discurso fantasista» da recente campanha eleitoral.

António Costa disse depois que se anuncia agora mais impostos e recessão, numa prova de que as crises «não se vencem com demagogia» e que «não há milagres» quando se exerce funções governativas.

Para o dirigente socialista, o PS deve ter uma agenda com quatro pontos básicos:
- exigir equilíbrio na aplicação do programa da troika e combater a agenda ideológica do Governo a este nível;
- defender que os sacrifícios devem ser repartidos, não permitindo que se penalizem só os rendimentos do trabalho;
- exigir equidade na reforma dos sistemas sociais e recusar os cortes cegos;
- proteger o investimento essencial para sectores estratégicos, alegando que só com crescimento económico pode haver redução sustentável da dívida e do défice.



De .Bestrabalho. a 12 de Setembro de 2011 às 12:34

. OS TRABALHADORES E O PS !

Seguro encerrou hoje o Congresso do Partido Socialista Português em Braga! Os congressistas que há pouco apoiaram em força José Sócrates aprovaram agora a moção do novo secretário-geral!

Houve claramente uma viragem à esquerda pelo menos no discurso. Um discurso marcando o rumo do partido na oposição, muito embora esta oposição apenas seja a 50% dado que o PS também assinou o acordo com o FMI e a UE.

Duas questões me chocam neste PS:
- a incapacidade de fazer uma avaliação da sua participação recente na governação, assumindo erros e retirando lições para o futuro;
- a incapacidade de se dizer um partido dos trabalhadores, embora interclassista, como é óbvio!

O Ps tem sido no governo um dos arautos da avaliação e da meritocracia.
Zeloso impôs um novo modelo de avaliação aos funcionários públicos e enfrentou uma desgastante luta para impôr também um novo modelo de avaliação aos professores!
Todavia, para o PS os políticos e as suas politicas não devem ser avaliadas em público, nomeadamente no seu congresso.

Por outro lado, o PS é um partido historicamente das classes trabalhadoras. Foi, aliás, o primeiro partido dos trabalhadores portugueses, chegou a ter assentos nos primeiros congressos das associações de classe.
Hoje apenas fala de classes médias, do Estado Social, tendo talvez medo e pudor de se assumir como um partido das classes que trabalham.

No discurso de Seguro vieram estas referencias, mas nada ou quase nada sobre o ataque sem igual aos direitos laborais em Portugal e em toda a Europa, sendo a recente medida de cada trabalhador pagar o seu despedimento a mais despudorada e ignóbil!

Esta questão foi sempre uma característica do PS português. Daí as suas dificuldades de interligação e acção com o movimento sindical.
Infelizmente nada indica que os novos dirigentes do PS superem este trauma.
Não está escrito em nenhum lado que para um partido conseguir o poder não se possa assumir como o grande partido do povo trabalhador e defender os seus interesses estratégicos.

(-por A.Brandão Guedes em 11.09.2011, http://bestrabalho.blogspot.com/ )


De PS e a Esquerda a 12 de Setembro de 2011 às 13:51
Vai formoso e não seguro
por Daniel Oliveira, Expresso Online
...
Qualquer alternativa que tenha na criação de emprego, no crescimento económico e na defesa do Estado Social os seus principais objetivos terá de acontecer à esquerda. E acontecendo à esquerda terá, pelo menos no cenário político previsível para os próximos anos, de contar com Partido Socialista. Querer fazer, à esquerda do PS, a fronteira dessa alternativa pode parecer lógico para muitos que, legitimamente, se cansaram de tantas vezes se sentirem desiludidos pelas guinadas ieológicas dos socialistas quando estão no poder e na oposição, mas é uma opção derrotada à partida. Pelo contrário, só a exigência que o PS cumpra aquele que deveria ser o seu papel histórico é uma atitude lúcida.

Mas quando Seguro resolve assumir os erros passados do governo socialista sem dar conteúdo a esse arrependimento; quando faz passar para a imprensa que vai virar à esquerda e julga que bastam umas propostas simbólicas para reverter o esvaziamento ideológico a que Sócrates submeteu o PS; quando o novo líder do PS quer virar a página sem fazer uma profunda reflexão sobre a demissão socialista no debate político sobre a Europa; quando condena as políticas resultantes do memorando da troika sem, pelo menos, reconhecer que o documento que assinou é o contrário do que qualquer socialista ou social-democrata pode defender; quando jura um combate sem tréguas à corrupção e vemos, atrás de si, algumas das figuras menos recomendáveis do PS autárquico temos dificuldade em acreditar numa única palavra que saia da sua boca.

Mas é mais do que isso. Para conseguir mobilizar todos os que, estando descontentes com o suicídio nacional a que nos estamos a entregar, não conseguem confiar no partido que nos governou nos últimos seis anos, o PS teria de operar uma autêntica revolução na cultura de conivências, cobardias e cedências que têm marcado a sua forma de fazer política. E tal só poderia ser feito por alguém que em tudo fosse o contrário de António José Seguro. Alguém que não vista, como Sócrates vestia, o fato ideológico que mais lhe convenha em cada momento.

Não, não espero que o PS seja outra coisa que não o PS. Bastava-me, como social-democrata (provavelmente à esquerda da esmagadora maioria dos militantes socialistas), que o PS fosse moderadamente de esquerda. E acreditar que o continuaria a ser no dia seguinte às eleições. Que não repetiria o que sempre tem feito: defender na oposição uma coisa, no poder outra, na oposição de novo a primeira, no poder de novo a segunda. Mesmo assim é bem provável que não votasse no PS. Mas estaria na primeira linha - e tenho alguma credibilidade, por posições passadas, para o escrever - dos que defenderiam convergências sérias à esquerda para uma alternativa aos psicopatas sociais que nos governam. Mas se a única coisa que o PS quer oferecer é ser um mal menor, cada vez pior porque o mal que se lhe segue também não pára de piorar, não pode contar com a ingenuidade de idiotas úteis. Quando o PS for alternativa, e não apenas alternância (usando as palavras de Seguro), nós daremos por isso. Não chega, para quem tem memória, a retórica do costume.

Não escrevo em nome de ninguém. Nem dos eleitores do PS - que não sou -, nem em dos abstencionistas - que também não sou -, nem dos que fugiram para a direita - também não fugi -, nem dos que votaram à esquerda do PS - votei, mas não acredito, como outros, na sua autosuficiência. Escrevo apenas em meu nome: perdi há muito tempo a esperança no PS. Pode ser que um dia acredite que a esquerda que se mobilizou, mesmo que desunida, por muitos dos direitos sociais que agora nos estão a ser tirados voltou a contar com os socialistas. Suspeito que não será tão cedo. E não será Seguro a reconstruir a credibilidade perdida do PS. Até porque ele é um dos melhores símbolos da ausência de convicções que domina o partido. Infelizmente, a ala direita do PS, que sempre viu no PSD e no CDS os seus aliados naturais, parece ser bem mais firme e consequente das convicções que proclama.

Já aqui o escrevi: Seguro é um intervalo. Veremos se depois dele voltaremos ao mesmo ou acontece uma espécie de milagre político no Partido Socialista. Estou pessimista.


De Voltar à esquerda. a 12 de Setembro de 2011 às 14:39
Alegre:
Não somos o terceiro partido do centro direita nem a esquerda do Bloco Central
[JN, 11-09-2011]

O ex-candidato presidencial Manuel Alegre advertiu hoje a nova liderança socialista que não pode deixar as coisas na mesma, recusando que o PS seja a esquerda do Bloco Central ou o terceiro partido nacional do centro direita.

Manuel Alegre falava aos delegados do XVIII Congresso Nacional do PS, em Braga, durante o período de discussão das moções de orientação estratégia, num discurso em que procurou identificar as causas dos sucessos eleitorais dos partidos de direita e as causas das derrotas dos socialistas.

A esquerda perde, segundo Alegre, "por se ter deixado colonizar ideologicamente e por ter feito políticas que não são as suas -
e também por se der deixado embalar pela canção enganadora da terceira via, por ter capitulado quando não devia capitular e
por ter aceite passiva e acriticamente as soluções impostas pelos especuladores que estão a dominar a Europa e a empobrecer os nossos países".

"Nós não estamos a fazer este Congresso para que tudo fique na mesma.
É essa a minha esperança", disse, antes de considerar que o secretário-geral do PS, António José Seguro, tem pela frente um desafio de enorme dimensão. "Não se trata apenas de iniciar um novo ciclo no PS. Trata-se de enfrentar um novo e terrível ciclo da História. Depois de libertar Portugal da ditadura, depois da instauração da democracia,

temos agora de libertar a democracia confiscada por essa nova forma de ditadura, que é a ditadura dos especuladores e dos mercados financeiros", considerou.
Segundo Alegre, pede-se a Seguro e ao PS que façam "de novo História e iniciem um novo ciclo na História".

"Para isso temos de afirmar de novo com toda a clareza a autonomia do PS, desta vez
contra a direita, contra o capitalismo especulativo e o neo-liberalismo,
contra a lógica infernal de poderes não eleitos e sem rosto que se sobrepõem aos poderes legítimos e democráticos de cada Estado", disse.

Numa referência aos compromissos internacionais assumidos por Portugal ao nível financeiro, Manuel Alegre disse aceitar que os socialistas tenham "sentido de Estado".
"Mas não se peça ao PS que seja cúmplice de uma política de direita contra o Estado Social e a coesão do país.
O PS não é o terceiro partido do centro direita, nem a ala esquerda do bloco central", frisou.

Depois de pedir à nova direcção para que coloque o PS claramente à esquerda, o ex-candidato presidencial atacou o Governo PSD/CDS.
"Não estou a propor um tumulto nem a incendiar o país", porque
"quem está a fazer um tumulto e a incendiar o país é o dr. Passos Coelho e o seu Governo
com um ataque sem precedentes às funções sociais do Estado,
com a venda ao desbarato de empresas e bens públicos,
com a sobrecarga de impostos que está a estrangular a classe média e a empobrecer os portugueses,
com a subserviência de quem em Portugal é a favor dos 'eurobonds' e perante a [chanceler germânica] Merkel diz que, afinal, é contra", afirmou.

Ainda de acordo com Alegre, "quem está a incendiar o país é o ministro das Finanças [Vítor Gaspar] que vai à televisão para anunciar cortes históricos nas despesas e sai de lá com subidas brutais nos impostos".

"Para o dr. Passos Coelho e seu Governo emagrecer o Estado é cortar na Saúde, na Segurança Social, na Educação, nos salários, no subsídio de Natal, nas reformas e na Cultura.
Os cortes que estão a fazer são cortes ideológicos - e é por fundamentalismo ideológico que o Governo está a ir além da troika", acrescentou.


De . Zé T. . a 12 de Setembro de 2011 às 11:50

. Contributo para MELHORAR o PS

Tantas propostas que se apresentam e depois, espremidas, dão pouco sumo ou não são implementadas eficazmente... ou não são sequer divulgadas ...
mas adiante ...
1- vontade :
parabéns a quem propõe e participa...
2- Forma:
continuo a PREFERIR usar o KIS ("keep it simple"), com Textos (moções, propostas) curtos, simples, sem repetições, ...
3- conteúdo:

3.1- gostei do novo SG ter dado Liberdade de Voto aos Deputados ...

3.2- não concordo que os Delegados ao Congresso o sejam na qualidade de apoiantes de uma moção (qq)
-que a maior parte das vezes nem leem nem discutem nas suas secções...-,
3.3- pois os delegados devem ser eleitos (e há demasiados que o são por inerência e não por eleição directa) pelos seus camaradas de secção,
pelos seus méritos pessoais e previsível capacidade de realizar melhor,
como verdadeiros representantes do colectivo a que pertencem (secção) e
3.4- não como ''Nomes numa lista de apoiantes de tudo e nada'' que apenas se querem pavonear, mostrar, estar próximo dos 'grandes'/ colunáveis e ganhar alguns contactos ou tachos...

3.5- subscrevo a ''Intervenção no 18º Congresso do PS'' de Ana Gomes.

3.6- subscrevo a importância das frases/ideias marcadas (a amarelo) no post de Xa2 «Para um melhor PS» com texto de militante João N.Santos, 9.9.2011). - Resumo do contributo para melhorar o PS.:

a) - CATIVAR jovens/cidadãos para militantes do PS / dotar o partido de uma muito maior base de filiados, cidadãos com vida e profissão fora da política, com conhecimento e experiência que enriqueçam o partido e o debate de ideias...com as suas ideias, intervenção, capacidade critica e participação nas eleições internas ...
- Lançar uma campanha de INFORMAÇÂO e promoção da filiação no partido junto dos cidadãos simpatizantes do partido e independentes, que apele adesão e explique a importância de participar dentro do partido, como militante..
- Tornar a filiação no partido 100% on-line, com confirmação da inscrição após pagamento da quota por multibanco. ...
- fazer a RE-FILIAÇÂO e levantamento dos Valores Humanos e Técnicos existentes nas fileiras do Partido e dar-lhes melhor uso ... e
- integrar todos os militantes numa REDE GERAL de interesses comuns e especializados... chamando-os a participar (via electrónica e de modo rápido, simples), concretamente naquilo que cada um melhor sabe e pode contribuir...

b) Implementar novas formas de participação dos militantes na vida interna do partido que rentabilizem o pouco que TEMPO que a grande maioria dos militantes tem disponível para o partido (menos tempo disponível não significa que têm menos VALOR para o partido), e ao mesmo tempo,
- tirem partido das novas tecnologias para tornar essa participação mais alargada e mais produtiva. ... tornando os encontros do partido mais estimulantes e enriquecedores.
...- Desenvolvimento de formas de PARTICIPAÇÂO ELECTRÒNICA/ on-line, seja através de redes sociais, inquéritos on-line, etc... voto electrónico nas eleições e REFERENDOS INTERNOS....
- e implementação das CIBERSECÇÕES (secções partidárias com participação via internet)

c) Promover o conhecimento / FORMAÇÂO dos simpatizantes/ JS/ militantes, relativamente às melhores formas, técnicas e práticas cívico-partidárias e políticas, e a temas como:
- processo de candidatura a cargos políticos e/ou partidários, redigir moções e propostas, como apresentar e debater/discutir temas políticos em democracia e com civismo, ...
- regulamento interno (geral, eleitoral, ...), Constituição, processo legislativo e tipos/características de diplomas legais...
o que é o Estado?, que tipos e dimensões duma Administração Pública, ...
- «políticas públicas», administração pública, contabilidade pública e OGE, ...
- Municípios, empresas públicas, cooperativas, associações, fundações, ...
- impostos, taxas, subsídios, isenções, ...
- administrações/divisões do território, património, Reservas (REN, RAN, parques ...), recursos estratégicos nacionais, ...
- soberania, independência, autonomia, federação, união europeia, ...
...
Zé T.


De presidente e inerentes... a 12 de Setembro de 2011 às 14:04
Gostei da escolha de Maria de Belém para presidente do PS.
...mas gostei muito mais que desse cargo saísse o velho MANIPULADOR e nepotista...
e lamento que muita da sua tralha e inerentes ainda estejam em lugares importantes no PS e no país.


De 1º Arrumar a casa... Refundar o PS. a 13 de Setembro de 2011 às 10:44
(-comentário do militante F. Faria):
-------------------
Não concordo com o ponto 3.6 anexo a)

O PS é um Partido que tem uma ideologia que não se coaduna com uma equipe de futebol, salvo que o que interessa é números.

Actualmente o PS tem muitos militantes que de SOCIALISTAS não têm nada, passar a ter debates VIRTUAIS é não só uma relação humana negativa, como é excluir muitos bons socialistas que ainda não estão em condições de o fazer.

A serem aprovados alguns destes pontos desvirtuamos o PS como uma classe do POVO para ser uma classe de burgueses que botam palavras já feitas e que só andam atrás do POLEIRO.

Sócrates arruinou o nosso País chutando os problemas para a frente, temos um PS que DEVE 30 MILHÕES de Euros e os militantes que pagam quotas não chegam a 25%.

Estamos a falar já em governar, quando nos falta primeiro ARRUMAR a CASA.
E que militantes são estes que já andam a PROMOVER Sócrates para a PR ?

Estamos carregados de MENINOS que nunca souberam o que é trabalho, e na actual situação de desemprego que estamos, muitos mais meninos vão aparecer como opção de terem fonte de receita.

Eu como militante 4797 do PS, considero que todos os que fizeram parte de lugares de RESPONSABILIDADE quer no Partido quer no Governo durante os últimos 12 anos FALIRAM, portanto tudo tem de ser RENOVADO.

E acreditem que eu vou INCOMODAR todos os OPORTUNISTAS que são lapas no PS e que seguem o SG seja ele qual for para não perderem o TACHO.

VIVA O PS. VIVA O SOCIALISMO DEMOCRÀTICO


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