3 comentários:
De .Louvor... medalhas e méritos... a 14 de Setembro de 2011 às 11:26
Isabel Leite, secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário

Atribuir um LOUVOR a um AMIGO que foi adjunto durante um mês é GOZAR com o ESTADO, com os funcionários públicos e com todos os PORTUGUESES que trabalham uma vida,
são condenados ao desemprego, sujeitam-se à pilhagem fiscal e nunca chegam a ouvir um elogio.
(pelo contrário, os trabalhadores são insultados pelos ''governantes'' e ''empresários'' deste país de ...)

Trata-se de um caso de indecência, de subversão de valores e de um abuso no exercício de funções governamentais.

«A secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, atribuiu um louvor a um adjunto do seu gabinete que exerceu funções apenas durante um mês. Em 30 dias, a governante assinou um despacho de nomeação e outro de cessação de funções.

De acordo com o Diário da República de 22 de Agosto, Isabel Leite nomeou para assessor do seu gabinete Davide Gonçalves da Silva Foguete. Esta nomeação produziu efeitos a partir de 25 de Julho. No dia 25 de Agosto, precisamente um mês depois de iniciar funções, a secretária de Estado assinava um novo despacho:

"No momento em que cessa funções, é-me grato conferir público louvor ao adjunto do meu Gabinete Davide Gonçalves da Silva Foguete
pelas qualidades pessoais evidenciadas e
pelos sentidos de dever e lealdade demonstrados durante o período em que exerceu funções no meu gabinete",
lê-se no Diário da República de 2 de Setembro.» [CM]


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 14 de Setembro de 2011 às 12:19
Já vi «casamentos» durarem menos tempo...
Mas mas também já soube de uma só «noite» ter sido bem gostosa...
Sabe lá o meu amigo se não terá sido um «bom» mês?
Ou se a senhora não terá tido «outros» durante uma vida inteira e que só lhe deram «desgostos»...
Será que será é a «isto» que se referem ser melhor ter um «curto» e trabalhador a um «grande» e preguiçoso?


De .PR: com quem andas ?!. a 14 de Setembro de 2011 às 11:18
Perguntas ao Presidente Cavaco Silva
sobre Oliveira e Costa, Duarte Lima e Dias Loureiro

«Gostava de ouvir o Presidente Aníbal Cavaco Silva falar um pouco sobre estes três senhores. Acólitos, amigos de casa, colegas de partido, de governo e de lideranças, conselheiros e companheiros de aventuras e lutas partidárias, vizinhos de Verão e sardinhadas.

Exmo. Sr. Presidente da Republica,

Tendo em conta tudo o que se tem passado, deixo-lhe algumas perguntas que me têm assolado o espirito, e estou certo que o de muitos portugueses, e que gostaria de ver respondidas, sabendo que jamais isso acontecerá.

1- Onde pára Dias Loureiro?
2- Há quanto tempo não fala com ele?
3 - Dias Loureiro foi Conselheiro de Estado. Alguma vez seguiu os conselhos dele?
4 - Não acha estranho que alguém que diz não ter posses e declarar uma miséria ir depor de Jaguar com motorista?
5 - conseguia emprestar 5 euros a Dias Loureiro para ir ao café sem pedir fiador na operação?

6 - Se nunca soube absolutamente do que se passava no BPN e na SLN, de que falava com esta rapaziada quando se juntavam na vivenda "Mariani"?
Agora à distância, não se sente de alguma forma "traído" por lhe terem escondido tanta coisa?

7 - Oliveira e Costa é um bom vizinho no Algarve, ou é daqueles chatos que aparece a dizer que lhe faltou a luz por causa da andorinha que fez ninho na caixa da electricidade e depois fica até se acabar a garrafa de Chivas?

8 - O Sr. Presidente era homem para aplicar 200 mil euros seus numa poupança recomendada pelo seu amigo Oliveira e costa?
(na resposta considerar que este senhor perdeu 275 mil euros com a venda de acções que lhe fez)

9 - Acha que Duarte Lima "despachou" a velha no Brasil?
(Se a resposta for não passar à pergunta 8)
10 - O que o leva a crer que sim? Alguma vez viu Duarte Lima ser agressivo com um idoso?

11 - Considera ter azar com os amigos que escolhe ou gosta de se rodear de gente com problemas com a justiça, desde crimes de colarinho branco aos de sangue?

12 - Acha que é injusto o proverbio português
"diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és"
ou concorda? Se sim, porquê?»

[Expresso], Tiago Mesquita.


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