3 comentários:
De Régulos e não-controlo do T.das CONTAS a 19 de Setembro de 2011 às 09:07
As explicações do Dr. Jardim sobre a ocultação das despesas
O Dr. Jardim faz gala em afirmar que não informou Lisboa como devia.
E justifica não ter feito porque a nova Lei das Finanças Regionais de Sócrates retirou dinheiro à Madeira.

É um procedimento grave infringir uma lei da Assembleia da República de forma propositada por qualquer órgão da Administração Pública.

Mas o que Dr. Jardim afirma é duplamente falso.
Primeiro, muito antes da dita lei já o Dr. Jardim estava a cometer procedimentos profundamente ILEGAIS, sujeitos a sanções que, se este país não fosse de OPERETA, perderia o mandato de Presidente do Governo..

A 1ª Lei das Finanças Regionais foi negociada com Guterres que lhe PERDOOU uma parte muito substantiva da Dívida.
Mal a lei está em vigor, Jardim entrou numa de DESORÇAMENTAÇÂO (2003), para fugir à lei de enquadramento orçamental que impunha o endividamento ZERO,
para continuar com as suas obras e subsídios faraónicos, cometendo atropelamentos legais sucessivos, pelo que não têm fundamento algum os argumentos usados por Jardim e os seus amigos do poder regional.

Segundo, a Lei das Finanças Regionais de Sócrates mexeu com alguns princípios da 1ª Lei, mas vendo bem até não foram transferidas para a Região menores verbas.
Vejamos o montante real de transferências, ano a ano, antes e depois da Lei.
2004: LFR+LFL = 282 373 854
2005: LFR+LFL = 292 261 122
2006: LFR+LFL = 280 167 152
2007: LFR+LFL = 287 130 909
2008: LFR+LFL = 283 233 689
2009: LFR+LFL = 291 033 896

Nos três anos anteriores à lei (2007), até foram transferidos na globalidade menos verba.
Surpreendente a argumentação não é?

Considerando apenas as transferências da Lei das Finanças Regionais, sem as do Poder Local, o montante transferido pós-lei seria ligeiramente inferior à de antes, mas pouco significativo.

Houve, de facto, uma redução das verbas do Fundo de Coesão por a Região ter saído do Objectivo 1.
Tudo muito pouco sério da parte do Dr. Jardim.

O Dr. Jardim colocou a Madeira à revelia das leis do País e como tal deveria ser punido.
- Será de perguntar, por onde anda o Órgão de Soberania, o PR

Etiquetas: Dr. Jardim, Infracções Graves. PR.
# posted by Joao Abel de Freitas @ 13:33
Comments:
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O AJJ é bem português apesar das permanentes diatribites contra o Contenente.
O que o RÉGULO fez na ilha é o mesmo, mais despudoradamente, que fizeram dezenas ou centenas de eleitos pelos diversos nichos de poder. Comecem a mexer nesse boi apis da democracia- o PODER LOCAL- e vão encontar muitos AJJ neste "estado a migalhas".
Portugal é o país que paga um mastodôntico Tribunal de CONTAS que, supostamente, vigia, jurisdicionalmente, a regularidade financeira dos serviços do Estado com o resultado que está à vista.
Mas para muita gente não há problema: primeiro "mutualize-se" a dívida da Madeira e, logo a seguir, a portuguesa.
Porque é que aqueles obtusos teutónicos hão-de criar dificuldades no que é fácil de resolver?
LG


De anónimo a 14 de Setembro de 2011 às 10:57
A autonomia é a grande conquista e é tudo muito bonito. Mas com IRRESPONSÁVEIS do calibre de Jardim passa tudo a muito negro.

Jardim pela péssima gestão que tem feito dos dinheiros públicos da Madeira devia estar numa cadeia de alta segurança. Ele a sua pandilha.

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Jardim preso? E muitos mais.

Mas isso nunca acontecerá. Se ladrões encartados, profissionais do golpe na Banca, estão cá fora ou viver bem em outras ilhas.

Este povo é burro. Gosta de sofrer (e vota sempre nos mesmos...)


De .Nepotismo regional ...e os outros? a 4 de Outubro de 2011 às 14:19
7 famílias mandam no Governo Regional há 30 anos

Os 35 anos de poder absoluto de Alberto João Jardim, na Madeira, transformaram o Governo Regional, numa monarquia hereditária.
São sete as famílias que vivem na sombra do líder madeirense, há mais de 30 anos.

As lealdades familiares e as amizades partidárias ocupam lugares na administração pública madeirense e as centenas de ''jobs for the boys'' estão por todo o lado, desde casas do povo, juntas de freguesia, clubes, a empresas públicas, institutos, associações desportivas, etc..

Segundo o Diário de Notícias, as relações de "primos e primas" e o efeito histórico do "cartão laranja" tomaram conta de uma região autónoma com pouco mais de 260 mil habitantes.

Na ilha de Alberto João Jardim há sete famílias que há mais de 30 anos estão e mandam no Governo Regional da Madeira, segundo aquela publicação.


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