14 comentários:
De Polvo PSD protege fora-da-lei e afunda-s a 3 de Outubro de 2011 às 17:58
COELHO VAI ABRIR A SUA COVA NA MADEIRA

Chamar palhaço a Alberto João Jardim é já uma ofensa para os palhaços, porque a criatura não nos consegue fazer rir.
Chamar-lhe inimputável não é verdade porque ele sabe muito bem o que faz.
O único adjetivo que, neste momento, se lhe deve aplicar é o de perigoso.
Como qualquer pistoleiro do far-west o tipo é perigoso porque compulsivamente fora da lei.
Com uma particularidade: não há xerife capaz de lhe impor a lei e a ordem.
Não o foi Cavaco, aliás seu cúmplice. Não o foi Guterres que o perdoou. Não o foram Barroso e Santana, seus ajudantes na impunidade. Nem o foi Sócrates, o leão, que lhe teve medo.

Assim os cubanos do continente foram pagando
o JORNAL DA MADEIRA, os campos e jogadores de futebol do MARÍTIMO, do NACIONAL e do UNIÃO, as bebedeiras do carnaval e o foguetório do fim de ano, os heliportos onde nada pousa, as marinas e as tetinas e o leite que Jardim dá para a monstruosa corrupção por lá grassa, sem falar no off-shore a que ninguém quer pôr termo, etc, etc, etc....

E agora Coelho, forçado a distanciar-se da criatura, tem a criatura ao colo, mais pesado que o foi o Menino Jesus aos ombros de S. Cristóvão.

Como é por demais evidente, a Madeira vai manter, senão reforçar o apoio à criatura nestas eleições.

E não se pense que é por subdesenvolvimento intelectual e moral dos seus habitantes, que também existe.
O povinho madeirense não pode deixar de raciocinar: falidos como estamos, tirar de lá o gajo é muito pior, porque ninguém tem a lata que ele tem, e ninguém causa aos cubanos do continente o medo que ele causa.
Além disso, no continente está a sua família.
E como não é possível exterminá-lo, como fazem as famílias italianas, a família vai ter de o proteger.

E assim será.

Mas atenção:
é aqui que Coelho começa a cavar a sua cova, como o tempo o irá provar.

(-por henrique doria , Odisseus)


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 20 de Setembro de 2011 às 12:05
Também hoje o Presidente do Grupo Jerónimo Martins diz que o país está falido. E disse ainda que, «quando estamos falidos, estamos falidos»!
Eu cá por mim, acho que o homem ou o jornalista que o entrevistou se enganou. Não que não estejamos falidos, que aí concordo. Mas não na redundância seguinte. Porque quando estamos falidos, estamos mas é f_didos!


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 20 de Setembro de 2011 às 11:58
Hoje foi divulgado a «descoberta» de mais um buraco de 220 milhões... na Madeira, pois claro.
E não se sabe onde irá parar.
Mas hoje o imprensa que em conluio, o PM e o PP, resolveram que não vai haver qualquer auditoria à Madeira.
Acham isto lógico? E inocente?
Ah carneirada, paguem e não bufem...
Estúpidos não se esqueçam de ir trabalhar todos os dias porque a cambada precisa de continuar a sacar impostos sobre os rendimentos do trabalho. Amouchem suas bestas... Quanto mais trabalharem mais eles sacam... Ganda democrácia esta, não acham?


De Tragédia Atlântica a 19 de Setembro de 2011 às 18:47
DESILUDAM-SE

A imensa teia montada pelo PSD na Madeira transformou muitos madeirenses em coniventes com o Alberto João no ESQUEMA de “SACAR” dinheiro, mais de trinta anos de esquema instalado assegura vitórias eleitorais ao PSD-Madeira. O Alberto João voltará a ganhar as eleições e ainda se vai servir das suas VIGARICES contabilísticas para reforçar a sua maioria.

O Presidente da República já foi CHANTAGEADO (quando a sua maioria absoluta dependia dos deputados madeirenses), já GOZADO ao ser chamado de senhor Silva e nunca teve o mais pequeno gesto público de desagrado. Não é desta vez que vai tomar posição.

A JUSTIÇA portuguesa é uma TRETA e mesmo que o Alberto João venha a ser julgado e condenado quando tal suceder já exerceu dois mandatos e estará confortavelmente reformado se a saúde o permitir. Antes de isso suceder já terá usado o dinheiro dos contribuintes para PERSEGUIR judicialmente por difamação todos os que ousem criticá-lo.

Passos Coelho trocará os 1.700 milhões de euros, esquecerá a forma como foi gozado pelo Alberto João em pleno congresso do PSD, inventará um qualquer DESVIO colossal não se sabe nem saberá bem onde e com o dinheiro dos contribuintes irá em auxílio do Alberto João. No próximo mandato o líder madeirense terá ainda mais dinheiro e folga para aumentar a dívida madeirense.

Os nossos JORNALISTAS estarão mais interessados em conhecer o património de um primo em quarto grau de Sócrates do que em DENUNCIAR as vigarices do Alberto João, com o Governo a fazer tudo para que a vigarice da Madeira saia das primeiras páginas não tardará muito para que o assunto seja ESQUECIDO.

Um dia destes vai rebentar um qualquer processo Casa Pia e tal como sucedeu com Durão Barroso que conseguiu iludir o descontentamento popular também o actual governo vai beneficiar de uma qualquer MANOBRA de DIVERSÃO inventada por uma qualquer Felícia.

Seremos nós os “cubanos” que vamos PAGAR o actual e futuro BURACO da Madeira mais os DESVIOS colossais de que o Pedro Passos Coelho se lembrar.
E o melhor é ficarmos CALADOS para não sermos acusados de qualquer coisa que nem imaginamos.
E também é melhor ficarmos QUIETOS pois as POLÍCIAS ficaram fora da austeridade para o caso de ocorrerem TUMULTOS.

-------------OJumento --------------


Só mesmo um homem despojado de todo o sentido de auto critica, de ética ou moral faz que este "sr." fez e ainda VOMITA ódios e ofensas a quem quer que seja.
Devo ainda lembrar que existe um secretário REGIONAL de finanças e plano e todo o seu gabinete de apoio que criaram e VALIDARAM estas pérolas.

Tem como objectivo supremo o vencer as ELEIÇÕES, gastando o que for preciso numa CAMPANHA carnavalesca com JANTARADAS de borla para o povo, com todas falta de isenção.

O que vejo aqui na Madeira é uma FRAUDE monumental em que certas EMPRESAS ligadas ao GOVERNO pagam tudo, em que tudo se faz à PRESSA para que se possa INAUGURAR seja de que forma for.

Vejo empresas FALIDAS a contratar trabalhadores para adiantar obras para que pareçam estar feitas, mas são essas mesmas empresas que já tem prontas LISTAS de centenas de funcionários a DESPEDIR no pós 9 de Outubro.

É a VERGONHA absoluta.

(-por : bolo do caco)


De PENALIZAÇÂO de POLÌTICOS e Administrador a 19 de Setembro de 2011 às 19:12
Buraco nas contas da Madeira...

No ano passado, Passos Coelho defendia PENALIZAÇÃO (não só político-partidária, mas também CIVIL e CRIMINALMENTE ) para autores de maus resultados ...

E agora ? como vai ser ?

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Telmo:

Pois...mais uma do primeiro-ministro a mostrar as diferenças entre falar e fazer, mostrando que é um homem de palavra...

Um pormenor que ouvi nesta reportagem:
para casos como os de Alberto João Jardim em que o CRIME foi cometido CONSCIENTEmente (ele até se gaba de o ter cometido) está previsto na LEI punição até 1 ano de CADEIA,
ora bem, porque raio até agora a comunicação social só falou numa MULTA até 25 mil euros?


De Q.Governe sem €€ q. escondeu em offshore a 23 de Setembro de 2011 às 10:46
.
Maria Rita

Esperem pel resultado eleitoral.Vai ter valores superiores ao das ultimas eleiçoes.
Eu se vivesse na Madeira,votava no jj. Tudo do bom e do melhor a custa dos cubanos qual o problema.

O sistema que permitiu este buraco éque deve ir a tribunal.
Jardim diz que nao enriqueceu na politica, o outro diz o mesmo ....
porque tem a massa em porto seguro no estrangeiro.

Os paraisos fiscais, permitem que haja estes pobres servidores da causa publica...

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ana

Cá por mim, reeleja-se a criatura e deixe-se que governe a ilha em tempo de vacas magras,
com o aumento de impostos e demais cortes financeiros que se esperam ver, legitimamente, aplicados.

De contrário vai continuar vociferar que se transformou em mártir!
Que governe sem dinheiro!
Será a verdadeira "DESMAmadeira". E a frio.

P'ra ele e p´ró povo madeirense e continental aprender de vez, que a democracia tem de ser exercício de cidadania consciente e responsável

e passa, sem se esgotar, pelo momento em que, livremente, se fazem escolhas e se depositam boletins de voto.


De Bailinho e Polvo da Madeira... a 19 de Setembro de 2011 às 12:26
Cavaco e PGR conheciam "dívidas ocultas" na Madeira
(19.09.2011,Público,Tolentino de Nóbrega)


Alberto João Jardim pode ser demitido, se for condenado em definitivo

O Presidente da República, que hoje analisa com o primeiro-ministro o caso das "dívidas ocultas" da Madeira, inteirou-se da situação financeira da região durante as audiências concedidas aos partidos no final de Julho, antes de marcar a data das eleições regionais.

Cavaco Silva mostrou-se então muito preocupado com o endividamento da região, confirmam ao PÚBLICO deputados madeirenses que integraram as delegações nacionais.

A "grave" omissão de dívidas, que a Procuradoria-Geral da República vai mandar analisar, era também do conhecimento dos representantes do Ministério Público junto da secção regional do Tribunal de Contas (TC) da Madeira. Estes magistrados, designados para o efeito pelo procurador-geral da República, participam nos plenários que aprovaram os relatórios de autorias e os pareceres à conta da região, tendo assinado inclusive os documentos em que aquela instituição, desde que deixou de julgar para emitir parecer sobre conta, denuncia tais infracções financeiras e aponta a respectiva sanção.
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O colossal desvio [ III ]

Nem que nascesse duas vezes.

Não tenho acesso à notícia aqui dada mas teria de ter nascido pelo menos duas vezes para poder acreditar no título "Cavaco e PGR conheciam as dívidas ocultas da Madeira"

E renascer duas vezes seria pouco porque se sabe que quem exerce funções públicas está obrigado a denunciar casos de ilegalidade
e se o Presidente da República conhecesse que a Madeira tinha dívidas ocultas e não tivesse agido na legalidade estaria claramente envolvido neste escândalo.

Talvez o facto de só ter nascido uma vez me faça acreditar piamente que o Sr. Silva, como lhe gosta de chamar Jardim, nunca seria capaz de ocultar uma informação deste teor.

Aguardo o desmentido do título do Público e, no mínimo, que seja instaurado um processo judicial que limpe o bom-nome do Senhor Presidente da República.
LNT
[0.384/2011]

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está comprovado que este sr.Silva não nasceu 2 vezes... aliás levantam-sérias dúvidas se este sr. está vivo ... se teve amigos conselheiros de estado auto-exilados ... ou, até, se realmente nasceu.


De Subsídios e falsaDemocracia a 19 de Setembro de 2011 às 12:40
Num artigo publicado no DN de Hoje na secção FÓRUM "Mais um descalabro total na Madeira", o Dr. Gregório Gouveia diz o seguinte:

Desde a sua chegada à chefia do Governo ( refere-se ao Dr. Jardim) já distribuiu por clubes e centenas de associações cerca de três mil milhões de euros de subsídios.

# posted by Joao Abel de Freitas
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Distribuir SUBSÍDIOS
(e outras benesses..., nepotismo/tachos, adjudicação/concessão de obras, publicidade, estudos, promoção de eventos, ...)
é uma das formas usuais de ganhar votos ... caciquismo e apadrinhamento de eleitores e ''forças vivas''/''sociedade civil'' ...

isto é COMPRAR e VENDER a DEMOCRACIA e a dignidade de cidadão.

e os governos, e presidentes de câmaras e de juntas de freguesia têm usado e abusado deste expediente ...
à custa do contribuinte, claro.


De Promiscuidade vs incompatibilidade a 19 de Setembro de 2011 às 12:50
BE exige imediata aplicação na Madeira da lei das incompatibilidades
18.09.2011 - 12:31 Por Lusa

O Bloco de Esquerda exigiu hoje que da reunião entre o Presidente da República e o primeiro-ministro, na segunda-feira, saia a decisão imediata de aplicar na Madeira uma lei de INCOMPATIBILIDADES entre gestão pública e interesses privados.

A posição foi assumida pelo coordenador da Comissão Política do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, durante uma conferência de imprensa. “Só na Madeira é que os madeirenses são obrigados a passar pela vergonha de
ser possível DECIDIR para SI PRÓPRIO, decidir para a SUA própria empresa, pagar-se a si próprio com o dinheiro dos contribuintes.
Esta é uma questão importante para o Presidente da República”, apontou Francisco Louçã.

Da reunião de segunda-feira entre Passos Coelho e Cavaco Silva, o líder do Bloco de Esquerda disse que não espera apenas que se faça uma especificação das dificuldades financeiras que a Região Autónoma da Madeira coloca a todo o país e que fazem com que Portugal “passe uma vergonha” a nível internacional “pela falsificação das contas da Madeira”.

“São precisas soluções e uma das mais importantes, além de se saber quem ficou com o dinheiro, é impedir que continue um regime que desafia a Constituição e que permite que responsáveis políticos votem partes do Orçamento Regional para si próprios.
Uma lei de incompatibilidades entre o exercício dos cargos públicos e os interesses privados é indispensável para a HIGIENE POLÍTICA da Madeira”, sustentou Francisco Louçã.

Segundo Francisco Louçã, a acusação de falsificação das contas na Madeira “tem pelo menos num caso justificação”. “Na Madeira, nos últimos dois anos, foi detectado um desvio de 1,6 mil milhões de euros - um desvio total que seria na ordem do país inteiro de cerca de 60 mil milhões de euros.
Na Madeira, o endividamento por pessoa é o dobro daquele que sofre o conjunto da economia nacional”, estimou o líder do Bloco de Esquerda.

Nesse sentido, para Francisco Louçã, o primeiro-ministro tem de dar respostas objectivas sobre estas questões da Madeira.
“Espero que da reunião com o Presidente da República saia a certeza de que vai acabar agora, que não vai durar mais um ano sequer, o regime extraordinário de PROTECÇÂO da proximidade e da PROMISCUIDADE entre cargos públicos e interesses empresariais na ilha da Madeira.
Isso não acontece em mais nenhum lugar do país, mas na Madeira a lei permite que um responsável político aprove um Orçamento para si próprio, para as empresas que dirige ou para os sectores económicos que lhe interessam”, reforçou Francisco Louçã.



De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 19 de Setembro de 2011 às 12:15
Afinal parece que temos andado todos enganados.
Não, não é a isso que me refiro ou é?
O que me leva a escrever este comentário é que durante anos pensei que na Madeira é que havia bananas e só agora é que percebi que afinal há mais BANANAS no continente do que na Madeira!
Porque é isso que eu me sinto, não perante este «golpe». Mas perante a inimputabilidade do actor. E tudo com a cobertura da «lei»...
Ou como diriam os outros, os Deolinda, em versão actualizada: Que Banana que eu sou!!!!!


De Jumento sobre 'bokassa'-Jardim a 19 de Setembro de 2011 às 10:20
Será desta?

«A Procuradoria-Geral da República vai analisar o caso da Região Autónoma da Madeira relativamente à omissão da dívida, disse hoje à Lusa fonte oficial.

A decisão da PGR surge depois do Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal terem divulgado na sexta-feira de manhã um comunicado no qual dão conta de encargos financeiros assumidos pela Madeira que não foram nem pagos nem reportados.» [DN]


Parecer:
O ideal seria pedir à ONU o direito inalienável à autodeterminação e independência de Portugal e caso o Alberto resistisse pedir à NATO para bombardear o palácio governamental e o palacete do Jaime Ramos, o tal que enriqueceu a vender sifões de retrete.


Despacho do Director-Geral do Palheiro:
«Faça-se um sorriso. pois muito antes do caso estar concluído já o Alberto recebeu o dinheiro à custa dos impostos cobrados aos cubanos.»


De Izanagi a 17 de Setembro de 2011 às 13:43
Kweku Adoboli recebido na Madeira como herói.
Sabe-se agora que o desvio no montante de €1,200 biliões que o trader daUSB bank fez se destinava a saldar a dívida escondida da Madeira.
Tudo acaba bem quando termina bem


De Um Jardim apodrecido a 16 de Setembro de 2011 às 22:38
O Jardim do Alberto João tem a flores apodrecidas, cheira mal e é governado desonestamente. como certa comunicação social internacional escreve e noticia "a Madeira é uma ilha desonesta que abalroou o continente, abalroou Portugal".

Naturalmente que se os madeirenses não mudarem os governantes da ilha tornam-se coniventes com esta podridão governativa.


De Albert Johannes Garten a 16 de Setembro de 2011 às 17:53
Alberto João Jardim garante que vai continuar a fazer obras e não despedirá ninguém da função pública.

"Nem paro com as obras, nem vou afastar ninguém da função pública", declarou ontem Jardim num dos comícios da pré-campanha, na freguesia do Jardim da Serra, no concelho de Câmara de Lobos.

O responsável salientou que esta iniciativa era especial, porque tinha proposto a criação da freguesia, considerando que pode "juntá-la" àquilo que criou na vida, como "uma espécie de filho diferente".

O candidato do PS a presidente do governo regional, Maximiano Martins, voltou a ser um dos alvos das críticas do líder social-democrata madeirense, que o acusou de ter colaborado com José Sócrates, no que disse ser o "roubo" de meios financeiros à região para "dar aos cofres do Estado e entregar aos Açores".

Para Jardim, Maximiano Martins "é sinistro, um antigo comunista, que veio do Partido Comunista, que quando caiu o muro de Berlim, como qualquer rato, abandonou o navio quando começou a meter água. Ele abre empresas e fecha empresas", acusou.

No mesmo registo, considerou a "maior anedota portuguesa dos últimos meses" a composição de governo sombra divulgado pelo cabeça de lista do PS-M.

Também criticado foi o líder e candidato do CDS/PP-Madeira, José Manuel Rodrigues, que voltou a ser classificado de Pôncio Pilatos, porque se absteve na aprovação da lei das finanças regionais, que Jardim considerou ter penalizado a região.

"Posso ter defeitos, mas prometo que até a hora da minha morte não deixo a Madeira voltar para trás", garantiu Jardim, censurando igualmente os ingleses, que predominaram na região durante muito tempo.

"O PS e CDS e outros partidos não são mais do que marionetes nas mãos dos ingleses e capitalistas disfarçados de Esquerda, para fazerem que a Madeira volte para trás e o PSD saia do Governo", argumentou o líder regional.

Alberto João Jardim salientou que, neste contexto de resgate financeiro, se os madeirenses têm de participar nos sacrifícios para ajudar a resolver a situação do País, como a região "também tem problemas financeiros, porque teve de fazer uma dívida depois do que fizeram à Madeira, vai-se regularizar não apenas a dívida de Portugal mas também a da Madeira".
Jardim voltou a afirmar que propõe quatro objectivos para o próximo mandato de quatro anos: a regularização da dívida, que "é fundamental para irmos calmamente", manter o Estado social, porque "nos anos difíceis por causa do descalabro que os socialistas trouxeram ao País, o Governo não pode abdicar deste campo", alargar a autonomia e concluir as obras que estão a fazer e lançar novas.


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