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De Subsídios e falsaDemocracia a 19 de Setembro de 2011 às 12:40
Num artigo publicado no DN de Hoje na secção FÓRUM "Mais um descalabro total na Madeira", o Dr. Gregório Gouveia diz o seguinte:

Desde a sua chegada à chefia do Governo ( refere-se ao Dr. Jardim) já distribuiu por clubes e centenas de associações cerca de três mil milhões de euros de subsídios.

# posted by Joao Abel de Freitas
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Distribuir SUBSÍDIOS
(e outras benesses..., nepotismo/tachos, adjudicação/concessão de obras, publicidade, estudos, promoção de eventos, ...)
é uma das formas usuais de ganhar votos ... caciquismo e apadrinhamento de eleitores e ''forças vivas''/''sociedade civil'' ...

isto é COMPRAR e VENDER a DEMOCRACIA e a dignidade de cidadão.

e os governos, e presidentes de câmaras e de juntas de freguesia têm usado e abusado deste expediente ...
à custa do contribuinte, claro.


De Promiscuidade vs incompatibilidade a 19 de Setembro de 2011 às 12:50
BE exige imediata aplicação na Madeira da lei das incompatibilidades
18.09.2011 - 12:31 Por Lusa

O Bloco de Esquerda exigiu hoje que da reunião entre o Presidente da República e o primeiro-ministro, na segunda-feira, saia a decisão imediata de aplicar na Madeira uma lei de INCOMPATIBILIDADES entre gestão pública e interesses privados.

A posição foi assumida pelo coordenador da Comissão Política do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, durante uma conferência de imprensa. “Só na Madeira é que os madeirenses são obrigados a passar pela vergonha de
ser possível DECIDIR para SI PRÓPRIO, decidir para a SUA própria empresa, pagar-se a si próprio com o dinheiro dos contribuintes.
Esta é uma questão importante para o Presidente da República”, apontou Francisco Louçã.

Da reunião de segunda-feira entre Passos Coelho e Cavaco Silva, o líder do Bloco de Esquerda disse que não espera apenas que se faça uma especificação das dificuldades financeiras que a Região Autónoma da Madeira coloca a todo o país e que fazem com que Portugal “passe uma vergonha” a nível internacional “pela falsificação das contas da Madeira”.

“São precisas soluções e uma das mais importantes, além de se saber quem ficou com o dinheiro, é impedir que continue um regime que desafia a Constituição e que permite que responsáveis políticos votem partes do Orçamento Regional para si próprios.
Uma lei de incompatibilidades entre o exercício dos cargos públicos e os interesses privados é indispensável para a HIGIENE POLÍTICA da Madeira”, sustentou Francisco Louçã.

Segundo Francisco Louçã, a acusação de falsificação das contas na Madeira “tem pelo menos num caso justificação”. “Na Madeira, nos últimos dois anos, foi detectado um desvio de 1,6 mil milhões de euros - um desvio total que seria na ordem do país inteiro de cerca de 60 mil milhões de euros.
Na Madeira, o endividamento por pessoa é o dobro daquele que sofre o conjunto da economia nacional”, estimou o líder do Bloco de Esquerda.

Nesse sentido, para Francisco Louçã, o primeiro-ministro tem de dar respostas objectivas sobre estas questões da Madeira.
“Espero que da reunião com o Presidente da República saia a certeza de que vai acabar agora, que não vai durar mais um ano sequer, o regime extraordinário de PROTECÇÂO da proximidade e da PROMISCUIDADE entre cargos públicos e interesses empresariais na ilha da Madeira.
Isso não acontece em mais nenhum lugar do país, mas na Madeira a lei permite que um responsável político aprove um Orçamento para si próprio, para as empresas que dirige ou para os sectores económicos que lhe interessam”, reforçou Francisco Louçã.



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