3 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 22 de Setembro de 2011 às 16:08
Haja esperança para a UE!
Hoje foi proposto criar o «DIA INTERNACIONAL DA RAPARIGA».........!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Só devem estar a brincar, não?
Com a crise internacional que para aí anda por toda a Europa e não só, o que o Parlamento Europeu e a nossa inefável Edite Estrela, está preocupada é com a criação do DIA INTERNACIONAL DA RAPARIGA!!!!!!!!!!!!!!!!!
Estes deputados valem todo o direinhinho que ganhammmmmm. Não haja dúvida. Tenham dó, please!


De .Esperança p. Europa. a 21 de Setembro de 2011 às 12:23
Uma centelha de esperança para a Europa das pessoas

A boa notícia do dia é a viragem à esquerda na Dinamarca.
Os dinamarqueses escolheram uma esquerda que parece não ser daquelas que se coloca o rótulo de “responsável” para justificar ter-se esquecido do que isso é,
uma esquerda com políticas orientadas para as pessoas e que tem o combate ao desemprego como a prioridade das suas prioridades.

A cobertura discreta e cautelosa com que os media nacionais deram a notícia é sintomática do desconforto despertado pelo resultado eleitoral dinamarquês.

É que a Dinamarca ocupará a presidência rotativa da União Europeia dos mercados a partir do próximo dia 1 de Janeiro. A Primeira-ministra dinamarquesa será uma mulher, como é destacado no vídeo junto, é verdade. Mas nenhuma diferença faria se fosse uma sósia de Ângela Merkel.
De Helle Thorning-Schmidt espera-se – eu espero – que venha a ser uma centelha de esperança para a Europa. Obviamente, a Europa das pessoas.
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A bola e o creme

Na Alemanha, são cada vez menos os adeptos da bola de Berlim (a CDU encolheu pela sexta vez) e os viciados no creme enjoaram-se (a CSU quase desapareceu).
Assim é que se eliminam as gorduras dos Estados.

Nas eleições regionais de Berlim, o partido cristão democrata (CDU) de Angela Merkel ficou-se pelos 23,2 por cento dos votos, enquanto o seu parceiro de coligação, o FDP, nem sequer chegou a atingir os 5 por cento, mínimo para eleger deputados neste sufrágio, registando somente 1,8 por cento dos votos.

O partido mais votado terá sido o SPD, com 28,4 por cento, seguido do Partido Verde, com 17,6 por cento dos votos.
O Partido Pirata, recentemente formado, foi a grande surpresa destas eleições. Apoiado pela população mais jovem, conseguiu atingir os 9 por cento, assegurando o acesso, pela primeira vez, à câmara de um estado federado germânico.
Este partido apoia medidas como a total liberdade de copiar conteúdos na Internet e transportes públicos gratuitos.
O partido de esquerda Die Linke desceu de 13,4 para 11,6 por cento dos votos.

(-Filipe Tourais, OPaísDoBurro)


De Estadistas europeus .. e destruidores... a 23 de Setembro de 2011 às 09:40
A Europa de Delors e a Europa de Durão Barroso


No tempo de Delors quando a Europa enfrentava um problema, fossem as negociações dos preços agrícolas ou um qualquer problema comum à então CEE
os ministros entravam para a sala de reuniões e só de lá saiam quando tinha sido encontrada uma solução.

Agora multiplicam-se as reuniões nos mais diversos formatos, os périplos e os discursos de tudo quanto é gato no governo alemão e nada se resolve.

Na Europa de Delors a prioridade era a construção do projecto europeu e o princípio era o da solidariedade,

na Europa de Durão Barroso impera o egoísmo e o princípio é o do salve-se quem puder.

Quando Delors falava era ouvido e a sua opinião era respeitada,
quando Durão Barroso abre a boca nem os jornalistas não conseguem deixar escapar o bocejo.

Quer Delors, quer Durão Barroso são a imagem perfeita da Europa do seu tempo, tal como

Delor foi o melhor presidente que a Comissão poderia ter tido quando se construía o projecto Europeu,

Durão Barroso foi a escolha perfeita para a hora da destruição desse projecto.


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