De .Cidadãos--» servos--» escravos ?!..NÃO a 23 de Setembro de 2011 às 09:21
« os trabalhadores que paguem a crise !! ?? »

Proposta do mandaretes PSD/CDS no Governo da direita :
«... "Dispensar" (leia-se DESPEDIR) os trabalhadores "menos produtivos" e que não cumpram "objectivos ..." »
i.e., objectivos impostos pela INCOMPETÊNCIA, desorganização e GANÂNCIA de chefes e patrões/empresários "MAMÕES-dependentes" do ESTADO, medíocres e neo-ESCLAVAGISTAS ...

Será que estes des-governantes já estão a fartar-se de estar no Poder/"pote-quase-vazio" e querem provocar a queda e eleições antecipadas?

este é o início da DESCONCERTAÇÂO social e... a Hora de LUTAR
(dia 1 Outubro há manifestação da CGTP)

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Carlos Barbosa de Oliveira disse... (em A Barbearia do sr.Luis):

Partindo do princípio que na generalidade as pessoas decrescem de rendimento a partir dos 50/60 anos,
admitamos que esta é a versão laranja ( revista e actualizada) da injecção atrás da orelha
criada pelos comunistas que, recordo, também comiam criancinhas ao pequeno almoço...


De .Trabalhadores Precários e Abusados.. a 23 de Setembro de 2011 às 13:43
Finalmente seremos todos precários
(-por Daniel Oliveira, Arrastão, 23.9.2011)

Durante a campanha, chocado, Passos Coelho disse que era falso que pretendesse liberalizar os despedimentos e acabar com o conceito de justa causa.
Isto apesar disso resultar como evidente da revisão constitucional que apresentou ao País.
Essa revisão dificilmente se fará - até porque, sem muito para dizer, o PS fez do combate a estas propostas o seu cavalo de batalha.
Mas não é necessário.
As novas propostas do governo para alterar o código de trabalho resultam na mesmíssima coisa.

Quando se diz que é razão para despedimento por justa causa a redução de quantidade e qualidade da produção de um determinado trabalhador está a dizer-se o quê?
Querem conceito mais genérico e arbitrário do que a redução da qualidade do que se produz?
Se um patrão quiser mesmo despedir alguém, precisa de alguma coisa que não seja a sua opinião?

Muitos jovens e menos jovens sem qualquer vínculo contratual - já são uma parte muito razoável do mercado de trabalho -, para quem não há lei, acreditam que os direitos de quem tem contrato são seu inimigo.
Tendo a legitimidade de fazer parte dessa geração - quase toda a minha vida profissional foi feita em precariedade absoluta -, não podia discordar mais.

Os direitos não serão distribuídos com maior equidade.
O que acontecerá é exactamente o oposto:
a perda de direitos de quem os tem apenas fragiliza ainda mais quem nunca os teve.

Porque se todos os trabalhadores estiverem dependentes dos caprichos e humores do empregador ninguém poderá resistir aos abusos.

E o primeiro efeito será a perda de poder negocial de quem vive do seu trabalho.
O que resultará dessa fraqueza generalizada:
uma distribuição ainda mais desigual dos rendimentos entre trabalho e capital.

A segurança no emprego não é um privilégio. É a condição para o mínimo de justiça social.
Se o exército de precários aumenta os principais prejudicados serão os precários de sempre.
Saberão finalmente que melhor do que têm nunca conseguirão.


De Trabalhadores Descartáveis... números. a 23 de Setembro de 2011 às 13:47
(- Nightwish, em Arrastão)

O problema é que não é uma questão de competência ou incompetência.
É uma questão de que agora podem-lhe apresentar objectivos completamente absurdos para ver se se vai embora e é substituído
por alguém sem obrigações familiares,
com mais energia e disposto a fazer horas extraordinárias sem receber (não que agora não passem a preço de saldo).

Em termos de efeitos sociais, pode-se pensar que qualquer empresa pode continuar a substituir sem grandes problemas todos trabalhadores que não são de topo à procura de cada vez melhor, enfiando 50% ou 60% (estime cada um como quiser) das pessoas na precariedade permanente.

E mal tenham uma baixa de produtividade por problemas de saúde ou qualquer coisa, adeusinho que foi bom.
...
Se achar que consegue alguém igual na china;
se achar que consegue alguém a sair da faculdade com conhecimentos actualizados por muito menos dinheiro;
ou em trabalho não especializado porque são mais rápidos
e nunca têm problemas familiares, faltam menos por doença, fazem mais ordens extraordinárias de graça...

Quando substituir um empregado permite descer ordenados, é o que se passa.

Pode apresentar a ideologia que quiser, mas a realidade é só uma.


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