10 comentários:
De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 28 de Outubro de 2011 às 11:32
E então?
Qual é que acha que deve ser feita?
A ilegal? A pacíca? Ou a «assim-assim»?
É que eu perguntei na «prática» como quer fazer ou como acha que deviam os portugueses fazer o «contra-ataque»... não perguntei como se teoriza a «coisa». Blá-blá... percebe?
Continuo à espera da resposta.


De Até que ponto chegaremos ? a 31 de Outubro de 2011 às 09:17
O Zé tem cabeça e uma sitação/condições muito próprias. ... portanto é a melhor pessoa para decidir o que fazer, quando fazer, como fazer, e se quer fazer ...

Olhe... tenho uma amiga que, sobre estas coisas da política portuguesa, não acredita em Governos nem oposição nem em partidos nem eleições... e me responde:
«isto só lá vai com seis tiros, bem apontados !»
Como?!

«Escolhem-se 6 alvos entre os figurões da nossa praça, um de cada sector: banqueiros, ministros, deputados, administradores de grande empresas, advogados, ... e pum ! Verás como as coisas mudam !»
Mas isso pode ser o 'rastilho' para a selvajaria ou para um um regime ditatorial - contra-argumento.

«Talvez, mas não vejo outra forma de 'acordar' as pessoas e de refazer a nossa podre democracia partidária, a injustiça e legislação kafkiana, a economia de exploração selvagem, o ambiente desgraçado em que vivemos...»
E tu serias capaz de o fazer ...?

«Eu ...não ... não sei. Já tenho muitos cabelos brancos e nunca peguei em armas... Mas, olha que se isto continuar a piorar ... se me tiram a casita da terra ou se me mandam para o desemprego ou se daqui a uns anitos deixam de me pagar a reforma para a qual ando a descontar há décadas... podes crer que farei uma loucura.»


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