PS: Factos e caramunhas

Um certo comentador dominical referiu que José Seguro se encontra entalado entre a esquerda e o PSD a propósito da posição que terá de indicar, aos seus companheiros de jornada, na votação do Orçamento Estado para 2012. Perfeitamente errado, na minha opinião.

O que me parece entalar o actual líder socialista é o aparelho partidário que, ideologicamente, continua a ser o mesmo do tempo de Socrates que já era o mesmo do tempo do antecessor deste e a consequente falta de ideias e propostas inovadoras no sentido de uma nova e sustentável governação do país.

Agora até há quem venha dar à tramela dizendo que Socrates anda a telefonar a seus apaniguados para que votem contra o orçamento. A ser verdade ou o homem é mesmo de esquerda (pouco provável dada a sua “ideologia” liberal) ou quer tramar o jovem líder, que se fosse verdadeiramente de esquerda não deveria necessitar de tal, putativo, empurrão.

Muitos que desde cedo nos envolvemos, com participação activa, nas questões sociais e de cidadania e que vêem manifestando, aqui no Luminária e em outras participações as posições que julgamos ser de coerência intelectual, de ética cívica e de exercício de cidadania, cultivando a liberdade de expressão, são, quase sempre, acusados, de não serem socialistas convictos ou de terem “handicapes” sindicalizantes, por parte de “camaradas” que, quase nunca são o que dizem ser e são aquilo que acusam a outros.

Tais “socialistas”, alguns com pretensões muito acima das suas capacidades de trabalho e competências técnicas, fazem-nos lembrar, o escrito de Poeta Aleixo:

                            Dizem que pareço um ladrão

                            Mas, há muitos que eu conheço

                            Que não parecendo o que são,

                            São aquilo que eu pareço. 

Alguns até andam por aí em assembleias de freguesias, assembleias municipais e várias assessorias além de acoitados em empresas privadas ou parcerias publico privadas. Esforçam-se para se mostrarem mas não se vislumbra nada de concreto que beneficie as populações e o país.

Por tais razões os socialistas que antes de o serem já o eram foram dando debandada e o partido dos ditos não consegue descolar do pântano em que foi caindo.

Agora parece que, com espaço aberto, o deserto de ideias vai sendo ocupado pelos iluminados laranjinhas que a tudo concorrem, nem a Federação Portuguesa de Futebol Escapa. Essa colossal máquina de fazer dinheiro vai ser tomada pelo PSD qualquer que venha a ser o resultado das próximas eleições.



Publicado por Zé Pessoa às 10:23 de 02.11.11 | link do post | comentar |

8 comentários:
De .Orçam. Estado.2012 - como votar ?. a 2 de Novembro de 2011 às 14:41
Onde estão os defensores da abstenção do PS antes do OE entrar na AR?


Defendo que o PS deve abster-se na votação global do Orçamento de Estado para que este baixe à Comissão e, na especialidade, sejam negociadas as alterações que o PS venha a propor.

Se na especialidade forem inviabilizadas as propostas de alteração, o PS deverá votar contra este OE quando ele regressar a Plenário para a votação final.

Os efeitos práticos são nulos uma vez que o Governo tem a maioria absoluta e o OE será aprovado.

Mas em termos políticos irá ser completamente diferente, inclusive para o Presidente da República que, se o PS votar contra, irá de ter de assumir politicamente, na promulgação, as consequências de já ter considerado publicamente este OE como iníquo.

LNT, [0.489/2011]


De .Discuss. OE (iníquo) e PS... fraquito. a 7 de Novembro de 2011 às 09:59
Portugal território, Portugal nação

Há duas coisas em política que nunca se podem fazer:
- Pedir o apoio incondicional a alguém; e
- Partir para uma negociação com o anúncio prévio de que, para o resultado a obter, é indiferente aquilo que vier a ser negociado.

Sobre a primeira coisa estamos conversados.
É sabido que apoiei e continuo a apoiar o Secretário-geral do Partido Socialista mas que esse apoio não é incondicional.
António José Seguro, como qualquer outro camarada meu, contará com o meu apoio mesmo em circunstâncias que não coincidam com as minhas convicções desde que reconheça que essas circunstâncias são coerentes e não representam abdicação dos valores fundamentais que me norteiam.

Sobre a segunda coisa estamos ainda a conversar.
Existem três momentos regimentais na Assembleia da República para discussão do Orçamento de Estado:

Um, que trata da admissão para discussão e negociação – a votação na generalidade – em que os considerandos em jogo impõem ao Partido Socialista que se abstenha
não obstante o OE 2012 conter excessivas clausulas de grosseira violação dos mais elementares direitos dos (de alguns) cidadãos portugueses.
Ao fazê-lo satisfaz a imagem externa de coesão nacional e proporciona a força negocial necessária para tentar minorar a grosseria;

Outro, que é o momento da negociação – a discussão na especialidade – em que se impõe que o Partido Socialista disponha de soluções alternativas coerentes e bem fundamentadas para negociar as clausulas grosseiras.
Para que essa negociação tenha efeito é necessário dispor de peso negocial.
Ao anunciar previamente que as negociações não influenciarão o resultado final, o PS ficou na mão dos seus opositores e,
em vez de exigir o que entende ser justo, limita-se a receber o que a “boa-vontade” dos Partidos do Governo lhe quiser dar.
Arrisca-se a que, num jogo de polícias bons e polícias maus, o CDS possa aparecer como o “amaciador” das grosserias ou que o PSD surja como o “bonzinho” deste Portugal pequenino.

O terceiro momento é o da viabilização – votação final global – em que o voto PS não influi na aprovação do OE, uma vez que existe uma maioria absoluta no plenário, mas
dá um sinal fundamental externo e que tem uma carga política importante porque a abstenção significa a existência de um acordo mínimo de menorização das grosserias e
o voto contra implica transitar a responsabilidade do fracasso para a incapacidade de negociação do Governo e mede a competência do Presidente da República no que respeita à fiscalização política da actividade legislativa.

Com o anúncio de que em qualquer circunstância o PS se absterá na votação final global o PS abdicou do seu dever de negociação tendo-o transformado em cedência e subordinação à ditadura da maioria.
O PS abdicou da defesa dos portugueses, deixando-os à mercê de todos os grosseiros, iníquos e excessivos sacrifícios que a política da direita retrógrada impõe sem oposição, escudada num acordo internacional que não os exige.
LNT[0.495/2011]
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Assim é voltar as costas aos portugueses

Pedro Passos Coelho mostrou o OE/2012 a AJSeguro. Com o que viu, AJSeguro declarou ter ficado em estado de choque.
Decidiu então votar contra? Não, decidiu votar a favor.
Abster-se, agora, na votação na generalidade do OE/2012 e votar a favor na votação final.
Com umas concessõezitas, previstas e calculadas à partida por Gaspar, o PS votará a favor do OE de PPC.

A explicação é esta:
"este orçamento não é o meu orçamento mas este é o meu país, este país é Portugal e eu não volto as costas a Portugal."
PPC consegue assim fazer o bloco central sem despesa.
Com o PS a fingir (mal) de oposição. Com o PS a deixá-la para a facção de Cavaco Silva do PSD.

AJS não percebe que, assim, está a voltar as costas aos portugueses e a adiar por muito, muito tempo, o regresso do PS ao governo?
Este equívoco entre a Troica, o governo de PPC, os mercados e Portugal envia aos portugueses a mensagem de que não vale a pena correr com este governo o mais depressa possível pois não há alternativa.
E quando os portugueses em desespero obrigarem PPC a deixar o governo a alternativa não será o PS mas a única "oposição" viável, a do outro PSD.

(-por RNarciso, PuxaPalavra, 6.11.2011)


De ... a 2 de Novembro de 2011 às 12:55
Dúvida

O PS ainda existe, foi integrado no PSD ou começou o porcesso de dissolução ?

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O Álvaro Batanete tem de se decidir

O ministro da Economia ainda não explicou se o processo de empobrecimento e aumento da exploração dos portugueses é para que os seus empresários incompetentes sejam competitivos em relação à Europa ou em relação à China.

OJumento
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"Ide embora!" é curto como política

«O secretário de Estado da Juventude, Alexandre Mestre, disse uma coisa que está certa:
os jovens portugueses que estão desempregados deviam pensar em emigrar.
Havendo, desde ontem, sete mil milhões de homens espalhados pelos quatro cantos do planeta, andar por aí até é bastante comum.

E Mestre usou uma fórmula, "ir para além das nossas fronteiras", que condiz connosco:
que outra coisa fez Portugal ao longo dos séculos?

No entanto, há alguma coisa errada em ser o secretário de Estado da Juventude a dar a ideia. Desde logo, a desistência das suas funções: caberia ao governante propor aos jovens o que fazer cá dentro, não anunciar-lhes que não há que fazer cá dentro.
Afinal, ele é só secretário de Estado da Juventude Empregada. Apetece a demagogia: indo o desemprego jovem em 23%, Mestre não deveria baixar o salário na quota correspondente aos jovens que não governa?

O primeiro tratado de emigração assinado por Portugal foi com o Reino do Havai, em 1878. Nessa altura, Portugal contratou um determinado salário e casa durante um ano para os seus emigrantes. Não seria grande coisa, mas notava-se uma política, uma preocupação, uma qualquer coisa mais do que o actual convite para zarpar.

E, depois, houve aquele infeliz "temos de sair da zona de conforto", proposto por Mestre aos desempregados.
Temos?
Nem eu nem o secretário de Estado "temos", pois não?
Então, um pouco menos de soberba sobre o conforto dos outros.»
[DN] Ferreira Fernandes.

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A vez dos gregos

«As bolsas europeias abriram esta manhã em queda acentuada, depois de o Governo grego ter anunciado ontem, ao final da tarde, que vai levar a referendo o segundo pacote de resgate acordado na última cimeira europeia e que tem como pressuposto o perdão de 50% da dívida grega pelos credores privados.

É sabido que a maioria dos gregos é contra o plano e as consecutivas medidas de austeridade, o que aponta para o provável chumbo do pacote.

O primeiro-ministro assegurou ontem que a decisão saída do referendo será vinculativa, ou seja, se o plano for chumbado, a Grécia não o aplicará.» [Agência Financeira]

Parecer do Jumento:

Os gregos têm sorte, a sua opinião é ouvida.

«Sugira-se a Passos Coelho que leve a sua pinochetada orçamental a referendo.»
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...
Parece que este governo só é duro e exigente a cortar vencimentos, aumentar horários de trabalho e a retirar direitos aos trabalhadores.

Despacho do Jumento: «Proteste-se e pergunte-se ao mentiroso Passos Coelho pelo famoso programa para a Madeira que alguém prometeu que seria divulgado até ao final do passado mês de Setembro.»


De .EMIGRAR é desporto para o jovem SE ?! a 2 de Novembro de 2011 às 13:51
Desporto para a juventude

O Nuno Teles já tinha assinalado uma estranha previsão que consta do OE para 2012:
"Em 2011, o produto contrai 1,9% e o desemprego cresce 1,5 pontos percentuais, mas em 2012 o produto cai 2,8% e o desemprego só aumenta 1 ponto percentual".
Conclusão:
"o governo deve estar a prever emigração maciça".

Na realidade, o governo do empobrecimento desigual não se limita a prever.
Tem a palavra o secretário de estado da juventude e do desporto:
"Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras."

(-por João Rodrigues)


De Dói muito e doerá ainda + nos próximos a a 2 de Novembro de 2011 às 14:45
Até dói
(-por Vital Moreira )

«Governo terá dificuldade em vender a Águas de Portugal».

Depende do preço!
Como o Governo já anunciou que precisa de vender, qualquer preço serve.
Pensar que uma das "jóias da coroa" do sector empresarial do Estado pode ser vendido "ao preço da uva mijona" até dói!


De Democracia: suspender ? ou Referendar ? a 2 de Novembro de 2011 às 11:54
Sobre o esquema do referendo na Grécia

Quando a Dona Manuela, que o Deus da política mandou recolher ao sector sombra, resolveu apregoar que
a democracia teria de ser suspensa por meia dúzia de meses foi um aqui d’ el Rei que só visto.

Agora que o Governo Grego resolve anunciar que as medidas de austeridade na Grécia devem ir a referendo, é ver os que se amotinaram contra Manuela, a criticarem veementemente a democracia anunciada.

Ter cão e ser preso ou não o ter e ir para a prisão é o que está a dar.
LNT, ABarbearia
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Note-se que os factores/agentes em jogo não são claros:

- possibilidade de Golpe / Revolução
(militar? civil/popular? prá ditadura ? prá saída do Euro? contra a capitalismo financeiro agiota? contra o desemprego/ cortes/ privatizações ? ...)

- Reflexão/ chamada de atenção interna (do Pasok? do povo?...) ou externa ? ... sobre o Caminho da Tragédia económica ? valerá mesmo a pena seguir as indicaçõers da troika ?

- Não haverá mesmo outra via de superar a crise ... sem ser com cada vez mais sacrifícios para os trabalhadores/ povo ?

- O que é que dizem os ''economistas desalinhados'': Auditoria da dívida, Negociação, saída do Euro, ... ? os bancos que paguem a crise (até porque foram eles que a provocaram) ?!


De Entre Espada-Parede: a Palavra ao Povo ! a 2 de Novembro de 2011 às 12:22
Papandreu e o referendo

Com esta do referendo, Papandreu talvez meta o porta-aviões ao fundo mas, neste jogo de batalha naval, em que
os tutores da UE e dos países do euro, têm pusilanimemente, andado a brincar com o fogo e com o povo da Grécia,
talvez tenha "entalado" a Sra Merkel e o seu acólito, o Sr Sarcozi.

Entretidos com as suas agendas eleitorais, curvados perante a finança nacional e internacional e as agências de notação,
a Srª Merkel e o seu partenaire francês, foram com soberba e irresponsabilidade, deixando durante um ano e meio a Grécia e o povo grego arder em lume brando.

Com meias medidas, com falsas medidas e falsas ajudas, com hesitações e adiamentos, deixaram as labaredas ir queimando a Grécia
- afinal são gregos, gente do Sul que trabalha pouco - sem perceber que o fogo não ficaria por ali, pelo Sul "preguiçoso".
O fogo estava ateado no euro, não queriam ver ?

Com esta do referendo Papandreu talvez acabe com o Euro e a UE mas, entre a espada e a parede, entregou, em referendo, a decisão aos Gregos, numa Europa que nunca foi nem aceita, com 25 governos de direita em 27, ser uma Europa dos cidadãos.

# posted by Raimundo Narciso, PuxaPalavra


De Lembrar: Grécia, pigs, Portugal, U.E., a 2 de Novembro de 2011 às 14:34
Amor com referendo se paga

Há uns anos atrás a Europa andou tempos e tempos a negociar uma constituição e na hora da sua aprovação os franceses juntaram comunistas e fascistas num referendo e acabaram por recusar o projecto europeu.
Agora são os franceses a estarem muito indignados porque o primeiro-ministro grego ter decidido perguntar aos seus cidadãos se estavam de acordo com o resgate da dívida grega tal como foi decidido pelas potências europeias.
Parece que a democracia europeia é uma questão de preço, só a pode praticar quem tem dinheiro para isso e pode mandar a Merkel e o totó do Sarkozy apanharem gambuzinos.
A verdade é que temos assistido a uma imensa panelinha europeia com muitos países, incluindo alguns tão enrascados como os gregos, a cozinharem uma solução que trame apenas os gregos.

Nunca a Europa desceu tão baixo como está a suceder com esta vaga de líderes de direita que a governa,
os ingleses gozam com o euro, os analistas londrinos chamam pigs a povos europeus, qualquer borra botas europeu auto-elogia-se dizendo que não podem ser comparados aos gregos,
o presidente da Comissão Europeia está mais interessado em saber quanto lhe vai sendo depositado mensalmente na conta bancária, do senhor de que dizem ser o presidente da Europa, um tal Herman Van Rompuy que ninguém sabe quem é, deve andar a fazer o mesmo que o Barroso,
o Berlusconi está mais interessado no traseiro da primeira-ministra sueca do que nos juros que a Itália paga.

No meio de toda esta palhaçada sacrificavam-se os gregos, o governo de direita português antecipa-se à Merkel e trama os portugueses e tudo se resolvia da melhor forma.

Mas veio o Papandréu e lembrou-se de que a Grécia é o berço da democracia e neste capítulo nada tinha que aprender com bárbaros que ainda hoje poupam na água.
O homem lembrou-se de fazer um referendo e a mesma Europa que foi à Líbia ajudar a matar e empalar o Kadafi e impor a democracia à força da bomba,
ameaça agora a Grécia com a chantagem de não a ajudar se insistir nessa idiotice de ouvir a opinião do seu povo, gente menor que deve ser tratada à bastonada e se forem apoiantes de um Kadafi até merecem levar com umas bombas da NATO pelos cornos abaixo.

Só que agora somos todos gregos, muito antes de o referendo se realizar já a Itália estará à porta do BCE e
nessa altura os fracos dirigentes europeus vão lembrar de quanto recusaram à Grécia, Portugal e Irlanda,
dos juros brutais que lhes impuseram a troco de falsa ajuda,
das chorudas comissões que lhes cobraram,
das expressões humilhantes que usaram e
da forma vergonhosa como gozaram com a sua soberania.

Vão lembrar-se dos tempos em que a senhora Merkel pedia a todos os países europeus para que não adoptassem políticas restritivas como resposta à crise do subprime e
da Comissão Europeia ter decidido suspender os limites ao défice prometendo que não seriam iniciados processos por défices excessivos.

Tal como por cá a direita também se vai lembrar de quando chumbava orçamentos com o argumento de não apostarem no crescimento ou de quando chumbou o PEC porque foi feito nas costas do país e era austeridade a mais.

Pela boca morre o peixe e vai divertido ver os que por cá acusaram Sócrates de ter feito o PEC em segredo
virem agora criticar os gregos por se terem libertado da asfixia democrática e levado a austeridade a referendo.

Não será melhor do que fazer como o governo português que optou por fazer ameaças contra eventuais tumultos e como resposta aumentou o orçamento das polícias ao mesmo tempo que cortava brutalmente na educação e na saúde?
Não será mais saudável a democracia do que a pinochetada orçamental do Gaspar?

A total ausência de sensibilidade social e devisão política destes amanuenses promovidos a políticos impede-os de perceber que estão a conduzir a Europa para a maior crise social e política do pós guerra.

Vão perceber que na Europa há valores bem maiores do que os dos mercados e riscos bem mais perigosos do que as crises financeiras.

OJumento


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