De . Ideias para ... Tugas. a 4 de Novembro de 2011 às 16:58
Ideias lebres para salvar Portugal (6)
(-por Sérgio Lavos, Arrastão)

Aumentar impostos às classes baixa e média.
Cortar-lhes os subsídios de férias e de Natal.
Aumentar impostos sobre o consumo.
Cortar nas compartições de medicamentos.
Deixar que a Galp e a Petrogal continuem a chafurdar no seu desmando monopolista, fazendo com que Portugal tenha os preços de combustíveis mais altos da União Europeia (em relação ao ordenado médio).

Cortar nas ligações dos subúrbios à capital e na rede de transportes públicos citadina, depois de anos de investimento nessa mesma rede.
Aumentar brutalmente o preço dos transportes públicos.
Daqui a uns tempos, nem de carro, nem de autocarro; vamos todos a pé para o trabalho - até porque ciclovias, nem vê-las.
Pelo menos, decretando o recolher obrigatório na cidade de Lisboa (com a supressão das carreiras nocturnas e o encerramento do metro às 23, em algumas linhas às 21), iremos poupar uns bons cobres em copos
(Garanto-lhe que se entrar no metro à meia-noita dificilmente encontra lugar sentado. E não, não é gente que vai para os copos, é gente que vai ou vem do trabalho. Já pensou que enfermeiros, empregados dos centros comerciais, vigilantes e tantos outros profissionais não vivem nos locais de trabalho?).
Está certo.

tags: criminalidade violenta, crise
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(- O que eles estão a fazer já sabemos.
Gostava era de ver as suas ideias alternativas
para atingir essas metas do défice em vez de enumerar as do governo. )

É muito fácil :

quase 40% das nossas importações são relativas a automóveis e combustíveis para transportes e quase 1/4 do orçamento familiar médio vai também para os transportes, no qual o automóvel é rei.

Se conseguirmos reduzir todos estes factores com melhoria do transporte público, política agressiva comercial e de tarifário e cancelamento de mais incentivos aos automóveis e eliminarmos 50% dos kM percorridos em automóvel a nossa balança comercial fica POSITIVA.

Isto se não contar sequer a maior poupança das famílias, a redução de uma sinistralidade que mata 900 pessoas e fere outras 40.000 todos os anos e os ganhos em termos de ambiente urbano.

Não precisa agradecer


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