UE | democracia ou fascismo?


Publicado por [FV] às 15:42 de 12.11.11 | link do post | comentar |

5 comentários:
De Sob a bota do novo FASCISMO da Finança. a 14 de Novembro de 2011 às 09:48
Concordo...
Quando os Estados/Governos estão ao serviço/ ligados às grandes empresas, aos bancos (e seguradoras, especuladores de fundos, moedas, cereais, água, energia, matérias primas, ... comunicações e mídia) deixamos de estar em Democracia para vivermos num regime FASCISTA , mascarado com 'Legalismo' e 'Eleições'... com muita corrupção, sem Justiça, sem direitos para a DEMOS, o Povo, cortando Salários, Pensões, fazendo subir a idade da Reforma até à morte....

Estes governos (da UE, G8, G20) estão dominados pelos BANCOS (e uma minoria de accionistas/ especuladores) e por isso não estão preocupados em salvar as Economias (da Grécia, PIIGS, ...o Euro), não estão preocupados em levar as populações à MISÉRIA, ao Desemprego, ao desespero... eles só estão preocupados em Salvar os Bancos (da Holanda, Bélgica, França, Alemanha, EUA, ...) e o seu dinheiro, depois de terem feito maus investimentos e criado a Crise ... ainda querem que sejam os Cidadãos, os trabalhadores, as classes médias, a pagar-lhes as asneiras... para continuarem a ter lucros fabulosos, bónus e rendimentos de nababos e reformas douradas.

Está a começar a Guerra Mundial do séc. XXI, a GUERRA de CLASSES entre a maioria («99%») que tem nada ou muito pouco e a minoria («1%») que detêm e controla/manipula quase tudo.


De .TRAFICANTEs da DEMOCRACIA e da JUSTIÇA. a 14 de Novembro de 2011 às 12:03
Ainda hoje o bastonário da OA, Marinho Pinto, disse que entre os (advogados que também são) DEPUTADOS ou GOVERNANTES existe TRÁFICO de INFLUÊNCIAS (e defesa de interesses privados, das grandes empresas para quem trabalham ou de quem são defensores ou para onde voltam (com bons tachos) após a sua ''comissão nos órgãos de soberania''... Eles não defendem o interesse (da maioria do) Povo, da Democracia, da Justiça, mas sim o seu próprio interesse e o das elites económicas e sociais.
Isto é uma FARSA de Democracia.!!


De Advogado INCOMPATIBILIDADE ou tráfico... a 14 de Novembro de 2011 às 17:24
Nem deputados, nem jornalistas, nem padres devem exercer a actividade da advocacia em acumulação. Este regime de incompatibilidades foi ontem aprovado no congresso da classe (Ordem dos Advogados) que terminou ontem na Figueira da Foz

"Todos os titulares de órgãos de soberania, incluindo DEPUTADOS, jornalistas, agentes de execução e ministros de confissões religiosas", exercem actividades que devem ser consideradas INCOMPATÍVEIS com o exercício da advocacia.
Esta orientação foi aprovada, ontem, com 124 votos a favor, 40 contra e nove abstenções.
(DN, 13.11.2011)


De .Estatut DEPUTADO e tráfico d'influêncis a 15 de Novembro de 2011 às 12:26
Oito deputados têm participações em SGPS
(por Sónia Cerdeira, i-online, 15 Nov 2011 )

PCP quer proibir deputados de terem participações em SPGS e cerca os que exercem advocacia

Dos 230 deputados da Assembleia da República, oito têm participações em empresas SGPS, entidades que gerem participações sociais, de acordo com os registos de interesses entregues no parlamento, uma questão que o PCP quer resolver, uma vez que os deputados podem, no parlamento, tomar posições favoráveis a estas empresas.
Por isso os comunistas vão apresentar uma proposta de alteração ao Estatuto dos Deputados.

A questão que se levanta com as empresas SGPS que podem gerir participações sociais de outras empresas, do mesmo grupo, que tenham negócios com o Estado. E não há qualquer impedimento a que os deputados participem nas SGPS, onde podem até ser administradores não executivos.

"São situações em que pode existir uma almofada entre a empresa que tem o negócio com o Estado e o deputado, numa espécie de relação triangular", explica ao i o deputado comunista João Oliveira.

Actualmente não existe qualquer ilegalidade ou incompatibilidade entre o exercício do cargo de deputado e a participação em empresas.
O Estatuto dos Deputados não permite apenas os titulares de mandatos parlamentares de exercerem cargos de gestão em empresas públicas ou maioritariamente participadas pelo Estado, ou de deterem mais de 10% do capital social de entidades privadas que assinem contratos públicos.

Segundo os registos de interesses dos deputados publicados online, Paulo MotaPinto, do PSD, é um dos parlamentares que têm participações em SGPS:o deputado é administrador não executivo e membro da Comissão de Auditoria da ZON Multimédia SGPS.
Também o deputado socialista José Lello é membro do conselho de administração da DST, SGPS, uma empresa de gestão de participações sociais. Carlos CostaNeves – presidente do conselho de administração da MEC – Holding SGPS, SA –, Paulo Batista Santos – presidente da mesa da Assembleia Geral da J.B.S. SGPS, S.A – e Pedro Saraiva – administrador da Creative Wings, SGPS – são os outros deputados social-democratas com cargos neste tipo de empresas.
Já João Portugal, do PS, tem uma participação de 1% na Atédia SGPS, SA, enquanto o deputado do CDS-PP, João Rebelo, tem uma de 13,13% na Fransglobal, SGPS, SA, e João Serpa Oliva, também do CDS, regista uma participação de 6,5% na Si-VALIS SGPS.

Além da questão das SGPS, o PCP quer apertar o cerco aos deputados-advogados.
Trata-se de um tema polémico desde sempre, até porque esta é a profissão mais representada no parlamento: 47 parlamentares são advogados e apenas dois têm suspensa a sua actividade.

Ainda esta semana o bastonário daOrdem dos Advogados, Marinho Pinto, denunciou a existência de muitos deputados que sendo advogados traficam influências.
Para o bastonário existe uma solução: os advogados devem ficar impedidos de exercer a advocacia enquanto cumprirem o mandato.

O PCP não vai tão longe mas vai propor alguns impedimentos num projecto de lei a apresentar após o debate do Orçamento.
Entretanto também o BE já apresentou um projecto para alterar o Estatuto dos Deputados.

Os bloquistas querem proibir a prestação de serviços de deputados "sempre que esteja em jogo dinheiro público", diz ao i Catarina Martins.
Por exemplo, a prestação de serviços de consultadoria, assessoria e patrocínio ao Estado, regiões autónomas, autarquias locais, sociedades com participação ou capitais públicos, concessionários do serviço público ou empresas que participem em concursos públicos.


De Soc.d'advogados (des)governam Portugal. a 17 de Novembro de 2011 às 14:55

Marinho Pinto afirma que ministério foi "entregue a um escritório de advogados"
(-por Agência Lusa, 16 Nov 2011)

O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, exigiu hoje que Passos Coelho explique porque é que o ministério da Justiça "foi entregue" a um "escritório de advogados" e reafirmou que a ministra da justiça nomeou "familiares" para cargos públicos.

Em declarações à margem do colóquio "Um orçamento com a ‘Troika’" na Universidade do Minho, em Braga, Marinho Pinto exigiu ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho explicações sobre "o que se passa" no Ministério da Justiça.

"O Sr. primeiro-ministro deve explicar o que se passa com o Ministério da Justiça para ser entregue a um escritório de advogados de Lisboa", disse.

Esta exigência do bastonário foi proferida depois de ter dito "manter os mesmos termos" que usou quando acusou a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, de "nomear amigos e familiares" para cargos do ministério que lidera.

O bastonário da Ordem dos Advogados (OA) justificou a acusação exemplificando com a nomeação do advogado João Correia, que segundo Marinho Pinto é "cunhado da senhora ministra", para coordenador da Comissão da Reforma do Processo Civil.

Marinho Pinto apontou ainda a nomeação do "sócio" de João Correia para chefe de gabinete de Paula Teixeira da Cruz, o também advogado Miguel Barros.

"Ela que diga onde está a mentira", desafiou Marinho Pinto, referindo também a nomeação de Júlio Castro Caldas, "também sócio de João Correia" para "uma comissão de revisão do Código Penal", como exemplos.

Marinho Pinto afirmou que "o Ministério da Justiça foi praticamente entregue ao Dr. João Correia" e que "se calhar a senhora ministra não era capaz de sozinha tomar conta daquele ministério" precisando "dos sócios, amigos e colaboradores do Dr. João Correia".

O bastonário disse "não saber" se "é porque João Correia é cunhado" de Paula Teixeira da Cruz "ou por outras razões", "mas que isto tem que ser explicado".

Sobre as acusações de Paula Teixeira da cruz de que existem fraudes no apoio judiciário, Marinho Pinto concordou mas afirmou que se fizesse uma auditoria ao ministério da Justiça "mesmo depois" de Teixeira da Cruz tomar posse "com certeza se encontraria coisas mais graves".

O responsável pela OA afirmou ainda que a "prioridade" da ministra da Justiça "foi acerca da arbitragem" e que anda "toda eufórica" com esta questão.

No entanto classificou a arbitragem como "uma justiça clandestina em que os juízes são escolhidos e pagos pelas partes" afirmando que "é utilizada muitas vezes para legitimar negócios ilícitos em que o Estado e os recursos públicos saem sempre a perder".


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