2 comentários:
De Copy & paste e varreduras a 13 de Novembro de 2011 às 15:35
Lamentavelmente ou talvez não, as coisas as são o que são, parece que este blogue se tornou num simples copy e paste do que se vai escrevendo em outros blogues ou na comunicação social. Então não há quem escreva por mão própria e segundo os próprios pensamentos?
É pena que se tenha, assim tanto, desvirtuado quer as suas origens como o seu EDITORIAL. O LUMINARIA tem vindo a perder qualidade editorial, é pena!

Mas indo ao escrito de Fernanda Câncio, no DN a Resolução do Conselho de Ministros revela, entre outras, três coisas fundamentais:
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Lamentavelmente ou talvez não, as coisas as são o que são, parece que este blogue se tornou num simples copy e paste do que se vai escrevendo em outros blogues ou na comunicação social. Então não há quem escreva por mão própria e segundo os próprios pensamentos? <BR>É pena que se tenha, assim tanto, desvirtuado quer as suas origens como o seu EDITORIAL. O LUMINARIA tem vindo a perder qualidade editorial, é pena! <BR><BR>Mas indo ao escrito de Fernanda Câncio, no DN a Resolução do Conselho de Ministros revela, entre outras, três coisas fundamentais: <BR class=incorrect name="incorrect" <a>•A</A> primeira é que o referido documento é mais “ um manifesto eleitoral que se trata - como se a prioridade deste Governo fosse diabolizar o anterior e não governar” do que um sério projecto de restruturação do sector; <BR class=incorrect name="incorrect" <a>•A</A> segunda é a de que os políticos continuam a varrer para debaixo do tapete e a sacudir a água do capote das responsabilidades de má gestão política por parte dos dois partidos do arco governamental, que sempre se serviram das empresas de transportes, para campanhas eleitorais quer legislativas como das autarquias. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>•A</A> terceira, profundamente ideológica, é a de desmantelar, ainda que se argumente com a fusão de empresas, e posterior entrega à exploração de privados. Com o propósito gestionário que se pretende vir a implementar, a concessão publica, seria muito mais rentável e, garantido o serviço social, sem sustentar a gula dos lucros privados que os utentes e as compensações do Estado terão de suportar, então, a tempo e horas e com “língua de palmo” <BR>


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 13 de Novembro de 2011 às 15:33
Espanto para quê?
A Dona Fernanda até pode ter razão, na análise que faz no seu artigo sob este manifesto sobre os transportes públicos publicado recentemente no DR.
Mas o Álvaro, o dito ministro da economia, é um tecnocrata... Logo fala e age como tal.
A Dona Fernanda também anda nisto da escrita política vai para muito tempo para ficar «espantada» com o que um tecnocrata diz e faz.
Logo a Dona Fernanda possivelmente é uma hipócrita ou quanto muito uma pretensa manipuladora de opiniões, isto para não ser antipático...
E o que escreve, ou melhor a mameira como escreve o artigo, deixa logo para segundo plano a parte das razões que lhe assistem na análise feita, quando deveriam estar em primeiro plano se a senhora fosse mais limpinha na maneira de escrever. Mas isto é uma opinião somente.
Quero ainda chamar a atenção que a Itália se prepara, também ela, para nomear um tecnocrata para Primeiro Ministro.
Se os tecnocratas vão para o desempenho de cargos políticos, permito-me perguntar: para que servem, então, os políticos propriamente ditos?~
O u como diria o outro: E esta heim?


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