De Da peq. cedência até à DITADURA FASCISTA a 21 de Novembro de 2011 às 16:52
Ceder

Vemos escapar-se por entre os dedos tudo aquilo que pensávamos ter seguro.
Não sabemos perceber que nada nos é devido caso não afirmemos a defesa dos nossos interesses.

Tudo, e também chegaremos à liberdade,
são conquistas conseguidas com esforço e sacrifício que não prescindem de permanente vigilância e de pressão reivindicativa
porque não são bens inatos,
ao contrário do que os pensadores gostam de escrever nos tratados e nas cartas de direitos fundamentais.

Ou nos lembramos disso todos os dias e não cedemos às chantagens para prescindir daquilo a que temos direito, ou perdemos esses direitos pela voracidade de quem entende que eles serão sempre excessivos ou incomportáveis.

LNT, [0.530/2011]
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De cedência em cedência,
pela abstenção, voto nulo ou branco,
pelo calar, não-manifestar e não-reivindicar, ...
facilmente resvalamos para nova Ditadura Fascista.

Direitos a relembrar constantemente:

- Liberdade (de expressão, reunião, manifestação, acesso e trânsito em vias e espaços públicos, ...)

- Democracia (eleições, voto livre e secreto, referendos, partidos, sindicatos, greve, ...)

- Trabalho, pago (igual ou superior ao salário minimo nacional), duração máxima de 8 horas por dia, férias pagas, higiene e segurança no trabalho, ...

- Saúde e Ensino básico gratuito;

- Acesso à Justiça;

- Candidatura a cargos políticos e concurso a emprego público;

- Preservação da imagem, bom nome, dados pessoais e à privacidade;

- Acesso e TRANSPARÊNCIA de informação PÚBLICA, desde OGE, contas e relatórios, subsidios, nomeações, adjudicações, concessões, concursos, critérios, justificação de decisões, ...


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