2 comentários:
De Tal DESIGUALDADE já não é País, é MALís a 6 de Dezembro de 2011 às 14:25

Portugal é o país com mais desigualdades do mundo desenvolvido

«Portugal continua a ser um dos países com maiores desigualdades do mundo desenvolvido, com um fosso acentuado na distribuição dos rendimentos, e o mais desigual entre as economias europeias, revelou esta segunda-feira a OCDE.» [CM]

Parecer do Jumento:
E depois de o Gaspar aplicar a sua receita não só estaremos fora dos desenvolvidos como em termos de desigualdades estaremos ao nível do Burundi.


De .velho ''Estado 'Tecnovismo'' ultra-libe a 6 de Dezembro de 2011 às 14:38
Não ao gasparismo e a outros ismos

Há alguns dias o Otelo disse que hoje seria mais fácil fazer um 25 de Abril e foi o alvoroço nacional que se viu, à direita ouviram-se os habituais guinchinhos de gente que só defende a democracia quando é do seu interesse,
a Procuradoria-Geral apressou-se a ler e reler as declarações em busca de um crime e até o Mário Soares descansou o povo dizendo que por vezes o Otelo é um totó.

Ontem António Ribeiro Ferreira, director de um “i” que cada vez mais se tenta assumir como o jornal do regime,
apelou à ditadura num editorial inflamado onde se colocava o Gaspar num pedestal acima do de Oliveira Salazar e parece que ninguém se incomodou.
O jornalista chega ao ponto de afirmar que “Portugal não tem tempo a perder com formalismos próprios de gente rica”
Sendo esses formalismos próprios de gente rica a própria democracia.

É um editorial que vale a pena ler pela ajuda que pode dar para entendermos os tempos que vivemos e os riscos que corremos se persistirmos em aceitar todos os sacrifícios em nome da austeridade e com medo da troika.

Há quem nos queira servir a ditadura numa colher que devemos engolir sem saborear nem pestanejar senão vão buscar a troika.
Como o jornalista chega a elogiar no seu artigo inflamado a coisa chegou ao ponto de o Gaspar já estar autorizado a humilhar um ministro em plena reunião do Conselho de Ministros.
Aquilo que deveria ser reprovável é exibido no jornal “i” como um motivo para prescindirmos da ditadora em favor das decisões do Gaspar.

Vivemos tempos de mentira, o ministro das Finanças goza com o parlamento e um dia destes faz-se representar pela auxiliar que um seu antecessor costumava encarregar de lhe comprar preservativos.

O governador do Banco de Portugal já se dirige aos deputados como se estivesse numa taberna a falar de futebol.
E não há um único ministro ou deputado em todo aquele hemiciclo que venha em defesa da honra da Assembleia da República e dos valores da democracia.

Enquanto a ministra italiana é incapaz de conter as lágrimas quando divulga medidas de austeridade,
a imagem do nosso ministro das Finanças e do primeiro-ministro é a de gozo, o seu semblante mais frequente é o do sorriso e da gargalhada.

O debate político não passa de um jogo de mentiras, inventam-se desvios colossais, escondem-se os excedentes, inventam-se ordens ada troika, no país com maiores injustiças sociais do mundo desenvolvido

o governo recorre à mentira para impor uma reengenharia social que visa a DESTRUIÇÃO da CLASSE MÉDIA com o objectivo de expropriar a sua riqueza para entrega-la aos mais RICOS.

Portugal não precisa de ''salvadores'', o modelo de desenvolvimento imposto pelo miserabilismo de Vítor Gaspar é precisamente o mesmo que o país já experimentou com Oliveira Salazar,
as soluções para a actual crise são decalcadas do programa de Salazar enquanto ministro das Finanças.
Não admira que se comecem a ouvir vozes de elogio a este novo velho Estado Novo do Vítor Gaspar (''a bem da nação'')!!

É preciso dizer não ao FASCISMO venha ele DISFARÇADO de um cruzado do cristianismo ou de um TECNOCRATA a mando do BCE,
a democracia não é incompatível com a boa gestão das contas públicas, os portugueses sabem debater os seus problemas e não precisam de mentiras para que sejam impostas soluções.

A uma política assente em jogos de mentiras e que adopta medidas inconstitucionais é uma política ilegítima e o governo que a pratica torna-se um governo ilegítimo.

(-por Jumento em 6.12.2011)


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