10 comentários:
De .CE: Não à Emigração e Desemprego. a 21 de Dezembro de 2011 às 14:34
Nem todos são palermas

«Comissário europeu mostra-se muito preocupado com emigração de jovens europeus.

O comissário europeu dos assuntos sociais, Laszlo Andor, mostrou-se hoje muito preocupado com a emigração de jovens europeus para outras paragens, nomeando "Brasil, Angola e Moçambique", numa mensagem que parece desenhada para chocar com o apelo à emigração feito pelo primeiro-ministro português, Passos Coelho.
Andor não apenas critica a perda de uma "geração inteira" como também recorda o "custo financeiro" que isso acarreta.

"Alguns jovens já estão a sair da Europa para encontrar emprego em países como os EUA, o Canadá, Austrália ou o Brasil, Angola e mesmo Moçambique dependendo da sua língua de origem", lamentou o comissário.

"Esta tendência não pode continuar:
não apenas arriscamos perder uma geração inteira mas também há um custo financeiro.
Há, aliás, um recente estudo europeu concluiu que o fardo dos actuais níveis de desemprego para a sociedade é de cerca de dois mil milhões euros por semana ou um pouco mais de 1% do PIB da UE".

E por isso, a comissão de Durão Barroso "apela de forma urgente à acção europeia mas também nacional e local" para travar esta sangria geracional.» [DE ]

Parecer do Jumento:
Gastar fortunas com o ensino, ter um país subdesenvolvidos e vir um idiota com um curso da treta e sem nunca ter trabalhado na vida sugerir que os professores emigrem é irresponsabilidade a mais para um país europeu.
Este Passos Coelho parece ser filho do Nicolae Ceauşescu.
«Sugira-se ao Coelhote que emigre para o mais longe possível de Portugal.»


De .Exportar boys e ... (ex-)empresários. a 22 de Dezembro de 2011 às 09:32
AUMENTAR AS EXPORTAÇÕES ! (de desempregados)

Se um Governo preconiza a exportação de desempregados altamente qualificados, como política, está a confessar a sua incapacidade para reverter o flagelo desse tipo de desemprego. Quando o faz com ligeireza, comporta-se como se tivesse confundido a sua tarefa com um jogo de berlinde. Foi o que fez o Dr. Passos, augusto Primeiro-ministro de Portugal, ao apontar aos professores portugueses desempregados o caminho do exílio em Angola e no Brasil.

Mas uma coisa é adoptar uma política de exportação de professores discutível ou mesmo errada, como realmente é, outra coisa é não ter política nenhuma nesse campo e falar nessa exportação negra com a leviandade de quem se espreguiça ao sol.

Por isso, ouvi no telejornal de hoje um enérgico e anafado deputado do PSD trovejar contra a oposição, em pleno areópago parlamentar, elogiando a política de exportação de professores do seu querido governo que até já implicara conversações com a Presidente Dilma e com o Presidente José Eduardo dos Santos. Havia pois afinal uma política, ao contrário do que diziam as malvadas línguas da oposição.

Eis se não quando (Ó espanto dos espantos!), breves minutos depois, no mesmo telejornal surge um engomadíssimo Dr. Passos, para varrer, com um sorriso implacavelmente desprezador, a simples hipótese de tais conversações virem a acontecer.

Estamos pois no puro jogo do berlinde: o Dr. Passos esmera-se num servilismo acéfalo ao que preconizam os numerólogos que exprimem os interesses dos poderes económico-financeiros mundiais, mas brinca, como se não tivesse nada a ver com elas, com as consequências nefastas dessas políticas na vida das pessoas. Um deputado tenta salvar os móveis, mas é ele próprio arrastado na torrente, pela irresponsabilidade infantil do Dr. Passos.

Neste arraial, em que se vai tornando o actual Governo, que segredo esconde o Dr. Passos?

(-por Rui Namorado, OGrandeZoo, 21.12.2011)


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